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[Quinta-feira, Julho 31, 2008]
DICAS PRO FINAL DE SEMANA & TATARITARITATÁ!!!!
RSMB - SOLIDARIEDADE DÁ MÚSICA – a Rede Solidária de Música Brasileira – RSMB, uma das mais antigas comunidades virtuais de compositores, comemora sete anos com um super-show. A RSMB 7 Anos - Mostra Musical. Dias 1º e 2 de agosto. Na Choperia do Sesc Pompéia. O blog da comunidade http://rsmb-specialsound.blogspot.com/ traduz a sua importância da RSMB 7 Anos - Mostra Musical, realização da ONG (Organização Não-Governamental RSMB), com o apoio da Cooperativa Cultural Brasileira e Rádio Web Paulistana, na cobertura, será nos dias 1º e 2 de agosto, às 21 horas. Na primeira rodada de apresentações, cantam Beto Santos (São Paulo), Darwinson (Goiânia), Élio Camalle (São Paulo), Fernando Cavallieri (São Paulo), Jottagá (Poá), Kana (Japão - São Paulo), Lucia Helena Corrêa (São Paulo), Madan (São Paulo), Marcio Cavalcanti (São Paulo), Marcos Neves (São Paulo) e Vlado Lima (São Paulo). A segunda noite, com direito a apresentação em que todos os participantes cantam juntos, no encerramento, traz Adolar Marin (São Bernardo do Campo), Antônio Felipe (São Paulo), Dhara (São Paulo), Flavito Guerra (São Paulo), Nelson e Sandra Viana (São Paulo), Rafael Leite (São Paulo) e Ubiratan Souza (Maranhão). Sob liderança musical de Bráu Mendonça (violão, guitarra e baixo), a banda que acompanha os intérpretes é formada por Mauro Cannalonga (teclados) e Bruno Sotil (percussão). SERVIÇO Show RSMB 7 Anos - Mostra Musical Data 1º e 2 de agosto, sexta-feira e sábado Horário 21 horas Onde Choperia do SESC Pompéia (Rua Clélia, 93 - telefone (011) 3871-7700) Info: Jornalista Responsável Lucia Helena Corrêa (MTb-RJ 14.849) luciahelenacorrea@terra.com.br / luciahelenacorrea49@gmail.com Informações Cooperativa Musical (Rua Auro Soares de Moura, 252 - 5º andar - telefone 011-3828-3447)
NOVOS VELHOS DIAS – A comédia Novos Velhos Dias – texto inédito do dramaturgo Reinaldo Maia – reestréia no dia 2 de agosto, sábado, no Teatro da Vila, às 21 horas. Essa fábula futurista, dirigida por Fernando Nitsch, narra o drama do último ator humano existente (André Sakajiri), que é substituído por uma perfeita atriz robô (Marília Miyazawa) que é capaz de amar. A peça - que cumpriu recente temporada, de 7 de maio a 13 de julho, no mesmo teatro - tem ainda no o elenco os atores Almara Mendes, Camila Arelaro, Fábio Takeo, Homero Ligere, Tatiana Rehder e Tatjana Eivazian. Espetáculo: Novos Velhos Dias Texto: Reinaldo Maia Direção: Fernando Nitsch Elenco: Almara Mendes, André Sakajiri, Camila Arelaro, Fábio Takeo, Homero Ligere, Marília Miyazawa, Tatiana Rehder e Tatjana Eivazian. Direção musical: Fabio Freire Cenário: Flávio Tolezani Figurino: Atílio Beline Vaz Iluminação: Erike Busoni Reestréia: Dia 2 de agosto - sábado - às 21 horas Teatro da Vila - Rua Jericó, 256 - Vila Madalena/SP - Tel: (11) 3258-6345 Temporada: sábados (21 horas) e domingos (20h30) – Até: 31/0808 Ingressos: R$ 15,00 (R$ 7,50 para estudantes, melhoridade e classe teatral). Duração: 90 min – Ind. Idade: 14 anos – Gênero: Comédia - Estréia oficial: 07/05/08 Capacidade: 90 lugares. Bilheteria: 1 hora antes do espetáculo. Acesso universal. Não possui ar condicionado. Faz reservas. Aceita cheque e dinheiro. Não possui estacionamento. Produção executiva: Camila Arelaro e Tatiana Rehder Produção e realização: Cia. da Gema Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br
ENSAIO ABERTO – Um concerto beneficente Ensaio Aberto, será realizado na sexta-feira, dia 08 de Agosto, a partir de 12:00 h, contando com a apresentação de Agostinho Diniz (piano), Graça Costa (piano), Eduardo Barbosa (violino), Rui da Cruz Jr (violoncelo), Syla Syeg (voz), Cláudio Lourenço (violão) e Mariuza (voz) no Restaurante METAMORFOSE, Rua Santa Luzia, 405 sala 207 Centro-RJ Realização: Associação Projeto Ianderu.
PERCUSSION ENSEMBLE KAISERSTUHL se apresentará no próximo dia 05 de agosto, terça-feira, às 20 horas, na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana – Rio de Janeiro – RJ, com abertura do Quarteto de Violões da Escola de Música da Rocinha. O PERCUSSION ENSEMBLE KAISERSTUHL é um grupo com uma formação rara no Brasil combinando instrumentos de percussão sinfônica como marimba e vibrafone, com outros, típicos da música popular como bateria e bongô, além de saxofone e contrabaixo. O repertório eclético, quase inusitado, reúne composições de Villa-Lobos, Bach, Sting, Gershwin e do percussionista e compositor alemão Eckhard Kopetzki. A renda da bilheteria será doada para a Escola de Música da Rocinha. Info: SYLA SYEG Cantora/Atriz/Tradutora 55 21 8799-2190
PROGRAMADORA BRASIL – Estão abertas, até 1º de setembro, as inscrições de filmes e vídeos para o catálogo da Programadora Brasil. O objetivo da ação é democratizar ainda mais o processo de inclusão de títulos no programa. O processo é aberto a obras audiovisuais de qualquer gênero, formato e ano de realização desde que tenham o Certificado de Produto Brasileiro (CPB), emitido gratuitamente pela Ancine (www.ancine.gov.br). Os títulos devem ter duração mínima de cinco minutos e máxima de 120 minutos, sendo que não serão aceitas séries realizadas para TV. Regulamento, inscrições e outras informações: www.programadorabrasil.org.br/.
HISTÓRIA DO CINEMA MUNDIAL – Estão abertas, até o próximo dia 8, as inscrições para a mostra e curso O som no cinema, que será realizado entre os dias 12 e 24 de agosto, em Salvador (BA). A mostra apresentará uma História do Cinema Mundial a partir do som e será acompanhada por aulas ministradas por especialistas. As sessões são abertas ao público, mas para participar do curso será necessário realizar inscrição prévia, gratuitamente, enviando e-mail com o assunto "solicitação de inscrição" para o endereço eletrônico cursos@telabrasilis.com.br. Programação e outras informações: www.caixa.gov. br/caixacultural/.
VIRADOS PRA LUA – a webnovela Virados pra Lua, uma criação de Leandro Barbieri, com direção do próprio Leandro e de Silvia Cabezaolias. Esta novela on line tem seus capítulos exibidos todas as terças na Lua, na Terra e no seu Computador, quer dizer ou melhor dizendo, na Spetáculos http://www.spetaculos.com.br/viradospralua.htm. A trama envolve Dário Gilberto que sofre com sua mulher imaginária. Tolentino Bentes divide-se entre os astros e os problemas na Terra. Aquino Abrantes recorre aos golpes da cunhada para manter seus botões. Uma escola que ensina a língua do P, uma Cantina que esconde mistérios do passado. Está todo mundo virado pra Lua nessa nova novela de Leandro Barbieri, dirigida por ele e Silvia Cabezaolias. A novela estreou em junho tendo um clipe de chamada no YouTube: http://br.youtube.com/watch?v=xxD8bERtO9k. Na trilha sonora da Trama você encontrará a minha canção “Sanha”.
Não há valia para apreço vale nada Não há vergonha para cara lavada Toda lisura que se espreme para viver E que viver
Cadê a honra para quem não tem mais nada Não há guarida para alma penada Toda usura que sublima o querer E que poder
Mandar não seja nobre ter rigor assim Pisar, varrer da frente algoz e querubim Quem doma a sanha não sabe dormir E mais se ganha para coibir Usar do relho para mais pesar Suor vermelho vibra no cantar
Não há mais lance para ser carta marcada A dura sorte já está lançada Toda estatura que se arrasta pelo chão Tal qual anão
Há riso oculto para ser face velada A traição devora a madrugada Toda espessura que comove o histrião No coração
Privar da sede o pote de quem quer sorrir Traçar a sina o rito de quem vai partir Quem doma a sanha não sabe dormir E mais se ganha para coibir Usar do relho para mais pesar Suor vermelho vibra no cantar
VIRADOS PRA LUA – Todas as terças, na Spetáculos http://www.spetaculos.com.br/viradospralua.htm. Ficha Técnica Novela de: Leandro Barbieri Direção de: Leandro Barbieri e Silvia Cabezaolias Produção de Elenco: Marcelo Tadeu Edição: Silvia Cabezaolias Abertura: James Eduardo Produção: Magali Floc e Fabiana Salvi Fotografia:Gaspar Verde e Dino Dinossauro Elenco: Valdir Zanquini, Sérgio Thales, Maria José Roth, Renata Tercero, Manoel Lima, Fátima de Almeida, Luis Sandei, Suelli Lima, Lílian Grünvaldt, Júlio César Dória, Aramyz, Cidinha Prado, João Tolo, Sílvia Pessegueiro, Raiani Teichmann, Danilo Mattos, Maria Mizhari, Alexandre Pasqüelli, Ronaldo Michelotto, Marcela Bardini. Trilha Sonora selecionada por: Sacha Sésamo e Leandro Barbieri. Realização: Spetáculos
LAM & AMIGOS: UM CD - Uma das coisas mais importantes na vida da gente, indubitavelmente, é a amizade. Há quem diga que melhor que dinheiro no banco é ter amigo na praça. O rei Salomão dizia que quem encontra um amigo, encontra um tesouro. O Milton Nascimento e o Fernando Brant dizem que “Amigo é coisa pra se guardar embaixo de sete chaves dentro do coração”. A poeta Cecilia Meirelles nos ensina que “Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam; mas, há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre”. E o dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht diz: “Há homens que lutam um dia e são bons; há outros que lutam um ano e são melhores. Há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis”. E é com este espírito que faço homenagem aos meus parceiramigos por meio de muitos ritmos como frevos, baladas, xotes, boleros, sertanejo, forró e outras canções. Melhor ainda: tudo isso na companhia de Santanna, o cantador, Ozi dos Palmares, Mazinho, Sonekka, Cickó Macedo e muitos outros e outras pessoas e artitas que moram no meu coração. Por isso reuni um cd com minhas canções, frevos e baladas, com interpretação dos parceiramigos mencionados, também da cantora Sônia Mello e, enfim, trazendo uma homenagem à memória de Felix Porfírio e Auri Viola. Neste cd, por exemplo, você encontrará o meu frevo “Alvorada”, tema que será trabalhado com a garotada no livro “Frevo Brincarte”, numa recreação para alunos da educação infantil e primeiro ciclo do Ensino Fundamental.
PS: Este cd LAM & AMIGOS está disponível para venda e custa apenas R$ 4,99. Fale comigo pelo fone 82.8845.4611, pelo mail lualma@terra.com.br ou na minha home page. Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!
Nesta terça, dia 29 de julho, num evento que acontecerá nos três turnos, às 10:30, às 16 e às 20hs na Escola Estadual Josefa Conceição da Costa, no bairro de Canaã, em Maceió, o escritor e compositor musical Luiz Alberto Machado estará lançando o livro infantil “Turma do Brincarte”, o cordel “Tataritaritatá”, a exposição “LAM:26 anos de literatura”, a palestra “Cidadania, cultura e meio ambiente”, o cd “LAM & amigos” e a doação de livros para a biblioteca do educandário. O evento é coordenado pela professora Cêça Marques, envolvendo a comunidade de Canaã e contando com participação das professoras Marijose Albuquerque, Nedja Leite, Fernanda Souto Maior, Maria Mazzarello e da diretora Ângela Cassiano. O AUTOR - Luiz Alberto Machado é escritor, poeta e compositor musical, cursou Letras e Direito, é autor de vários livros infantis, de poesia e crônica, tendo realizado recreações infantis e palestras em diversos educandários e eventos no país inteiro, reunindo todo seu trabalho musical, teatral e literário na sua home page www.luizalbertomachado.com.br. O evento culmina com o encerramento de uma série de palestras realizadas pelo escritor nas salas de aula da escola, onde levou um debate envolvendo a História de Alagoas, cidadania, cultura e meio ambiente ao som do frevo de sua autoria “Folia Caeté”. Ele promete para agosto por meio do seu selo editorial, Edições Nascente, o lançamento dos livros infantis “Frevo Brincarte” e “Alvoradinha na Manguaba”, e também do folheto de cordel “Fecamepa”.
SERVIÇO: O que: Lançamento do livro infantil “Turma do Brincarte” e do folheto de cordel “Tataritaritatá”, de Luiz Alberto Machado. Quando: dia 29 de julho, às 10:30, 16 e 20hs. Onde: Escola Estadual Josefa Conceição da Costa, na via principal do bairro de Canaã, em Maceió – AL. Informações: 82.8845.4611, lualma@terra.com.br ou www.luizalbertomachado.com.br
Ah, o amor brotou de mim como se fora a flor de lis Seguiu no triz e nem se revelou logrou a dor em certos sonhos infantis Ah, o amor predestinado a ser eterno aprendiz Fiz e refiz e nem se serenou E arrumou o que de breve não se quis Chegou de dentro como chama de vulcão Queimou com força e fez a vez do coração E nem sequer sabia onde encontrar você Amor, fez a loucura dominar a solidão Me diz que não que a ilusão não vai mandar E vai me dar um sim até não ter mais fim Chegou de dentro como chama de vulcão Queimou com força e fez a vez do coração E nem sequer sabia onde encontrar você Pra me iluminar até que o mar Seja comigo agora Não vejo a hora de poder tocar na sua mão Toda emoção pra se valer Precisa ter o dom da vida Vida vivida pelo coração.
SEMANA HERMILO BORBA FILHO 2008 - A Cabra-Cabriola, de Hermilo Borba Filho Peça para bonecos, com música de Capiba Pelo grupo Teatro de Bonecos Lobatinho Personagens: Narrador | Lavadeira | Meninos | Cabra-Cabriola | Caçador Elenco: Thiago Guedes / Manipulação e voz Nadyane Oliveira / Manipulação e voz Gislanne Cristina / Manipulação e voz Raphaela Nascimento / Manipulação e voz Criação e Confecção dos Bonecos, Cenário e Empanada da Tenda: Teatro de Bonecos Lobatinho Direção Artística: José Bandim de Almeida Serviço Local: Teatro Hermilo Borba Filho Dias: 26 e 27 de julho – 17h30 Entrada Franca João Sem Terra (Leitura Dramática) elenco Alfredo Borba - Primeiro Homem / O Dono da Usina / O Homem Vestido de Branco Albemar Araújo - João Vavá Schön Paulino - Praxedes / Segundo Homem André Brasileiro – Conrado Maria de Jesus Baccarelli - Beatriz / A Mulher Vestida de Preto Marilena Breda – Ana / Segunda Mulher Cristina Romeiro – Paula / Primeira Mulher Iluminação: Jorge Costa/Nadjeckson Lacerda. Direção: Lúcia Machado Apreciação critica: Luís Augusto Reis Serviço Local:Teatro Hermilo Borba Filho Dias: 26 e 27 de julho – 18h30 Entrada Franca Exposição Bibliográfica e Iconográfica - Os palcos de Hermilo Curadoria: Lúcia Roberta Guedes Alcoforado Projeto Expográfico: Andréia Alcântara – Bibliotecária Marcos Mendes - Programador visual Conteúdo expográfico: Adeusa Sobral – Jornalista Pesquisa Bibliográfica: Wagner Carvalho – Bibliotecário Acervo: Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco Teatro Hermilo Borba Filho Leda Alves Apoio: Companhia Editora de Pernambuco. Realização: Secretaria de Educação - Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco Serviço Local: Sala de exposição do Teatro Hermilo Borba Filho Período: 26 de julho a 3 de agosto Horário de visitação: Sáb e dom - 17h30 às 20h Seg. à sex – Horário Comercial Entrada Franca
O LIVRO – O espetáculo 'O Livro' de Rafael Martins estréia dia 05 de agosto no Teatro Vanucci, no Shopping da Gávea. O Espetáculo conta a história de Pablo, um professor universitário, e Virgínia, uma jornalista, que depois de um casamento de muitos anos, voltam a se encontrar no apartamento onde viveram juntos e se amaram bastante. Com o pretexto de buscar um livro esquecido na mudança, acontece o reencontro que provoca uma explosão de conflitos, onde um verdadeiro ‘Jogo’ se inicia... recheado de paixão, dúvidas, carinhos, intrigas, perdão, ciúmes, traição, mágoas, mentiras... Amor e Ódio. A peça expõe uma situação pela qual todos já passaram ou vão passar. Info: Kátia Saules Contatos: (21) 9616 -3605 Site: WWW.KATIASAULES.COM
JOÃO PINHEIRO – Logo mais às 20h no Espaço Rio Carioca/Casas Casadas em Laranjeiras, Rio – RJ, João Pinheiro estará cantando músicas do primeiro cd "Brasilidad", do "João canta Sade" e do próximo "Beija-Flor Negro". Os convidados especiais serão Patrícia Mellodi, Manu Santos e Jean-Marc Lucenet. Rua das Laranjeiras 307 - Tel.: 2225-7332 - ao lado da concessionária Volkswagen André Agra baixo | Márcio MM Meireles violão/guitarra Marcelo Nami violão/guitarra | Eduardo Guerra bateria preparador vocal Jorge Luis Cardoso foto Cristiano Soares | video Marcelo Santos produção Maria Bulcão | Sacha Leite apoio www.mpb.com
CHICO BATERA - Festival na Ibiapaba http://www.dragaodomar.org.br/festivalibiapaba/ Info: Kiko Albuquerque Caravela Brasileira Produções (21) 8167-4709 ou 2709-3324 Nextel: 7849-7582 ID: 81*69405 caravelabr@gmail.com Skype: kikoalbuquerque1 MSN: kiko.al@hotmail.com
DANILO MORAES & RICARDO TETÉ - "A torcida Grita" Representantes da nova geração da música popular brasileira, Danilo Moraes e Ricardo Teté acabam de lançar o cd A Torcida Grita. A dupla, cuja parceria dura mais de 10 anos, apresenta o seu segundo cd - o primeiro 51, foi lançado na França - resultado do prêmio pelo primeiro lugar no Festival TV Cultura de 2005. O nome do segundo cd é uma referência ao dia em que ganharam o Festival, como conta Danilo. "Quando a gente subiu ao palco para receber o prêmio das mãos de Gilberto Gil, a torcida de um dos nossos concorrentes vaiava, fazia muito barulho. Nem o Gil conseguia falar", afirma que o episódio também inspirou a música "Viva Vaia". No repertório eles apresentam arranjos para Contabilidade, o samba-rock "Teresa e a torcida", o xote "Beijo Roubado", canção ue faz sucesso com o grupo Rastapé. "Nosso repertório é autoral, sempre com um mix de nossas influências, resultando num trabalho bem MPB". INFORMAÇÕES E RESERVAS: 012 3926 1406
SITAR BOSSA = SITAR SAMBA MARSICANO e RUBINHO LIMA chega de saudade a experimentação desafina continua Quinta, 24 de Julho 19:30 Hs. SESC CONSOLAÇÃO Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque. Região Central - São Paulo Fone: (11) 3234.3000 GRÁTIS Comemorando os 50 anos de Bossa, a experimentação desafinada continua. O encontro entre a sonoridade milenar do sitar indiano e a sofisticada percussão de nosso samba, através de variações para sitar de temas clássicos de Baden Powell, Vinícius de Morais, Jorge Benjor, Tom Jobim, Edu Lobo e Raul Seixas. O show apresentará combinações inauditas como sitar e pandeiro, cuíca, atabaque etc. Marsicano - Introdutor do sitar clássico indiano no Brasil é discipulo de Ravi Shankar. Gravou sete CDs no Brasil e exterior, sendo o último Sitar Hendrix, lançado pela gravadora americana Sonic Wave, indicado ao 49Th Grammy (USA) http://www.sonicwaveintl.com/grammyad.html Rubinho Lima, percussionista da Mangueira participou dos grupos de Jorge Benjor, Elza Soares, Originais do Samba, Antonio Carlos Jobim entre outros alberto@marsicano.tk www.marsicano.tk 11 30641246
SOM DAS AMÉRICAS – O conjunto Som das Américas tem como proposta principal divulgar a música, diversidade e a beleza das culturas e tradições dos povos latino-americanos. Passeando por manifestações musicais do Chile, Argentina, Venezuela, Bolívia, Colômbia, Cuba, Paraguai, Uruguai e Brasil, apresenta um repertório versátil: Salsa, Folclore, Chá chá chá, Rumba, Mambo, Bolero, MPB, Zamba, Calipso, entre outros, que mostra ao público riqueza de ritmos, instrumentos, poesias e histórias, combinado a autores fantásticos, tanto em suas criações como em seus históricos de vida. Entre eles: Violeta Parra, Victor Jará, Pablo Milanez e Mercedes Sosa. No repertório músicas como: La Cigarra, Gracias a La Vida, Canción com Todos, Moliendo Café, Fruto Do Suor, Mercedita, entre outras. Linguagem universal, a música vai de encontro à sensibilidade, fala direto ao coração daqueles que desejarem entregar-se a uma viagem emocionante e sem fronteiras, prazerosa, macia e lindamente sonora. Rita Ivanoff (Voz) Ivan Gallardo (Voz, Sopros e Cordas) Jorge Romero Sintetizadores, Sopros e Cordas) João Rocha (Contra-Baixo, Cordas e Sopro) Cleiton Pellado (Efeitos e Percussão) Agostín Arias (Percussão e Cordas) José Paulo Romero (Percussão e Efeitos) Caio Merseguel (Violoncelo) Miguelito (Cordas e Percussão) Teatro Municipal Santo André Praça IV Centenário-1 Paço Municipal Centro Santo André – (11) 4433-0789 Apresentação neste domingo dia 27 de julho 19:30 H. Contato Para shows: Chico Cabrera ciapicnic@ciapicnic.com (11) 4232-2590 Cia Pic Nic
MOSTRA PLINIO MARCOS - Sala Experimental Plínio Marcos Espetáculo: Dois Perdidos Numa Noite Suja Duração da temporada: de 01 a 17 de agosto de 2008, sextas e sábados as 19h00 e domingo as 18h00. Duração do evento: 70 minutos Espetáculo: O Abajur Lilás Duração da temporada: de 22 de agosto a 07 de setembro de 2008, sextas e sábados as 19h00 e domingo as 18h00. Duração do evento: 90 minutos Projeto Residência Projeto 100 – Núcleo Hana Espetáculo: Morte e Vida Severina – Sala de Espetáculos Duração da temporada: de 09 de agosto a 07 de setembro de 2008, sábados as 21h00 e domingo as 20h00. Duração do evento: 60 minutos Workshops Gratuitos: Os interessados em participar devem encaminhar currículo (uma página) e carta de intenção para o e-mail : nucleohana@gmail.com - Confecção de Máscaras Ministrantes : Murilo De Paula De 13 a 27 de Agosto – Quartas das 19h às 22h Público alvo: Aberta ao Público - Máximo 20 pessoas (Inscrições até o dia 01 de Agosto) Experimentos Cênicos: Death Note Data: 29 de Agosto às 20h Entrada Franca Palestras : Cultura Pop Japonesa : A linguagem do mangá e a cena Data: 28 de Agosto às 20h Entrada Franca TUSP - Teatro da USP R. Maria Antônia, 294 – Consolação (11) 3255-7182 www.usp.br/tusp
RIO DELLÁRTE - O Centro Cultural Municipal Oduvaldo Viana Filho (mais conhecido como Castelinho do Flamengo) desenvolve o projeto "Um Castelo de Palavras" todo primeiro sábado do mês, alternando saraus poéticos e leituras dramatizadas. O projeto visa divulgar novos talentos literários e permitir o contato da comunidade com escritores. No primeiro sábado de agosto (dia 02/08), às 18h, acontecerá a leitura da peça "Rio Dell'arte", de João Pedro Roriz, com a participação de um elenco profissional, sob direção de Paula Wenke. Após a leitura, o autor debaterá com o público e ouvirá críticas e sugestões sobre o texto, recentemente escrito. A peça é baseada na Commèdia Dell'arte e traz a Lapa como pano de fundo de uma trama muito divertida: Roque, um tabaréu do interior de Minas Gerais chega ao Rio de Janeiro e se apaixona pela filha de um milionário, tornando-se presa fácil das artimanhas de seu "primo rico", o malandro Chico. O projeto é uma realização da Prefeitura do Rio de Janeiro e conta com o apoio cultural da Universidade Castelo Branco e do Portal Crônicas Cariocas. Entrada franca. O Castelinho do Flamengo fica na Praia do Flamengo, 158. Informações: (21) 22050655 / 81518981 / castelinho@pcrj.rj.gov.br. SERVIÇO: Leitura da peça "Rio Dell'arte", de João Pedro Roriz. Local: Castelinho do Flamengo (Praia do Flamengo 158). Dia 02 de agosto de 2008 às 18h. Entrada franca. Autoria: João Pedro Roriz Direção: Paula Wenke Elenco: Cida Petrowki, Fátima Gusmão, Fernanda Souza, Leonardo Estelita, Manoel Herculano, Moisés Liporage, Paula Wenke, Patrick de Oliveira,Rodrigo Madeira, Sara Harada, Vitor Freeland, Zelimar Barboza. João Pedro Roriz Assessor de Cultura Universidade Castelo Branco Castelo Cultural (21) 32167810 / 94959125
SAMBA NOVO – Elenco: NEI LOPES, LUIZA DIONÍSIO, DUDU OLIVEIRA (flauta) e PAULO CÉSAR FEITAL (poesias), além de mim e de Gabriel Versiani, pratas da casa. Data: 27 de julho de 2008 Local: Renascença Clube Rua Barão de São Francisco, 54 – Andaraí Horário: A partir das 14 horas Info: Cláudio Jorge www.claudiojorge.com.br & http://blogdoclaudiojorge.blogspot.com/ & http://www.myspace.com/claudiojorge
RSMB: SOLIDARIEDADE DÁ MÚSICA - Uma das mais antigas comunidades virtuais de compositores, a RSMB (Rede Solidária de Música Brasileira) comemora sete anos com um super-show. A RSMB 7 Anos - Mostra Musical. Dias 1º e 2 de agosto. Na Choperia do Sesc Pompéia. No começo parecia mais um desses projetos que não saem do papel – a exemplo do que ainda acontece com o sonho de ver a boa música ganhar espaço na mídia de alcance popular. “Não faltou quem duvidasse de que chegaria ao primeiro ano”, ainda se lembram Madan, pai do projeto, e Dhara, que adotou a idéia e até hoje, ao lado dele, tudo faz para o movimento sustente a força. De fato, eles reconhecem, não foi fácil. “Menos pela vontade de acertar do que, propriamente, pela batalha que, no dia-a-dia, os operários da canção independente têm de travar para viver com dignidade”, dizem os líderes. Mas a verdade é que deu certo. Hoje, a RSMB, que, no ano passado, inaugurou um blog (http://rsmb-specialsound.blogspot.com/2007_12_08_archive.html), reúne dezenas associados. Eles são produtores musicais, compositores, intérpretes, gente que, simplesmente, gosta da boa música e faz da RSMB o ambiente ideal para todo tipo de comunicação – da divulgação de shows e projetos à localização daquela canção rara ou daquele instrumento liquidado a preço de ocasião. Nos intervalos, ainda sobra energia para comprar uma bela briga na sempre santa guerra em defesa da música independente de qualidade. “A matéria-prima de tudo é a solidariedade. E é por isso que chegamos aqui e, com certeza, vamos longe”, aposta Madan. De modo a comportar o maior número possível de participantes, a RSMB 7 Anos – Mostra Musical, realização da ONG (Organização Não-Governamental RSMB), com o apoio da Cooperativa Cultural Brasileira e da Rádio Web Paulistana, na cobertura, será nos dias 1º e 2 de agosto, às 21 horas. Na primeira rodada de apresentações, cantam Beto Santos (São Paulo), Darwinson (Goiânia), Élio Camalle (São Paulo), Fernando Cavallieri (São Paulo), Jottagá (Poá), Kana (Japão – São Paulo) Lucia Helena Corrêa (São Paulo), Madan (São Paulo), Marcio Cavalcanti (São Paulo), Marcos Neves (São Paulo) e Vlado Lima (São Paulo). A segunda noite, com direito a apresentação em que todos os participantes cantam juntos, no encerramento, traz Adolar Marin (São Bernardo do Campo), Antônio Felipe (São Paulo), Dhara (São Paulo), Flavito Guerra (São Paulo), Nelson e Sandra Viana (São Paulo), Rafael Leite (São Paulo) e Ubiratan Souza (Maranhão). Sob liderança musical de Bráu Mendonça (violão, guitarra e baixo), a banda que acompanha os intérpretes é formada por Mauro Cannalonga (teclados) e Bruno Sotil (percussão). SERVIÇO Show RSMB 7 Anos - Mostra Musical Data 1º e 2 de agosto, sexta-feira e sábado Horário 21 horas Onde Choperia do SESC Pompéia (Rua Clélia, 93 – telefone (011) 3871-7700) Jornalista Responsável Lucia Helena Corrêa (MTb-RJ 14.849) (http://luciahelenacorrea.blogspot.com/) Informações Cooperativa Musical (Rua Auro Soares de Moura, 252 – 5º andar – telefone 011-3828-3447)
ALEXANDRE LEVY (1864- 1892) – O compositor, pianista, regente e crítico musical brasileiro nascido em São Paulo – SP, Filho do clarinetista francês Louis Levy, fundador da Casa Levy, um dos principais comércios de música da época. Pianista precose, iniciou seus estudos com o professor Luiz Mauricio, continuando-os mais tarde com Gabriel Girandon. Com o irmão Luís Levy tocou em Buenos Aires (1882) e foi feito diretor de concertos do Clube Haydn (1883), importante sociedade paulista de concertos. Atuou como regente pela primeira vez, em concerto deste mesmo Clube Haydn (1885). Viajou para a Europa (1887), onde passou o ano estudando em Paris com Émile Durand e Vincenzo Ferroni. Em seguida retornou a São Paulo, onde iniciou trabalho de crítico musical na imprensa. Foi um artista de grande alento, devendo-lhe a arte brasileira belos trabalhos calcados em temas nacionais, cujas composições mostravam uma clara tendência nacionalista, pelo uso de temas do folclore e do populário urbano e rural e foram editadas e fizeram grande sucesso na Europa. Os principais trabalhos, inclusiva “Samba”, foram escritos depois de seu regresso. Outras composições: “Quarteto”, “Trio”, “Sinfonia em si bemol”, “Werther”, um poema sinfônico, “Cantata” para coro e orquestra”, “Comala”, poema sinfônico, “Suíte Brasileira”, “Prelúdio”, entre outras tanta para piano, entre elas o “Tango brasileiro” e “Variações sobre Vem Cá Bitu” e “Schumanianas”. Patrono da Cadeira n. 29 da Academia Brasileira de Música..
FONTE: MONTALVÃO, Alberto. No mundo da música. Rio de Janeiro: Spiker, 1958. RIBEIRO, Wagner. História da música na América. São Paulo: FTD, 1965.
NELSON AYRES & PAU BRASIL – No dia 31 de julho, quinta-feira, sob o comando do pianista Nelson Ayres, a Jam no Jaraguá, recebe o grupo instrumental Pau Brasil, às 21h30. Formado por Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão), Rodolfo Stroeter (baixo), Teco Cardoso (sax e flauta) e Ricardo Mosca (bateria), o Pau Brasil interpreta versões originais de clássicos brasileiros como "Baixa do Sapateiro" (Ary Barroso), "Bye Bye Brasil" (Roberto Menescal e Chico Buarque) e "Martelo" (segunda parte das “Bachianas Brasileiras n.5” de Villa-Lobos), além de temas de Paulo Bellinati ("Jongo") e de Nelson Ayres ("Só Xote" e "Fogo no Baile"). Estas composições integram o álbum Pau Brasil 2005 (Biscoito Fino). O roteiro traz ainda novas interpretações para “O Rancho Fundo” (Ary Barroso e Lamartine Babo) e “Ária da Bachiana Brasileira nº 4” (Villa-Lobos), entre outras. Logo após o show, começa a jam session que é aberta aos músicos presentes interessados em tocar ao lado de Nelson Ayres, fazendo um som sem compromisso, sem formalidades e sem hora para acabar. O projeto é uma iniciativa de Carlos Mamberti para proporcionar vibrantes shows de música instrumental com participação de convidados e reviver os bons tempos das jams sessions que Sérgio Mamberti promoveu no início dos anos 90, no Crowne Plaza. Serviço Jam no Jaraguá - Nelson Ayres Convida Convidado especial: Pau Brasil - Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão), Rodolfo Stroeter (baixo), Teco Cardoso (sax e flauta) e Ricardo Mosca (bateria). Dia 31 de julho – quinta-feira – 21h30 - (jam session sem hora p/ terminar) Teatro Jaraguá - Rua Martins Fontes, 71 - Centro/SP - Tel: (11) 3255-4380 Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br
JOZI LUCKA – Festival de inverno Sesc com composições próprias além de nova paisagem para Tom Jobim, Jorge Benjor, Vinícius de Moraes, Baden Powell, Mutantes, Tim Maia. Dia: 31 de julho de 2008 20 horas Local: Teatro Sania Cosmelli. Centro - Nova Friburgo Ingressos disponíveis no Sesc Nova Friburgo um dia antes do show a partir das 13 horas. Veja mais Jozi Lucka.
A MARVADA – O Encantados Contadores de Histórias tem o prazer de apresentar o espetáculo A Marvada, texto de Almeida Scheiner. Estréia dia 02 de agosto na Casa da Cidade, abrindo o circuito de espetáculos Encantados Contadores. Os ingressos já podem ser adquiridos diretamente com o grupo e custam R$ 10,00 Inteira e R$ 5,00 meia. Outros dias de Apresentação: 8 e 9, 15 e 16 e 22 e 23 de agosto, sempre as 21 horas. Contatos: 91291459 - 91367870 drama_sil@yahoo.com.br
O REENCONTRO DOS PALHAÇOS NA RUA É A ALEGRIA DO SOL COM A LUA, que se apresentará na Praça Cel. João Guilherme (MARCO ZERO) no dia 23 de julho de 2008 (quarta-feira), às 15h. Mais informações Alex Deplex - SESC CARUARU Assistente de Cultura Local
VI FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO & DANÇA - Estão abertas as inscrições para o 6° Festival Estudantil de Teatro e Dança, que será promovido de 14 a 30 de agosto, no Teatro Apolo, com a participação de grupos ligados a escolas públicas e privadas, universidades e cursos de teatro e dança do Estado de Pernambuco. Maiores informações e inscrições no Teatro Apolo (fone 81 - 3232 2030).
I FESTIVAL REVELANDO NOVOS ATORES BRASILEIROS – O 1º Festival "Revelando Novos Atores Brasileiros" recebe as inscrições dos artistas até o dia 31 de Novembro. Podem ser inscritos alunos de artes dramáticas e atores formados de qualquer região do país. Para se inscrever, acesse o site: http://www.festivaiscinematograficos.com. Informações para imprensa:Carla Manga imprensa@agenciacinema.com Dúvidas e inscrições de candidatos: revelandonovosatores@agenciacinema.com
III FESTIVAL BNB DE MÚSICA INSTRUMENTAL – Com concertos de artistas e bandas do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, no período de quarta-feira, 23, até sábado, 26, além de uma oficina de guitarra ministrada pelo músico brasiliense Marcelo Barbosa, nos dias 22 e 23 (terça e quarta-feira), e uma mostra internacional de DVDs musicais. No cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108), integram a programação da próxima semana no III Festival BNB da Música Instrumental os concertos dos seguintes artistas e bandas: o contrabaixista, compositor e arranjador potiguar Marcelo Randemarck, às 17h, e o pernambucano Trio Sotaque, às 19h, na quarta-feira, 23; o violonista, arranjador, compositor e maestro baiano João Omar, filho de Elomar Figueira Mello, e o flautista João Liberato, às 17h, e o septeto pernambucano O Quadro, às 19h, na quinta-feira, 24; o rock instrumental contemporâneo das bandas cearenses O Garfo, às 16h, e Fossil, às 17h30, e da matogrossense Macaco Bong, às 19h, na sexta-feira, 25; e encerrando a semana, o gaitista carioca Jefferson Gonçalves, às 17h, e o violonista paulista Zezo Ribeiro, às 19h, no sábado, 26. Através do programa Arte Retirante, a programação do Festival se estende até Limoeiro do Norte, onde o bandolinista, violonista, compositor e arranjador cearense Carlinhos Patriolino se apresenta na quarta-feira, 24, às 20h, no Núcleo de Informações Tecnológicas – NIT (rua Cônego Bessa, 2381). ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Marcelo Barbosa (DF) – (61) 3245.7140 – marcelogtr@gmail.com Trio Sotaque (PE) – (81) 9617.2508 / 9972.7883 – raimundobatista@globo.com João Omar e João Liberato (BA) – (77) 8808.3065 / 3422.8215 – joaoomar@gmail.com O Quadro (PE) – (81) 8715.4911 / 2126.8318 Carlinhos Patriolino (CE) – (85) 8809.4513 / 3223.9866 – carlinhospatriolino@hotmail.com O Garfo (CE) – (85) 8890.2466 – ogarfotrio@gmail.com Fossil (CE) – (85) 8876.8984 – georgefrizzo@yahoo.com.br Macaco Bong (MT) – (85) 8890.2466 Jefferson Gonçalves (RJ) – (21) 8172.1693 / 8819.4891 – jefferson@jeffersongoncalves.com vieira_ju@hotmail.com Zezo Ribeiro (SP) – (85) 8458.5235 / 3886.8400 – zezoribeiro@hotmail.com André Marinho (coordenador geral do III Festival BNB da Música Instrumental) – (85) 3464.3181 / 9111.1090 – andreluismm@bnb.gov.br Henilton Menezes (gerente de Gestão da Cultura do BNB) – (85) 3464.3109 / 8635.6064 – henilton@bnb.gov.br Carmen Paula (gerente-executiva do CCBNB-Fortaleza) – (85) 3464.3111 / 8635.6031 – cpaulavm@bnb.gov.br Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br
RODRIGO QUICK - Confira onde estará Rodrigo Quick nos próximos dias: dia 22, terça, Leblon (GENTE FINA) dia 26, sábado: Praça Mauá (CABARET KALESA) dia 02, sábado: Niterói (FESTA BLITZ 80, HUM GRAU, com SILVINHO BLAU BLAU) Rodrigo Quik. Confira mais no meu site: www.RODRIGOQUIK.com.br
SÓFOCLES – Nascido por volta de 496 a.C., na cidade de Colona, província da Ática, Sófocles era filho de um rico comerciante de espadas. Desde cedo participou da vida teatral, interpretando vários papeis femininos nos festivais dramáticos, uma vez que na Grécia antiga a mulher não tinha acesso ao palco. Aos 16 anos, conta-se, foi escolhido para dirigir o coro dos adolescentes que, depois da batalha de Salamina, em 480 a.C., dançaram nus ao ritmo do peã, hino em louvor ao deus Apolo. Amigo pessoal de Péricles, Sófocles chegou a ocupar altos cargos no governo ateniense. Em 443 foi nomeado ministro do tesouro; no ano seguinte, foi eleito magistrado. Durante a importante expedição de Péricles contra Samos, acumulou as funções de tesoureiro imperial e de general. Já velho, uniu-se a uma cortesã, com quem teve um filho, Iofonte, nascido de seu casamento anterior, com a ateniense Nictóstrata, temendo que o pai legasse seus bens a esse irmão ilegítimo, morreu contra o tragediografo uma ação judicial: acusou-se de senil e incapaz. Levado à presença dos juizes, Sófocles defendeu-se lendo trechos de Édipo em Colona, que estava escrevendo nessa ocasião, e foi absolvido. Sófocles morreu em 406 a.C., cantando versos de uma de suas mais belas tragédias, Antígona. Deixou cerca de 120 peças, das quais só restam 7: Antígona (444), Ájax (441), Édipo Rei (430), Electra (420), As Traquínias (414), Filocetes (409) e Édipo em Colona (406). Nos concursos dramáticos realizados em Atenas, alcançou 26 vezes o primeiro lugar e 40 em segundo. Sófocles trouxe contribuições fundamentais ao desenvolvimento da tragédia. Aos dois únicos atores anteriores, o protagonista e o deuteragonista, acrescentou um terceiro, o triagonista, fechando com ele o circulo da ação e da emoção. Aumentou também o numero dos integrantes do coro de 12 para 15. Documentos da época testemunham suas invenções no campo da cenografia e tudo leva a crer que tenha sido o primeiro a proporcionar um fundo definido a seus personagens. Como em Esquilo e Eurípedes, os temas em Sófocles são os mitos. Os mitos gregos são simultaneamente divino e heróicos, e neles os heróis representam o elo entre o mundo dos homens e dos deuses. Uma das mais grandes tragédias da literatura dramática é Antígona, escrita em 442, antes de qualquer dos textos de caracteres remanescentes. Sófocles dedica-se aqui a um conflito básico, as pretensões rivais do Estado e da consciência individual. A questão fundamental á descobrir como estabelecer um termo médio entre esses princípios e evitar a catástrofe quer para o grupo quer para o indivíduo. Afora isso, a oposição ainda mais geral entre amor e ódio lança sua magia sobre toda a peça. Sófocles não procura desviar o drama em favor de sua heroína, pois reconhece os direitos do Estado e do interesse público. Embora Sófocles não se incline a resolver a disputa entre o Estado e a consciência individual, contentando-se simplesmente em observar que as conseqüências do conflito tendam a ser trágicas, o ímpeto de sua piedade e de sua caracterização de Antígona lança o peso da simpatia, ao menos quantos aos leitores modernos, para o lado da nobre moça. Esta deslumbrante tragédia deixa em suspenso diversos problemas que não entregam com facilidade seu significado ao leitor casual. A mesma batalha com um tema importante e difícil distingue as duas grandes peças que colocam o problema do destino. Usualmente o acidental é considerado um artifício barato e fácil na literatura dramática. Mas não é barato nem fácil no Édipo Rei. O acidente ocorre antes do início da peça e amarra as circunstâncias num nó que só poderá ser desatado após prolongada batalha. Além disso, felizmente, Sófocles estava à altura da tarefa. Es não podia esperar resolver o enigma do destino, ao menos conseguiu uma das incontestáveis obras-primas do mundo. E é novamente seu soberbo Dom para a caracterização que enriquece a simples mecânica da dramaturgia com vida, agonia e plausibilidade. Como alguém que viu a vida "equilibradamente", segundo suas luzes pagãs recusou-se a codificar a existência do acidente na tragédia. Édipo é uma personagem superlativamente ativa, como se o dramaturgo ático tentasse nos dizer que o destino trabalha através do caráter da vítima. Com efeito o fado encontra forte aliado neste homem corajoso, nobre a de ótimas intenções, cuja única é o temperamento inflamável. Tanto suas virtudes quanto defeitos conspiram contra ele. Sem ser moralmente responsável, Édipo é psicologicamente responsável pelos tormentos. Consequentemente é uma personagem dinâmica e um sofredor ativo; na verdade, é uma das figuras trágicas da literatura. A estória de Édipo nos convida a descer às profundezas da antropologia e psicanálise modernas que foram intuitivamente perscrutadas pelos poetas desde tempos imemoriais. Somos relembrados dos impulsos anárquicos e incestuosos que complicam a vida do homem e se exprimiram em tantos tabus primitivos e neuroses civilizadas. Como toda obra de arte superior, esta tragédia tem uma vida dupla: aquela que expressa e aquela que provoca. A seqüência a esta tragédia, o sereno e encantador Édipo em Colona, escrito muitos anos mais tarde, é o Purgatório e Paraíso do Inferno de Sófocles. O problema do destino inexplicável colocado pelo Édipo Rei não é respondido no trabalho posterior. Mas pelo menos uma solução é indicada: O que o homem não pode controlar, ao menos pode aceitar; o infortúnio pode ser suportado com fortaleza e enfrentado sem sentimento de culpa. Édipo está purgado e curado. E com ele, nós que o seguimos aos abismos imergimos liberados e fortificados. Logo após a apresentação de Édipo em Colona, em 405 Sófocles foi juntar-se à sombra de Ésquilo. No mesmo ano fatídico falecera também Eurípides e morreria a glória que era a Grécia, pois Atenas sucumbiria ao poderio militar de Esparta. Nenhum mestre da alta arte da tragédia floresceu em Atenas após a morte de Sófocles.
FONTE: AMARAL, Maria Adelaide et al. Teatro vivo: introdução e história. São Paulo: Abril, 1976. ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Abril, 1978. BARATA, José Oliveira. Estética teatral. Lisboa: Morses, 1981. _______. Didactica do teatro: introdução. Coimbra: Almedina, 1979. BRANDÃO, Junito. Teatro Grego: Origem e Evolução. São Paulo: Ars Poética. 1992. CÁCERES, Florival. História Geral. São Paulo: Moderna, 1996. CAMPOS, Geir; GUZIK, Alberto; SILVEIRA, Miroel; GONÇALVES, Júnia. Teatro grego. São Paulo: Abril Cultural, 1980. COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980. FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. KÜHNER, Maria Helena. Teatro popular: uma experiência. Rio de Janeiro: F Alves, 1975. MACHADO, Maria Clara. Teatro. Rio de Janeiro: Bloch/Fename, 1980. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1985. MORENO, J. L. O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus, 1984. PIGNARRE, Robert. História do Teatro Grego. Lisboa: Europa-América, 1979. REDONDO JUNIOR. O teatro e a sua estética. Lisboa: Arcádia, 1978. REZENDE, Antonio Paulo & DIDIER, Maria Thereza. Rumos da História. São Paulo: Atual, 2001. SOUZA, J. B. de Mello. Teatro grego. Rio de Janeiro: W.M. Jackson Inc, 1950.
ANTONIO NÓBREGA – Passo direção: Antonio Nóbrega - elenco: Alicio Amaral, Juliana Pardo, Luciano Fagundes, Maria Eugênia Almeida, Mariana Abib Candusso, Otávio Bastos, Rosane Almeida - participação especial: Antonio Nóbrega Terça a sexta, às 21h - Entrada franca (a bilheteria será aberta com uma hora de antecedência) - Sala Jardel Filho (324 lugares) de 15 a 18/7 Passo é o primeiro espetáculo inteiramente dedicado à dança dirigido pelo multiartista Antonio Nóbrega. O elenco é formado por sete bailarinos e conta com a participação especial do próprio Antonio Nóbrega, que, em suas experiências anteriores com a dança, estava sozinho no palco. A trilha sonora do espetáculo foi criada a partir de composições de Nóbrega e de Ernani Aguiar, José Eduardo Gramani, Antônio J. Madureira, Anacleto de Medei- ros, Lourival Oliveira, Maestro Nunes, J. S. Bach e Villa-Lobos. Juntamente com Nóbrega, a equipe que trabalha em Passo participa da criação de uma companhia de dança brasileira contemporânea. A intenção do grupo é reinterpretar os espetáculos populares brasileiros, em que as várias linguagens cênicas (música, dança, teatro, pantomima, entre outros) se mesclam. Centro Cultural SP R Vergueiro 1000. Veja mais acessando: http://www.antonionobrega.com.br/
TURIBIO SANTOS abre PROGRAMA DE CORDAS no MÚSICA NO MUSEU em AGOSTO que terá também, além do Rio de Janeiro concertos em SÃO PAULO e PORTO ALEGRE além de WASHINGTON, EUA e AVEIROS, PORTUGAL Com uma apresentação no Centro Cultural Light no dia 1º. de agosto, o violonista Turíbio Santos abre o Programa de Cordas de Música no Museu. Com carreira internacional, é um nome há muito consagrado. Percorreu diversos países levando a música brasileira às diversas salas de concerto o obtendo sempre excelentes críticas tanto de seus concertos como para seus 50 CDs já lançados. TURIBIO SANTOS já dividiu o palco com grandes nomes, como Yehudi Menuhin, M. Rostropovitch, Victoria de Los Angeles, J. P. Rampal; e foi acompanhado por orquestras como a Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre J. F. Paillard, Orchestre National de L'Opéra de Monte-Carlo, Concerts Pasdeloup, Concerts Colonne, Orquestra Sinfônica Brasileira, e outras. Tem intensa atividade junto aos músicos brasileiros, tendo redescoberto e regravado os compositores João Pernambuco, Garoto e Dilermando Reis Em 1983 criou a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro, com 25 de seus alunos da UNI-RIO e Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Recentemente criou a Orquestra Brasileira de Violões. Seus discos 12 Estudos para Violão de Heitor Villa-Lobos e Choro do Brasil marcaram época no lançamento da música brasileira no mercado europeu. TURIBIO SANTOS é membro-fundador do Conseil D'Entraide Musicale, da UNESCO. Em 1985 foi nomeado Diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de la Legion D'Honneur e em 1989 Oficial da Ordem do Cruzeiro do Sul e membro da Academia Brasileira de Música Em 1999 regravou a obra completa de Heitor Villa-Lobos para violão ao lado de compositores como Edino Krieger, Sérgio Barboza, Nicanor Teixeira, Chiquinha Gonzaga, E. Nazareth, para uma série de 5 CDs em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. MÚSICA NO MUSEU Concertos de Inverno. Agosto de 2008. MÚSICA NO MUSEU | AGENDA |AGOSTO de 2008 1 Sexta 12h30 CENTRO CULTURAL LIGHT R. Marechal Floriano, 168 – Centro Tel. (21)2211-4420 Capacidade: 200 lugares Músico: TURÍBIO SANTOS, violão.
ORQUESTRA SINFÔNICA DE SÃO PAULO – OSESP - Nos dias 18 (sexta-feira), 19 (sábado) e 20 (domingo) de julho a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), uma das maiores orquestras da América Latina, estará em São José do Rio Preto para algumas apresentações. Grátis. Dia 18 (sexta) às 9 hs, auditório do Sesc, palestra sobre Apreciação Musical, às 16 hs, no Teatro do Sesc, palestra com o maestro John Neschling às 20 hs, no Parque da Represa Municipal - apresentação da Orquestra Sinfônica do Estado Dia 19 (sábado) às 9 hs, no Auditório do Sesc, palestra sobre Música na Idade Média às 16 hs, Concerto de Coro de Câmara (violinos) da OSESP na Igreja São Judas, no bairro Roseiral Dia 20 (domingo) às 9 hs, no Auditório do Sesc, palestra sobre Música Barroco e Romanticismo às 16 hs, no Teatro Sesc, Concerto do Quarteto de Cordas (2 violinos, violoncelo e viola) às 18 hs, no Teatro Sesc, Concerto do Quinteto de Metais (2 trompetes, 1 trompa e 2 trombones) às 20 hs, no Teatro Sesc, Concerto do QUinteto de Sopro (oboé, clarinete, trompa e fagode). Info: Dorinha M. Vinha Consultoria & Assessoria Turismo Fone 17-3227-7120 / 9791-3476
ITIBERÊ ZWARG QUINTETO - Dia 18 de julho – 21h Itiberê Zwarg – piano, baixo elétrico e arranjos Joana Queiroz – clarineta Bernardo Ramos – guitarra Vitor Gonçalves – piano e saxofone Ajurinã Zwarg – bateria Drink Café Av. Borges de Medeiros, s/n Parque dos Patins – Quiosque n° 5 Couvert artístico R$6,00.
Foto: Jô Capusso
ULTRALIGHT - Peça estréia em agosto O espetáculo Ultralight traduz a dor e a solidão de forma bela e com leveza O grupo Na Companhia de Mulheres e a Cooperativa Paulista de Teatro apresentam o espetáculo Ultralight, que estréia no dia 1º de agosto, sexta-feira, no Teatrix, às 21h30. O texto – assinado por Jarbas Capusso Filho – tem direção de Tatiane Daud e interpretação de Edi Fonseca e Zeza Mota. A montagem é um recorte na vida de duas irmãs que se reencontram, depois de 20 anos. Suzana (Zeza), uma escritora bem sucedida que revela suas fraquezas no decorrer da peça, retorna à sua casa para encontrar a irmã Julia (Edi), uma mulher obcecada pelo espírito de Marylin Monroe, prisioneira da violência e das assombrações da infância. Na definição do autor Jarbas Capusso Filho, “Ultralight é a peça da solidão mútua, coletiva; do auto-abandono à distância, que engole o tempo que conspira desde a infância contra todos nós”. E completa: “Ultralight fala das armadilhas na sala de jantar e das minas enterradas no chão da cozinha ou nas areias da praia”. A peça tem ainda a colaboração de Otavio Martins no dramaturgismo, atuando ao lado da diretora na parte conceitual da montagem. Segundo ele, “esse texto representa o amadurecimento da dramaturgia de Jarbas Capusso, um estágio natural na evolução do texto simples, mas cheio de conteúdo”. Ele também afirma que o texto promove o desafio de colocar em cena dois papéis femininos atípicos, densos, impactantes e com uma carga emocional incomum na dramaturgia realista. “Esta gradação de emoções em personagens fortes exige muito das atrizes”, complementa. Espetáculo: Ultralight Texto: Jarbas Capusso Filho Direção: Tatiana Daud Dramaturgue: Otavio Martins Elenco: Edi Fonseca e Zeza Mota Cenografia, figurinos e adereços: Flavia Garrafa Concepção de luz: Pedro Garrafa Trilha Sonora original e sonoplastia: Diego Sanchez Trindade Estréia: Dia 1º de agosto – sexta-feira – às 21h30 Teatrix – www.teatrix.com.br Rua Peixoto Gomide, 1066 – Jd. Paulista/SP – Tel: (11) 3285-0939 Duração: 60 min – Gênero: Drama – Censura: 14 anos Temporada: sextas-feiras – às 21h30 - Até: 29/08/08 60 lugares. Ar condicionado. Assistente de direção: Carol Ferretti Comunicação visual: Otavio Martins Fotos: Jô Capusso Produção executiva: Brancalyone Produções Artísticas Produção: Na Companhia de Mulheres Realização: Na Companhia de Mulheres e Cooperativa Paulista de Teatro Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br
LIA CORDONI – Teatro Municipal de Santo André apresenta: LIA CORDONI e banda com o espetáculo cênico-musical Samba-Fusão do samba-rock ao samba-jazz pré-lançamento do CD Canções de Jairo Cechin 24 e 31 de julho às 20h Pça IV Centenário 01-Paço Municipal Centro-Santo André/SP (F:11.4433-0789) Informações: www.liacordoni.com "O Samba-Fusão trata-se de um projeto autoral inspirado em pesquisas acerca das várias vertentes do samba, desde o samba-canção e a bossa-nova, até o partido alto e o samba-rock. Uma característica marcante deste trabalho é a criação de um 'samba estilizado', através de sua fusão com outros gêneros musicais, como o samba-jazz e o samba-soul. As canções, inéditas, são de autoria do compositor Jairo Cechin, e foram criadas exclusivamente para a voz expressiva e singular da cantora Lia Cordoni." Participações Especiais: 24/07: Flávio Bala e Neuza Pinheiro 31/07: Kleber Albuquerque, Fernando Sardo e Bira Azevedo. Ingressos à venda na bilheteira do teatro, nos dias 23, 24 e 31 de julho. R$16,00 e R$8,00 (estudante) Formação: Violão e Vocais: Jairo Cechin; Piano,Teclados e Arranjos: Leandro Marques Contra-Baixo e Vocais: Danilo Vianna Bateria: Alê Damasceno
TEATRO DO OPRIMIDO - Estão abertas as incrições para a segunda fase do projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, para representantes de Pontos de Cultura e Instituições sócio-culturais. O projeto, que tem o objetivo de formar novos agentes multiplicadores da metodologia do Teatro do Oprimido, acontece na Paraíba, Ceará, Bahia e Maranhão entre 21 de julho e 29 de agosto. As inscrições acontecem até cinco dias antes da realização de cada etapa e devem ser feitas através de um termo de adesão, que deve ser preenchido pelo representante do Ponto de Cultura ou instituição interessada, sendo solicitado a cada um dos responsáveis pelos pólos, via e-mail: Contatos e outras informações: claudio.pressao@ctorio.org.br (PB); claudiasimone@ctorio.org.br (CE); helensarapeck@ctorio.org.br (MA); geobritto@ctorio.org.br(BA).
BARBARA RODRIX E APÁ SILVINO - Show no TOM JAZZ 24 de julho quinta-feira - 22h em São Paulo. Ambas cantam. Ambas compõem. No show, dividem-se e se juntam para apresentar canções inéditas - cada uma pretende lançar um disco em 2008. Em comum, além das músicas, elas dividem os parceiros letristas, quase todos ligados ao Clube Caiubi de Compositores (que também é virtual: www.clubecaiubi.com.br . No show há composições das duas com nomes como Zé Rodrix (pai de Barbara), Alexandre Lemos, Ricardo Soares, Sonekka, Gilvandro Filho, Elder Braga, Léo Nogueira e Zé Edu Camargo. Veja Apá Silvino myspace.com/aparecidasilvino & http://clubecaiubi.ning.com/profile/aparecidasilvino Bárbara Rodrix www.myspace.com/barbararodrix & http://clubecaiubi.ning.com/profile/BarbaraRodrix TOM JAZZ Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis Telefone: (11) 3255-3635 www.tomjazz.com.br Horário de abertura da casa: 20h Horário de show: 22h
RICARDO GUIDARA – O cineasta Ricardo Guidara, 25 anos, que acaba de estrear "Cet Amour" no Reserva Cultural e de ser premiado com o 1º lugar no Quick Flick World por "Docinho", vídeo experimental inspirado na obra de Quentin Tarantino, está em fase de finalização de "Bicicuba", documentário rodado na ilha de Cuba momento antes do ditador Fidel Castro anunciar sua renúncia após 49 anos no poder. Com estréia prevista para dezembro deste ano, o longa tem 60 minutos e traz imagens inéditas do lugar e depoimentos de poetas, músicos, estudantes e outros formadores de opinião sobre seu líder, a revolução e aspectos sociais, econômicos e culturais da ilha que, já com os rumores de um comandante doente, se encontrava em um delicado e esperado momento de transição. Gravado entre dezembro de 2007 e janeiro de 2008, o documentário tem formato digital e 56 horas de gravações, resultantes do estreito acompanhamento que Ricardo Guidara fez da viagem de Marcelo Siqueira pela ilha socialista a bordo de uma bicicleta. No blog sobre o filme (http://bicicuba.blogspot.com), o cineasta conta que o documentário registra a passagem do ciclista-ativista Marcelo Siqueira a partir de Havana. Ele parte do Brasil com o objetivo de estudar a relação que, a partir da década de 90, os cubanos passam a ter com a bicicleta. "Os moradores da ilha tiveram sérias dificuldades de abastecimento enegértico e material. Trocaram seu açúcar por bicicletas chinesas e a população, mesmo faminta, começou a se locomover assim", explica o diretor. Ronin: O Viajante Outro documentário de Ricardo Guidara é "Ronin: O Viajante", que ainda está em fase de captação de recursos. O longa, que será rodado no Japão, é o grande projeto de Ricardo Guidara atualmente. Como bem descreve o cineasta no blog do documentário (http://roninoviajante.blogspot.com/), o filme, que tem realização da Zingamedia, mostra a trajetória de Renshi Leandro Omini, um jovem samurai brasileiro em busca das origens de sua arte, o Kendô. Agenda agitada: Formado em design gráfico e estudante de artes visuais na Unesp, Ricardo Guidara ressalta a preferência pela linguagem plástica. "Ultimamente, cinema é o que me dá mais prazer, embora essa linguagem também seja mais trabalhosa. Em vez de criar uma tela, eu acabo pintando 24 quadros por segundo. Ao mesmo tempo, eu sempre pinto antes de fazer um filme, o que gera uma perfeita comunhão das duas artes", explica o diretor. Em São Paulo, Ricardo Guidara já é bem conhecido por seus trabalhos como assistente de direção na Trattoria Filmes e na O2 Filmes, bem como pelas exposições na Galeria Casa da Xiclet. Além dos documentários "Bicicuba" e "Ronin: O Viajante", Ricardo Guidara ainda está envolvido na direção de outros filmes e três videoclipes, o que o coloca, hoje, na lista dos jovens cineastas que mais produzem no Brasil. Seu trabalho é freqüentemente requisitado por bandas alternativas e de rock. Tanto que foi convidado a gravar o clipe do Forgotten Boys, que o inspirou a dirigir um curta-metragem (ainda em produção) com trilha sonora da banda. Essa parceria é antiga: o cineasta já trabalhou com o Forgotten Boys em "Na Mira". Lançado no Cinesesc em agosto do ano passado, "Na Mira" revela a preocupação do diretor de unir poesia, conteúdo, plástica e visual em uma única obra. Com trilha sonora de Gabriel Dib e do Forgotten Boys, a produção é o primeiro filme do diretor. Artista plástico inquieto e que coloca os seus traços a serviço de diversas causas de sua arte, Ricardo Guidara, que também é grafiteiro, é formado em design gráfico e faz o 3º ano da faculdade de artes visuais na Unesp. Em São Paulo, ele é bem conhecido pelos trabalhos na assistência de direção na Tratoria de Filmes e na O2 Filmes, e pelas exposições na Galeria Casa da Xiclet. Caso queira conhecer o trabalho dele, acesse o canal http://www.vimeo.com/guidara Info: Kathia Natalie 3081-2273 / 9532-7255 CONTATO COM A IMPRENSA Para baixar fotos, vídeos ou solicitar entrevista: Kathia Natalie (assessoria de imprensa)– 11 9532-7255 / 3081 2273 kathianatalie@gmail.com Ricardo Guidara – 11 9902-6326 rguidara@gmail.com
DIÁLOGO INÚTIL DO ABISMO COM A QUEDA - Cia de Orquestração Cênica convida para a nova temporada da comédia dramática Diálogo Inútil do Abismo com a Queda, no Espaço dos Satyros 2, de 5 de julho a 31 de agosto, aos sábados e domingos 19h. Sinopse Inspirada na obra de Beckett, a peça utiliza a linguagem dos HQs e desenhos animados para contar a história de um casal de velhos que estão juntos há 350 anos e voltam ao local em que casaram para se separar.Texto e direção: Cesar Ribeiro Com: Ruy Andrade, Ulisses Sakurai e Paulo Campos Duração: 60 minutos Idade: 12 anos Lotação: 70 lugares. 5 de julho a 31 de agosto Sábados e domingos 19h Espaço dos Satyros 2 Praça Roosevelt 124 São Paulo 3258.6345
AVA ARAUJO – Dia 22 de julho de 2008 – terça-feira, às 19:30h - a cantora Ava Araujo faz show no FESTIVAL VITÓRIA BOSSA NOVA - Estação Porto - Vitória/ES. No repertório do show músicas de Antônio Carlos Jobim, Flávio Chamis, Filó Machado, além de composições próprias. Ava Araujo iniciou sua carreira como cantora popular no início dos anos noventa. Fez aulas de teoria e canto na Escola de Música do Espírito santo – ligada ao Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Estudou violão popular com o grande professor Everaldo Pinheiro. Na capital federal onde residiu por alguns anos, participou de vários espetáculos em projetos como o Temporadas Populares e Arte por Toda Parte. Diversos outros shows também foram feitos em importantes teatros da cidade com excelente resultado de público e de crítica como na Sala Martins Penna no Teatro Nacional Cláudio Santoro, Teatros do Sesc, Teatros da Funarte, Teatro dos Bancérios, dentre outros. De volta à sua terra natal, recentemente participou do projeto Maria Maria 2008, com apresentações no Teatro do Sesi e na inauguração do Teatro Municipal de Viana. Mais informações em: www.myspace.com/araujoava Serviço: Show: AVA ARAUJO Local: Estação Porto - Vitória – ES Data: Dia 22 de julho Horário: 19:30 horas Censura: Livre/ENTRADA FRANCA
NATALIA MALLO - (Trash pour 4 e Gato Negro Tango Trio) estréia carreira solo com "Qualquer Lugar" Show de lançamento do cd no Photozofia Arte & Cozinha Largo São Sebastião, 105 - centro - São Francisco Xavier - reservas: 012 3926 1406 Desde que chegou ao Brasil há mais de uma década, Natália Mallo vem fazendo seu disco de estréia. QUALQUER LUGAR é a quinta versão do trabalho solo de uma argentina que já veio sem o sotaque portenho e com o tempo aprendeu a perder o sotaque das influências musicais. Gravadas entre março e agosto de 2007 no Estúdio São Macário, QG do Trash Pour 4, grupo do qual Natália participa como cantora e baixista, as nove músicas do CD consumiram o mínimo em termos de parcerias, arranjos, instrumentos, músicos, canais e horas de estúdio, um caso mais de apuro e inteligência do que economia. Natália queria espaço interno, silêncio carregado de discursos, momentos instrumentais longos. Honestidade. O trabalho de Natália até então se dividia entre o pop, o conceitual e a síndrome de underground, que não se permite fazer um trabalho mais comercial, temendo estar preocupando-se mais com a forma do que com o conteúdo. Mariá Portugal, outra integrante do TP4, que assina a co-produção de QUALQUER LUGAR, veio para trazer distanciamento, dar pitacos, eliminar acordes.
LOOP B & PEDRO OSMAR – SARAU ASTRONÔMICO - música, poesia e observação do céu: Você vê o céu noturno da cidade através de telescópios e ouve informações sobre os astros. LOOP B e PEDRO OSMAR tocam as músicas do cd Farinha Digital, integração entre a viola nordestina e a eletrônica mais a percussão nos objetos ready-made. Próxima sexta, 18 de julho, 20h no jardim suspenso do Centro Cultural GRATIS Rua Vergueiro 1000 - Metrô Vergueiro.
MARIA GADU & LEANDRO LEO no Capim Limão Quinat e sexta, 21:30H Sábado Forró - 20h a 1h Eletro house - 1h a 6h Domingo Churrasco 11 as 15h e LOUNGE PARTY (eletro house)- 21H ÀS 06H Capim Limão é a mais nova opção para quem curte um estilo de vida saudável, boa música e cardápio light bem no coração da Barra. Aberto de quinta a domingo de 10h 'as 6 da manhã. Av. Olegário Maciel, 135 Barra da Tijuca 2491 6401 www.capimlimao.com
TEATRO GREGO – COMÉDIA A comedia na Grécia Antiga estava sustentada na sátira político, cujo principal nome é Aristófanes, tendo-se registro também de Menandro. Aristófanes (c. 447 a.C. - c. 385 a.C.) nasceu em Atenas, na antiga Grécia e viveu a época de maior grandeza da cultura ateniense e também viu o início da guerra do Peloponeso, que terminou em 404 com a sujeição de Atenas a Esparta. Ele era um hábil poeta, dotado de grande imaginação, um aristocrata inimigo da democracia ateniense, que escreveu uma obra permeada de piadas obscenas. Tinha como alvo os deuses, colocados sempre em situações grotescas, e os políticos democratas de seu tempo em caricaturas. Ele ironizava governantes e intelectuais, criticava a Guerra do Peloponeso e defendia os valores morais tradicionais. Um de seus principais alvos era Sócrates, um subversivo que incitava a população a romper com a moral segundo o comediógrafo. Ele é um autor extremamente sarcástico que dirigiu críticas contra os elementos que julgava responsáveis pela decadência de Atenas, contra seus companheiros de ofício, especificamente na peça “As festas de Deméter” quando atacou Eurípedes e seu teatro "moderno" que era cheio de sutilezas retóricas e que invocava outros deuses e não os tradicionais membros do Olimpo. Também era contra os filósofos, como em “As nuvens” critica a filosofia representada na pessoa de Sócrates. Aristófanes era considerado por seus contemporâneos como o principal autor de comédias de sua época. De sua obra resistiram ao poder do tempo 11 peças, a maioria delas obteve grande sucesso nas Dionísticas, são elas: Os acarnianos (425), Os cavaleiros (424), As nuvens (423), As vespas (422), A paz (421), As aves (414), Lisístrata (411), Tesmofórias (411), As rãs (405), A assembléia de mulheres (392) e Pluto (388). O seu teatro era um espetáculo com a finalidade de provocar o riso, o que lhe garantiu, desde o início, maior liberdade e vitalidade. As encenações se davam ao ar livre e sempre contavam com a presença de um grande público. Todos atores eram do sexo masculinos e usavam máscaras como artifícios de representação. Em geral, as peças retratavam os problemas existenciais do ser humano, suas paixões, angústias e dificuldades de enfrentar as armadilhas que o destino colocava. Eram momentos de importantes reflexões que contribuíam para educação e formação dos gregos. A estrutura da comédia grega se dava com um prólogo, onde havia exposição do conhecimento, um párodo, onde havia intervenção inicial do coro, o Ágon, quando ocorria o debate entre os personagens e o Êxodo, que era a intervenção de episódios breves e esclarecedores.
FONTE: AMARAL, Maria Adelaide et al. Teatro vivo: introdução e história. São Paulo: Abril, 1976. ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Abril, 1978. BARATA, José Oliveira. Estética teatral. Lisboa: Morses, 1981. _______. Didactica do teatro: introdução. Coimbra: Almedina, 1979. BRANDÃO, Junito. Teatro Grego: Origem e Evolução. São Paulo: Ars Poética. 1992. CÁCERES, Florival. História Geral. São Paulo: Moderna, 1996. CAMPOS, Geir; GUZIK, Alberto; SILVEIRA, Miroel; FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. GONÇALVES, Júnia. Teatro grego. São Paulo: Abril Cultural, 1980. COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980. FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1964. KÜHNER, Maria Helena. Teatro popular: uma experiência. Rio de Janeiro: F Alves, 1975. MACHADO, Maria Clara. Teatro. Rio de Janeiro: Bloch/Fename, 1980. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1985. MORENO, J. L. O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus, 1984. PIGNARRE, Robert. História do Teatro Grego. Lisboa: Europa-América, 1979. REDONDO JUNIOR. O teatro e a sua estética. Lisboa: Arcádia, 1978. REZENDE, Antonio Paulo & DIDIER, Maria Thereza. Rumos da História. São Paulo: Atual, 2001. SOUZA, J. B. de Mello. Teatro grego. Rio de Janeiro: W.M. Jackson Inc, 1950.
MEUS PARACHOQUES – O espetáculo “Meus Pára-Choques” conta a história de uma família de palhaços que apronta divertidas confusões trazidas por esquetes tradicionais circenses. A mãe precisa de ajuda para limpar a casa e, para convencer sua preguiçosa família a ajudá-la, inventa que haverá uma festa de aniversário. Os palhaços se empolgam com a idéia e começam a limpeza. A partir daí cenas no estilo pastelão fazem a platéia se divertir muito. Compõem o espetáculo Paulo Vinícius, Fabricia Ouríveis, Gallo Cerello e Elena Cerântola. Circo Vox www.circovox.com.br Info: Silvia Ferreira - CONTATO: (11) 5181.0662 FAX: (11) 5181.0807 SILVIA@CIRCOVOX.COM.BR
Foto: Renato Chiapetta.
AS OLIVIAS PALITAM - O espetáculo As Olívias Palitam, de Andréa Martins, reestréia no dia 9 de agosto, sábado no Teatro Jardim São Paulo, às 21 horas. A comédia, dirigida por Victor Bittow, apresenta um quarteto de mulheres altas e magrelas que resolveram transformar sua inadequação ao mundo em puro humor. No espetáculo, as atrizes Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer interpretam esquetes cômicos inusitados, utilizando um humor rápido e inteligente e abusando da improvisação. As cenas vão desde um grupo de amigas que estudam as regras do futebol até um workshop que ensina os homens a se comportarem no fatídico “dia seguinte”. Além, é claro, das hilárias paródias de hits da década de 80, que se tornaram uma marca do grupo, como a música “Longilíneas Demais” (uma brincadeira com “Total Eclipse of the Heart”, de Bonnie Tyler). O grupo: As Olívias Soluções em Comédia surgiu nos corredores da Escola de Arte Dramática (EAD-USP), em 2004. O espetáculo As Olívias Palitam estreou em 2005 e, desde então, tem sido um grande sucesso no circuito de humor de São Paulo. Entre outros projetos, As Olívias já participaram de edições do Midnight Clowns, com os Doutores da Alegria, e do Nunca se Sábado, competição entre grupos de humor do Teatro Folha, em São Paulo, onde foi um dos grupos recordistas de permanência no projeto. Também foi destaque no II Festival Internacional de Humor Feminino “Esse Monte de Mulher Palhaça”, no Rio de Janeiro, em 2007, e, em 2008, do Janeiro Brasileiro da Comédia, em São José do Rio Preto, um dos principais festivais do gênero no país. Entre fevereiro e maio de 2008, As Olívias levaram seu espetáculo para 12 cidades do interior paulista dentro do projeto Viagem Teatral, do SESI-SP, realizando, em seguida, temporada de grande sucesso no Teatro Popular do SESI, em São Paulo. Serviço: Espetáculo: As Olívias Palitam Com As Olívias Soluções em Comédia - www.asolivias.com.br Texto: Andréa Martins Direção: Victor Bittow Elenco: Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer. Reestréia: Dia 9 de agosto – sábado – às 21 horas Local: Teatro Jardim São Paulo - http://www.jardimsaopaulo.com.br/teatro Av. Leôncio de Magalhães, 382 - Jardim São Paulo – Zona Norte, Te: (11) 2959-2952 - Ind. Idade: 14 anos - Duração: 90 min – Comédia Temporada: Sábados – ás 21 horas – Até: 27/09/2008 Vendas pela internet: www.ingresso.com.br Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA Tel: (11) 3079-4915 / (11) 9373-0181 – eliane@verbena.com.br
MIRIANÊS ZABOT & RODRIGO DEL ARC - A cantora gaúcha Mirianês Zabot (27 anos), radicada em São Paulo desde 2006, começou a cantar aos treze anos. Shows, festivais, bares, corais, diversas bandas, experiências em estúdio constam em sua trajetória musical. Participou também do OctOpus I, Cd solo de Galdino, violinista d' O Teatro Mágico, cantando a música Hedonista. Em fase de finalização, seu primeiro CD 'MOSAICO FOTO-PROSAICO', conta com a produção e contrabaixo de Itamar Collaço (Zimbo Trio e Triálogo), arranjos e piano de Mário Boffá e bateria de Pérsio Sápia, com lançamento previsto para 2008. O trabalho mostra a força da música popular brasileira.O repertório de seu show passeia entre diversos ritmos musicais, como samba, baião, balada, afoxé, bossa-nova, entre outros. Além das músicas inéditas de seu CD, interpreta canções de grandes ícones da nossa música. Rodrigo Del Arc - www.myspace.com/rodrigodelarc Jovem cantor paulistano, Rodrigo Del Arc traz na bagagem a diversidade cultural e musical adquirida nos anos em que morou no exterior, na Suíça, na Tailândia e algumas temporadas nos Estados Unidos. Agora, de volta ao Brasil, está gravando o disco A KIND OF BOSSA, que traz influências musicais variadas somadas ao toque brasileiro, em especial a Bossa Nova, seu estilo de musica preferido. O disco conta com a participação de grandes músicos, dentre eles o baixista Fernando Nunes (Zeca Baleiro, ex-Cássia Eller), o violonista Marcus Mazza (Leci Brandão), o violinista Galdino (O Teatro Mágico, OctOpus), e o percussionista Alex Reis (Belchior, Sá & Guarabira). KIND OF BOSSA tem a produção musical de Nick Gutierrez e Edu Maranhão, que também assinam, junto com Rodrigo Del Arc, as composições e arranjos do disco, previsto para ser lançado em setembro. O repertório do show inclui releituras inusitadas de música pop em versão bossa-nova, além das músicas do Cd. MOSAICO FOTO-PROSAICO – MIRIANÊS ZABOT - Mosaico Foto-Prosaico - Mirianês Zabot A Kind Of Bossa - Rodrigo Del Arc Dia 01 de agosto - 22h Pedaço da Vila Rua Original, 103, Vila Madalena, São Paulo Mirianês Zabot - www.mirianeszabot.com.br Comunidade Orkut: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=31998178 MySpace: www.myspace.com/mirianeszabot
A HORA E VEZ DE AUGUSTO MATRAGA – Arteatrando apresenta o espetáculo "A Hora e A Vez de Augusto Matraga" adaptação do conto de mesmo nome e que faz parte do livro Sagarana. Contato & Mais informações: Casa do Teatro - Rua Barão de Campinas, 619 – Centro – Amparo – SP Tel: 3817 1058 – casadoteatro@ig.com.br, http://casadoteatro.spaceblog.com.br
BEATRIZ DOS ANJOS – Espetáculo de Beatriz dos Anjos no ponto de cultura Lira de Ouro, em Caxias – RS, a partir do dia 27 de julho, domingo. sempre às quintas e domingos, às 20h. e abrindo a temporada do espetáculo: dia 23, quarta, também na lira de ouro! Línguas, fetiches, música, performance, cama!
FESTIVAL BNB DE MÚSICA INSTRUMENTAL - O Festival BNB da Música Instrumental no período de 16 de julho a 02 de agosto, com 43 formações instrumentais oriundos de nove estados de três regiões brasileiras (Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia, da região Nordeste; Mato Grosso e Distrito Federal, do Centro-Oeste; e Rio de Janeiro e São Paulo, do Sudeste), movimentando mais de 200 músicos, INFORMAÇÕES ADICIONAIS: André Marinho (coordenador geral do III Festival BNB da Música Instrumental) – (85) 3464.3181 / 9111.1090 – andreluismm@bnb.gov.br Henilton Menezes (gerente de Gestão da Cultura do BNB) – (85) 3464.3109 / 8635.6064 – henilton@bnb.gov.br Carmen Paula (gerente-executiva do CCBNB-Fortaleza) – (85) 3464.3111 / 8635.6031 – cpaulavm@bnb.gov.br Anastácio Braga (gerente-executivo do CCBNB-Cariri) – (88) 3512.2855 / 8802.0362 – anastacio@bnb.gov.br Ricardo Pinto (gerente-executivo do CCBNB-Sousa) – (83) 3522.2980 / 8802.3757 – yuca@bnb.gov.br Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br
VIII ENCONTRO REGIONAL DA ABEM CENTRO-OESTE - 1º Simpósio sobre o Ensino e a Aprendizagem da Música Popular III Encontro Nacional de Ensino Coletivo de Instrumento Musical http://abemco.ida.unb.br Brasília: 21, 22 e 23 de agosto de 2008 Tema: Educação Musical – Diversidade musical e o papel da escola A temática proposta considera a necessidade de se promover uma discussão na área de Educação Musical sobre a diversidade de músicas, de saberes, conhecimentos e identidades que existem e circulam nas práticas musicais da cultura, e neste panorama, analisar o compromisso sócio-educacional da escola formal e do educador musical. Trata-se também de um momento histórico para a área, uma vez o Projeto de Lei 2732/2008, que propõe a obrigatoriedade do ensino de música na Educação Básica, já foi aprovado no Senado e na Câmara dos Deputados Federais. Este encontro, que congregará três importantes eventos da área, pretende transitar em temas que contemplem educação musical escolar, não escolar, ensino especial, a formação continuada de professores de música, o ensino e aprendizagem da música popular, e o ensino coletivo de instrumentos. Comissão Organizadora Dra. Cristina Grossi (UnB – Coordenação Geral) Dra. Maria Isabel Montandon (UnB – Coordenação III Enecim) Ms. Alciomar Oliveira dos Santos (UnB – Chefe de Departamento) Dr. Carlos Galvão (EMB – Diretor da Escola de Música de Brasília) Ms. Renato Vasconcellos (UnB – Coordenação Artística) Ms. Manoel Camara Rasslam (UFMS – Coordenação ABEM-CO) Ms. Simone Lacorte (EMB – DF – Coordenação da Comissão Científica) Ms. Uliana Dias Ferlim (EMB – DF – Coordenação de Captação) Mini-cursos: serão em torno de 15 mini-cursos, distribuídos em dois locais e horas diferentes. Divulgação a partir de 15 de julho. ABERTA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS – em anexo (Relato de Pesquisa Concluída ou em Andamento / Relato de Experiência) – até 02 de agosto. INSCRIÇÕES – informações em http://abemco.ida.unb.br; a partir de 15 de julho.
NÔ STOPA – Curta o som acessando: www.myspace.com/nostopa
OVO FRITO - de 15 a 18 (terça a sexta) sempre às 21h
ALEXANDER GLAZUNOV – O compositor, professor e maestro Aleksandr Konstantinovich Glazunov nasceu em São Petersburg, a 10 de agosto de 1865 e faleceu com 71 anos de idade, em 21 de março de 1936. Ele foi diretor do Conservatório de sua cidade natal e, posteriormente, do Conservatório de Leningrado, tendo como aluno Dmitri Shostakovich. Dotado de talento incomundo, Glazunov tornou-se exímio no preparo da orquestração, compondo na juventude a sua primeira Sinfonia, uma peça de concepção tão esmerada e chave para sua carreira, despertando a admiração de Liszt e amigo de Rimsky-Korsakov. Na Revolução Russa foi encarregado de reformar a estrutura do Conservatório de Leningrado, do qual foi nomeado diretor, dedicando-se ao desenvolvimento da cultura musical soviética. Escreveu considerável obra, compondo 9 Sinfonias, um grande repertório de outras peças orquestradas, como o poema sinfônico Stenua Razin, o quandro sinfônico O Kremlin, a musica descritiva e de caráter nacionalista, a fantasia orquestral O mar, Rapsódia Oriental, Ouverture Carnaval, vários quartetos, concerto para violinos, para piano e orquestra, para celo e piano, prelúdios, valsas, cantata, ópera e requiem. Seu prestigio o fez excursionar pela Europa e Estados Unidos, tendo renome em seu país de origem.
FONTE: MONTALVÃO, Alberto. No mundo da música. Rio de Janeiro: Spiker, 1958. RIBEIRO, Wagner. História da música na América. São Paulo: FTD, 1965.
O TOQUE – MÚSICA INDEPENDENTE DO BRASIL é uma publicação idealizada por Graco, Marcelo Abud, Marilia de Lima e Reynaldo Bessa, editado por Toninho Séssoto, Marcelo Abud, Reynaldo Bessa e Fabian Chacur contando com uma rede de contatos, r4esenhas, lançamentos, podcats, notícias, textos, colunistas, colaboradores e muito mais. Lá também estou eu participando entre os colaboradores. Se quiser me ver e ver outras coisas lá é só acessar: O TOQUE.
TEATRO GREGO - TRAGÉDIA GREGA - A tragédia, em seu estágio seguinte, se realizou com a representação da primeira tragédia, com Téspis. A introdução de segundos e terceiros atores nas tragédias veio com Ésquilo, Eurípedes e Sófocles. A estrutura da tragédia era apresentação de um prólogo como cena introdutória, os párodos que eram cantos de entrada do coro, os episódios que era aparte correspondente aos atos modernos, a stásima que era o canto do coro entre os episódios e o êxodo, que era o canto coral ou cena final A tragédia visava contribuir para educação intelectual, moral e cívica dos cidadãos, discutindo seus problemas sociais e da pólis. A tragédia também não se Preocupava com a composição psicológica individual das personagens, porque os principais conflitos não eram os dos indivíduos entre si, mas aqueles que existiam entre os indivíduos e o Universo. ÉSQUILO – Ésquilo (525 – 456 a.C.) era um veterano da batalha de Maratona, acreditava que a dor levava ao conhecimento e que havia uma justiça divina que não poderia ser violada sem que houvesse uma punição proporcional. Seus dramas tratavam da luta do indivíduo contra a moral. Ele defendia a submissão total do homem às forças sobrenaturais, aceitando toda a antiga mitologia religiosa do mundo grego. Eram as divindades que, por meio de uma ação direta, sem qualquer resquício de piedade ou justiça, manipulavam os destinos humanos. Por maldições hereditárias, os homens estavam submetidos à vingança a ao ciúme dos deuses, que lhes enviavam inúmeras provocações. SÓFOCLES - Sófocles (496 – 406 a.C.) era conhecido pela capacidade de retratar as figuras humanas em suas poesias, com emoções delicadas e desejos intensos. Gostava de apresentar homens de boas intenções em conflito com o destino, tomando atitudes imprudentes e rumando para a própria desgraça. Com isso, defendia a liberdade humana, mas que as ações deveriam ser moderadas e proporcionais para não terem conseqüências infelizes. Embora não abandonando a religiosidade tradicional, retirou a primazia dos deuses sobre a definição dos destinos humanos. O homem, considerado por ele a obra mais admirável, continua submetido ao destino. Mas este era menos opressivo e mais ligado às noções de justiça e responsabilidade. Suas personagens eram mais psicológicas, raciocinavam e matizavam seus comportamentos, que variavam desde a violência apaixonada até os mais sutis sentimentos. EURÍPEDES - Eurípedes (480 – 406 a.C.) era um crítico das tradições religiosas, por ele julgado como inverossímeis ou mesmo imorais. Ele era um descrente, individualista e humanista dotado de imaginação muito fértil, que colocou os humildes como personagens de seus dramas. Estes superavam, em nobreza virtuosa, os heróis e heroínas por eles dotados de paixões e fraquezas humanas. Suas tragédias tinham como cenário aldeias humildes. Os temas eram a simpatia pelos escravos, a condenação à guerra e a exclusão das mulheres da vida social e política. Racionalista, levou ao teatro grego os conflitos humanos, as reflexões a respeito da moral vigente, a guerra, a educação e até o poder dos deuses, sempre com abordagem crítica. Entre os mais importantes autores gregos, nenhum se importou tanto com o sofrimento humano quanto Eurípides.
FONTES BIBLIOGRÁFICAS AMARAL, Maria Adelaide et al. Teatro vivo: introdução e história. São Paulo: Abril, 1976. ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Abril, 1978. BARATA, José Oliveira. Estética teatral. Lisboa: Morses, 1981. _______. Didactica do teatro: introdução. Coimbra: Almedina, 1979. BRANDÃO, Junito. Teatro Grego: Origem e Evolução. São Paulo: Ars Poética. 1992. CÁCERES, Florival. História Geral. São Paulo: Moderna, 1996. CAMPOS, Geir; GUZIK, Alberto; SILVEIRA, Miroel; FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. GONÇALVES, Júnia. Teatro grego. São Paulo: Abril Cultural, 1980. COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980. FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1964. KÜHNER, Maria Helena. Teatro popular: uma experiência. Rio de Janeiro: F Alves, 1975. MACHADO, Maria Clara. Teatro. Rio de Janeiro: Bloch/Fename, 1980. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1985. MORENO, J. L. O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus, 1984. PIGNARRE, Robert. História do Teatro Grego. Lisboa: Europa-América, 1979. REDONDO JUNIOR. O teatro e a sua estética. Lisboa: Arcádia, 1978. REZENDE, Antonio Paulo & DIDIER, Maria Thereza. Rumos da História. São Paulo: Atual, 2001. SOUZA, J. B. de Mello. Teatro grego. Rio de Janeiro: W.M. Jackson Inc, 1950.
UMA NOITE NA ÓPERA – O concerto Uma noite na Ópera – que acontece no dia 18 de julho, sexta-feira, no Theatro São Pedro, às 21 horas – reúne quatro renomados solistas da música erudita paulistana: Luiza de Moura (soprano, foto acima), Eduardo Pinho (tenor), Sebastião Teixeira (barítono) e Eduardo Janho-Abumrad (baixo). O espetáculo tem direção cênica de Walter Neiva. Acompanhados pelo pianista João Moreira Reis, os cantores interpretam obras de Verdi, Carlos Gomes, Bizet, Gounod e Donizetti nas formações duetos, trios, quartetos e solos. O espetáculo tem ainda participação do pesquisador de música lírica Sérgio Casoy, que atua como narrador das peças apresentadas. Uma noite na Ópera foi idealizado por Luiza de Moura que, depois de cinco anos longe dos grandes palcos, comemora sua volta em grande estilo. A produção do espetáculo também tem sua assinatura. “A participação desses artistas no projeto se deve, principalmente, à minha admiração pelo trabalho e pela excelência artística de cada um deles”, comenta o soprano. Luiza, Abumrad e Moreira Reis são amigos, conviveram em Milão, onde moraram no início dos anos 90, e até hoje desenvolvem juntos atividades musicais. Sebastião Teixeira é também seu amigo de longa data e parceiro de palco; já Eduardo Pinho, com quem cantou recentemente, ela justifica o convite pelo “timbre maravilhoso e grande musicalidade” desse tenor. “A presença de Walter Neiva, na direção cênica, e a narração de Sérgio Casoy, completam o círculo de amizade e respeito profissional que envolve o evento”, conclui Luiza de Moura. Concerto lírico: Uma Noite na Ópera Solistas: Luiza de Moura (soprano), Eduardo Pinho (tenor), Sebastião Teixeira (barítono) e Eduardo Janho-Abumrad (baixo). Pianista: João Moreira Reis Direção de cena: Walter Neiva Apresentação/narração: Sérgio Casoy Dia 18 de julho – sexta-feira – às 21 horas Local: Theatro São Pedro - www.teatrosaopedro.sp.gov.br Rua Barra Funda, 171 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3667-0499 Ingressos: R$ 20,00 – Duração: 1h30 (com intervalo) – Censura: Livre Capacidade: 636 lugares - Bilheteria: quarta a domingo (das 14h às 19h ou até o início dos espetáculos) - Cartões: Visa e Mastercard – Vendas antecipadas - Ar condicionado e acesso universal – Metrô: Marechal Deodoro. Assessoria de imprensa – Eliane Verbena Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br
LANNA RODRIGUES - Shows Lanna Rodrigues RJ e SP - Julho 2008 SHOWS LANNA RODRIGUES www.lannarodrigues.com.br 16/07 - Projeto Popular Rio Music Local : Cine Lapa - RJ - Próximo aos Arcos da Lapa Av. Mem de Sá, 23 - Lapa- RJ as 20:00 hs Show com Participações Especiais de Lanna Rodrigues, André Gabeh entre outros. 18 a 20/07 - Festival de Inverno de Queluz Local : Clube Caneco – Queluz – SP Rua: Prudente de Moraes, s/nº as 21:00 hs Show Gratuito www.lannarodrigues.com.br
MOSTRA RSMB - 7 ANOS - Dias 01 e 02 de agosto será realizado no SESC Pompéia um show em comemoração aos 7 anos da Rede Solidária da Música Brasileira - RSMB. Um evento definido pela Dhara & Madan. No evento estarão Madan, Adolar Marin, Fernando Cavallieri, Dhara, Ubiratan Souza, Lucia Helena, Renio Quintas, dentre outros. Info: Marilia 8106-6737 ou 7859-1845 ou na cooperativa 11-3828-3447 RSMB
SEMCINE - Estão abertas, até o próximo dia 15, as inscrições para participar das mesas redondas do Seminário de Cinema e Audiovisual, que acontece em Salvador (BA), de 21 a 26 de julho. A quarta edição do Seminário vai exibir filmes inéditos na Bahia e no Brasil e apresentar conferências com convidados especiais. O evento se desdobra em quatro frentes: uma mostra informativa, um ciclo de diálogos sobre o audiovisual, um encontro de produtores e a oficina do Produire au Sud, voltada à preparação de projetos visando co-produções internacionais. Programação completa, inscrições e outras informações: www.seminariodecine ma.com.br/.
I FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES CÊNICAS DA BAHIA - O Festival, coloca a Bahia na rota das grandes produções, trazendo a experimentação, a provocação, a investigação para os palcos baianos. Para se inscrever acesse o site www.fiacbahia.com.br, leia as condições e preencha a ficha de inscrição. O Festival acontecerá no período de 24 a 31 de outubro de 2008 e as inscrições estarão abertas até 12 de julho. Info: Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas APOLO HERMILO apolohermilo@yahoo.com.br 55 81 32322028 55 81 32322030
TEATRO MÁGICO – O Teatro Mágico em Maceió! Data: 11 de julho Local: Orákulo Chopperia Horário: 22:00 hs Ingressos à venda: Festas Brasil (GBarbosa Stella Maris) Planeta Alagoas (Shopping Farol) Viva Alagoas (Shopping Iguatemi, Hiper Farol). Informações: 3235-6950
KIKO CONTINENTINO & NIVALDO ORNELAS - Com um currículo de peso e 11 discos solos na bagagem, o saxofonista, flautista, compositor e arranjador mineiro NIVALDO ORNELAS, grife da música instrumental brasileira, apresenta seu show com "Os Três Tenores", no dia 8 de julho, nessa terça-feira, às 19 horas, na Unidade Provisória do Sesc Avenida Paulista. De graça. O músico fará uma tríade de saxofones tenores ao lado de Victor Santiago e Idriss Boudrioua. Também estarão no palco o pianista Kiko Continentino, o baterista Pascoal Meirelles e o contrabaixista Sérgio Barrozo, um time que já acompanhou nomes como Tom Jobim, Elis Regina e Milton Nascimento. No Instrumental SESC Brasil, o música toca composições próprias inéditas, como Modal Frevo, Tijuca, Nova Granada e Carta Aberta e ainda uma seleção do álbum Colheita do Trigo (1990), com Roque Novo, Cello Romanceado, além da música-título Colheita do Trigo. Os shows do Instrumental SESC Brasil são transmitidos ao vivo, pela internet, numa parceria entre o Portal SESC e o IG. Depois das apresentações, os artistas participam de um chat (no mesmo endereço acima) apresentado pela jornalista Patrícia Palumbo. Sobre Nivaldo Ornelas Mineiro de Belo Horizonte, nascido numa família de músicos, cantores e artistas, Nivaldo Ornelas participou da formação do Clube Berimbau, que deu origem ao Clube da Esquina. Ao longo de sua trajetória musical, tocou ao lado de Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Wagner Tiso, Toninho Horta, Nelson Ayres, Oswaldinho do acordeon. Premiado, o instrumentista recebeu, entre muitos outros, o Troféu Villa-Lobos (pelo 1º disco solo, Portal dos Anjos, 1979), Troféu Chiquinha Gonzaga (pelo disco Viagem através de um Sonho, 1983), APCA 1983 como melhor instrumentista de sopro do ano, Prêmio Sharp (pelo CD Arredores, 1999). UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. Acesso para deficientes físicos.
JOZI LUCKA & BANDA - Jozi Lucka + banda no Clube Caiubi de Compositores, onde a música nova se encontra Horário: 31 July 2008 às 20 Local: Teatro Sania Cosmelli Produzido por: Jozi Lucka. Um show com suas composições, além de uma nova paisagem para canções de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Tim Maia, Baden Powell, Mutantes. Veja mais detalhes e RSVP em Clube Caiubi de Compositores: http://clubecaiubi.ning.com/events/event/show?id=2118523%3AEvent%3A22773&xgi=8VB9UL3 Clube Caiubi de Compositores – Uma rede social de produtores, músicos, intérpretes e principalmente, compositores
O CANTIL – 08, 15, 22 e 29 de julho de 2008 terças-feiras, às 20h Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura Censura livre Projeto Terças de teatro 12, 19 e 26 de julho de 2008 sábados, às 19h Teatro do Centro Cultural Bom Jardim Censura livre Entrada Franca Projeto Teatro em Pauta + sobre o espetáculo: http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/797953.html & http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/794480.html & http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=54543 7 Fran Teixeira
MIL AMIGOS DA ÁFRICA VIVA - Turnê internacional de Fanta Konatê e Petit Mamady Keita. Info: http://casadaribeira.no.sapo.pt/act_africaki.html & http://www.myspace.com/castelliinafricafestival Luis Kinugawa - Instituto África Viva Site: http://www.fantakonate.com/ e http://www.africaviva.org.br/(em construção) Ouvir o CD: www.myspace.com/fantakonate Telefone: 11 3368-6049
PRATODOMUNDOVÊ.COM.BR – Lançamento do cd do sítio pratodomundove, com os novos talentos que registraram passagem pelo site. O projeto tem o cunho cultural de promoção de ambas as partes participativas e objetiva angariar recursos para outros projetos culturais que o site atende como: teatro e literatura. Para os talentos participantes, objetiva a inserção de seus trabalhos ,junto as empresas artisticas vinculadas ao projeto. inscrições válidas ate o dia 30 de julho de 2008. Interessados em participar do projeto novos talentos Brasil, acesse o site: http://www.pratodomundove.net.
OFICINA de Teatro Gestual com Luís Igreja Diretor da Companhia do Gesto, Procura-se Hugo, Maria Eugênia e A Margem – 1º módulo - de 21 a 25 de julho. Máscaras (Neutra, abstrata, psicológica e meia-máscara) 2as e 6as de 9h às 13h Carga horária 20h – 2º módulo - de 28 de julho a 01 de agosto Clown 2as e 6as de 9h às 13h Carga horária 20h Local: Café Cultural Rua São Clemente, 409 - Botafogo – RJ As inscrições deverão ser feitas com Anacris através do e-mail anacris@zuccanet.com.br ou tel (21) 2556-5265/8527-0273
43º FEMUP - Festival de Música e Poesia de Paranavaí e 40º Concurso Literário de Contos INSCRIÇÕES ATÉ 30 DE AGOSTO Regulamento e ficha de inscrição em www.novacultura.com.br Info: Amauri Martineli.- Paranavaí - Paraná – Brasil.
A MÚSICA NA GRÉCIA - Conforme já visto, procurar as origens da música é um empreendimento dificílimo, uma vez que a musica é tão antiga como o homem, sendo sinônimo de movimento. Encontram-se registros de que no período pré-diluviano, um chefe da horda bárbara soprou por casualidade um búzio, nascendo uma rústica trombeta que servia para convocar todos da tribo. Depois os chifres de bisão ou antílope passaram a ser usados como buzinas ou berrantes. A harpa e a flauta de Pã são instrumentos antiqüíssimos, sendo encontrados vários vestígios em todos os povos da antiguidade. A harpa egípcia tinha o nome de quinor na Palestina. O nebel era parecido com a lira dos gregos, sendo esta a mais antiga forma instrumental que se tenha notícia. Os povos antigos, egípcios, sumérios, chineses, hindus, caldeus, hititas, praticavam a arte dos sons, por meio do canto e dos instrumentos. Entre as primitivas civilizações era considerada de grande importância, desempenhando funções diversas, desde as de caráter festivo às de caráter fúnebre e fetichista, como encantação, magia, invocação de espíritos, louvações aos deuses e sacrifícios de adoração. Na Grécia antiga são poucos e obscuros os dados encontrados sobre a música. Ela procedia de diversas escalas descendentes de sete notas e consistia essencialmente numa melodia vocal comandada pelos ritmos da poesia e estritamente regulada pela métrica do verso. Não havia acompanhamento propriamente dito, uma vez que os instrumentos como liras, citaras, aulos que espécie de charamelas, permaneciam escravos da melodia principal. Os meios empregados pela música grega, dos tempos de Homero para cá, encontram-se documentos que já indicam certos aspectos da música que não havia ainda uma notação musical propriamente, mas os poemas de Homero parece poderem tomar-se como fato de natureza poético-musical, uma vez que eram cantados. Depois de Homero, a história registra o nome de Terpandro de Lesbo (séc. VII a.C), a quem se atribui, além de grande virtuosidade no tanger a citara, a criação, ou, pelo menos, decisiva influencia no desenvolvimento de uma das primeiras formas poético-musicais gregas, o Nomos (nomoi, no plural), que ele cantava acompanhando-se à citara. Entre os nomes célebres da antiguidade clássica avulta o de Pitágoras de Samos (séc. VI a.C), o precursor da teoria fisico-matematica da música. Foi ele quem calculou as relações dos intervalos entre os graus básicos da escola musical dos gregos, escala que, mais tarde, foi desenvolvida pelos sectários do filosofo e passou à história como escala pitagórica. Ele introduziu também o uso de cordas metálicas para a lira, em substituição às vísceras de animais, até então usadas para tal fim. Aristóxeno, fundador de uma escola celebra, oposta à do filosofo de Samos, escreveu mais de 400 obras e defendeu o principio de que o sentimento e o ouvido devem prevalecer sobre a rigidez matemática dos números. Vê-se, pois, que a música entre os gregos ocupou lugar de honra no processo educacional do povo, havendo para todos a obrigação de saber executar o aulos ou oboé. Além deste, conheciam também a citara, a lira, a harpa, as flautas simples e duplas e instrumentos de ritmo. E Atenas, cabe a Sólon o registro de ter sido o primeiro a usar o canto. Depois Lasos de Hermione trouxe um grupo de poetas para Atenas, precisamente para corte de Hípias dando prosseguimento a fermentação intelectual iniciada na geração anterior ateniense. Houve uma ascensão musical com o Hino a Hermes de autoria anônima, seguido por Sólon. Depois Pratinas e Pindaro. A ética de Pratinas é extremamente rigorosa, e se prende toda a uma questão nova, surgida com a natural evolução dos instrumentos. A ética de Pindaro faz exceção à rigidez pois sua atitude é positiva, não condenatória e não revela nenhuma preocupação com reinstaurar processos ou salvar costumes em perigo, apenas atestando, continuamente, uma crença no poder educativo da arte musical. Cronologicamente, pertence Damon ao apogeu do mundo grego, no século V, com mais exatidão ao próprio momento em que o governo de Atenas acha-se em mãos de quem dará seu nome a todo período: Péricles. Em 444 termina-se a construção, em Atenas, do Odeon, as despesas da edificação haviam corrido por conta do Estado e não da fortuna pessoal de Péricles, acusando-se Damon de ter influenciado esta decisão do governante, sendo os seus crimes apresentados ao julgamento popular, passíveis de aplicação do castigo usual: o ostracismo. A sentença condena Damon e pouco antes de partir para o exílio, pronuncia seu celebre discurso Areopagitico, com o que se impõe à história como o maior teórico musical da época socrática.
BIBLIOGRAFIA: ANDRADE, Mario. Pequena história da música. São Paulo: Martins, 1980. BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1986. _______. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1986. BOULEZ, Pierre. Apontamentos de aprendiz. São Paulo: Perspectiva, 1995. CANDÉ, Roland. História universal da música. São Paulo: Martins Fontes, 1994. CARPEAUX, Otto Maria; Uma nova história da música. Rio de Janeiro: Alhambra, 1977 DEYRIES, Bernard, LEMERY, Denys e SADLER, Michael História da Música em Quadrinhos. São Paulo, Martins Fontes, 1987. ELLMERICH, Luís. História da Música. São Paulo: Fermata do Brasil, 1977. GROUT, Donald e PALISCA, Claude História da Música Ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994. JACOBS, Arthur. Dicionário de música. Lisboa: Dom Quixote, 1978. LOVELOCK, William. História concisa da Música. São Paulo: Martins Fontes, 1987. MASSIN, Jean; MASSIN, Brigitte. História da música ocidental. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. MENUHIN, Yehudi e DAVIS, Curtis W. A música do homem. São Paulo: Martins Fontes/FED,1981. ORTOLAN, Edson Tadeu. História da Música: do canto gregoriano à eletroacústica.São Paulo: Conquista, 1998. REIS, Sandra Loreiro de Freitas. Educação Artística: Introdução à História da Arte. Editora UFMG, Belo Horizonte, 1993. RESCALA, Tim. Pequena história - não autorizada - da música. Rio de Janeiro: Frente, 1996. RIBEIRO, Wagner. História da música no antigo continente. São Paulo: FTD, 1965. STEHMAN, Jacques. História da música européia: das origens aos nossos dias. Lisboa: Bertrand, 1979. WISNIK, José Miguel. O som e o sentido: uma outra história das músicas. São Paulo: Companhia das Letras/Círculo do Livro, 1989.
Gentamiga, Eis as canções que fazem parte do show Crônica de amor. Confira!
Armadilhas (Luiz Alberto Machado) O amor (Luiz Alberto Machado) Serenar (Luiz Alberto Machado) Matizes (Luiz Alberto Machado) Cantilena (Santanna, o cantador & Luiz Alberto Machado) Teus Olhos (Luiz Alberto Machado sobre poema de Arriete Vilela) Abandono (Luiz Alberto Machado) Estigma (Ozi dos Palmares & Luiz Alberto Machado) Morena (Luiz Alberto Machado) Quando te vi (Luiz Alberto Machado) Fonte (Luiz Alberto Machado) Pura Magia (Santanna, o cantador & Luiz Alberto Machado) Olhar (Luiz Alberto Machado) Ponte sobre águas turvas (Luiz Alberto Machado sobre poema de Juareiz Correya) Cobiça (Mazinho & Luiz Alberto Machado) Frutos (Luiz Alberto Machado) Ardência (Luiz Alberto Machado) Sede (Cikó Macedo & Luiz Alberto Machado) Desejo (Luiz Alberto Machado) Entrega (Mazinho & Luiz Alberto Machado)
EROL ERDINC & FÁBIO LEANDRO – O projeto Piano na Praça apresenta, no dia 19 de julho, concertos de dois artistas de nacionalidade, formação e estilo bastante distintos. O pianista paulistano Fábio Leandro se apresenta às 15 horas e o maestro turco Erol Erdinç, às 16 horas. A série acontece na Praça Dom José Gaspar a cada 15 dias, sempre com apresentação solo de pianistas populares e eruditos. Maestro da Orquestra Sinfônica de Istambul, Erol Erdinç é um apaixonado pelo jazz e pela MPB, mais especificamente pela bossa nova. O artista selecionou para este concerto clássicos de Duke Ellington (“Satin Doll”), Louis Armstrong (“Georgia on My Mind”), Walt Disney (“Someday My Prince Will Come”), Bill Evans (“Waltz for Debbie”), Dizzy Gillespie (“Night in Tunisia”), e Lenon e McCartney (“Yesterday”) e George Gershwin (“Summertime”). Entre as pérolas da música brasileira, destaque para “Manhã de Carnaval” (L. Bonfá e A. Maria), “Corcovado” (A. C. Jobim), “Aquarela do Brasil” (A. Barroso), “Água de Beber” (V. de Moraes e A. C. Jobim), “Samba de Uma Nota Só” (A. C. Jobim e N. Mendonça), “Garota de Ipanema” (V. de Moraes e A. C. Jobim) e outras. O interesse de Erol Erdinç pelo Jazz e, particularmente, pela MPB começou aos 13 anos, quando descobriu uma discografia referente a este gênero musical. A paixão pela bossa nova foi despertada com as primeiras gravações de Tom Jobim e persiste até hoje. Ainda quando era estudante em Paris, o maestro formou um trio com o qual se apresentou várias salas de concerto e clubes da cidade. Retornando ao seu país, nos anos 80, foi o introdutor do jazz sinfônico na Turquia, incluindo no programa da Orquestra Sinfônica de Istambul uma grande parte deste repertório. Presença freqüente nos grandes festivais de jazz que acontecem no país, o maestro desenvolve, atualmente, o projeto de criação do primeiro curso acadêmico oficial no domínio do jazz, junto ao Conservatório Nacional Superior de Ankara em parceria com o governo americano, nos mesmos moldes do famoso Colégio de Música de Berklee. Série: Piano na Praça Dia 19 de julho de 2008 – Sábado 15 horas: Fábio Leandro - www.myspace.com/fabioleandro 16 horas: Erol Erdinç - www.erolerdinc.com Praça Dom José Gaspar, s/nº - Centro – São Paulo/SP Concerto o ar livre – Grátis – Informações: (11) 33970160 - Nº lugares: 300 cadeiras Assessoria de imprensa – Eliane Verbena Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br
ITIBERÊ ZWARG - Oficina de Música Universal com Itiberê Zwarg - Seminários de Música Pro Arte De 24 a 28 de julho – Laranjeiras – Rio de Janeiro Das 13h30 às 17h30 Vagas limitadas A Música Universal é uma linguagem musical da qual Hermeto Pascoal é o precursor. Itiberê Zwarg é integrante do Hermeto Pascoal e Grupo há 30 anos, um de seus maiores discípulos. Em suas Oficinas de Música Universal, Itiberê inicia o músico nesta linguagem, que privilegia a prática musical; agrega complexidades harmônica, rítmica e melódica; polirritmias, politonalidades e referências dos mais diversos estilos musicais. Desta forma, o músico participante tem a oportunidade de desenvolver profundamente sua versatilidade e técnica musical.Itiberê pratica com os músicos a forma de compor de corpo presente, pela qual compõe ao vivo interagindo com os participantes da oficina. Neste processo é trabalhado o talento de cada participante na prática em conjunto, em seus limites e possibilidades, respeitando e estimulando o desenvolvimento individual. Informações pelo email oficinamusicauniversal@gmail.com ou pelo telefone (21) 2558-0684 (Pro Arte – Rua Alice, 462, Laranjeiras – Rio de Janeiro)
LOOP B & PEDRO OSMAR – Show de Loop B e Pedro Osmar na TV Sesc/Senac, programa Instrumental, sexta 4 de julho, 23hs. Reprises: 04-05/07 (madrugada de sexta para sábado) 04h 05/07 (sábado) 16h30 07/07 (segunda) 16h30 Canais em São Paulo: 3 Sky, 92 Net Digital, 211 Directtv. Canais em outras cidades: ver no site www.sesctv.com.br LOOP B e PEDRO OSMAR - SHOW do cd FARINHA DIGITAL Música digital brasileira, integrando laptop com viola nordestina e percussão em objetos ready-made. O cd Farinha Digital é um trabalho conjunto entre o violeiro paraibano Pedro Osmar e produtor e percussionista paulista Loop B. Pedro toca viola de 10 cordas e traz entre suas referências a música nordestina e a de vanguarda. Loop B produz música eletrônica inspirada em ritmos brasileiros e toca percussão usando objetos e sucatas. O encontro apresenta elementos provocadores e junta universos distintos. O cd foi patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural. No show tocam tablas indianas, tampa de máquina de lavar, piano preparado, perna de manequim, escada, brinquedos e outros, além do computador, no qual criam as bases eletrônicas. Loop B é compositor, músico e produtor. Compõe suas bases eletrônicas usando a técnica do sampleamento (processamento digital de células sonoras retiradas de músicas já existentes). Toca teclados e percussão, utilizando objetos ready-made. Tem seu trabalho lançado em CD e DVD pelo Itaú Cultural na coleção Rumos Música 2005. É autor de trilhas sonoras para teatro e dança. Ministra oficinas de música digital e de percussão. Discografia: Quixotes do Amanhã (2006), A Música Toca (2003), De Onde (2000), Spray (1997), Midnight Mirage (1992). O artista multimídia Pedro Osmar é de João Pessoa, onde desde os anos 70 atua como músico, poeta, artista plástico e arte-educador autodidata. Em 74, fundou o Jaguaribe Carne, importante grupo do cenário paraibano, do qual participou Chico César, por exemplo. Compositor inspirado, Pedro tem músicas gravadas por Elba Ramalho, Lenine e Zé Ramalho. Discografia: CDs solos: Signagem (95), Viola Caipira (97). Com o grupo: Jaguaribe Carne (1993), Vem no Vento (2003). www.myspace.com/farinhadigital www.myspace.com/pedroosmareloopb & www.myspace.com/loopb & entrevista e shows: http://www.sescsp.org.br/instrumental & http://showlivre.oi.com.br/videos.php?evento_id=3050&conteudo_id=1133
O HOMEM DE BUENOS AIRES – A comédia O Homem de Buenos Aires, de Alexandre Ribondi, continua em cartaz até domingo, 6 de julho no Teatro Goldoni na Casa d'Italia. SERVIÇO O Homem de Buenos Aires Data: Até 6 de julho Local: Teatro Goldoni - Casa D'Itália (208/209 Sul) De quinta a sábado, às 21h e domingo, às 20h. Ingressos: Quinta-feira, R$ 10 (meia) e de sexta a domingo, R$ 15 (meia) Casais pagam meia-entrada e triângulos amorosos ganham uma cortesia. Reservas: 3443 0606 Classificação indicativa: 14 anos Amanda Guerra 61 8118 5544
Foto: Flavio Tolenzani
NOVOS VELHOS DIAS - A comédia Novos Velhos Dias – texto inédito do dramaturgo Reinaldo Maia – encerra sua temporada no Teatro da Vila, no dia 13 de julho, domingo, às 20h30. Sob direção de Fernando Nitsch, o espetáculo narra o drama do último ator humano existente (André Sakajiri), que é substituído por uma perfeita atriz robô (Marília Miyazawa) capaz, inclusive, de amar. Completam o elenco, Almara Mendes, Camila Arelaro, Fábio Takeo, Homero Ligere, Tatiana Rehder e Tatjana Eivazian. Espetáculo: Novos Velhos Dias Texto: Reinaldo Maia Direção: Fernando Nitsch Elenco: Almara Mendes, André Sakajiri, Camila Arelaro, Fábio Takeo, Homero Ligere, Marília Miyazawa, Tatiana Rehder e Tatjana Eivazian. Direção musical: Fabio Freire Cenário: Flávio Tolezani Figurino: Atílio Beline Vaz Iluminação: Erike Busoni Teatro da Vila - Rua Jericó, 256 - Vila Madalena/SP - Tel: (11) 3258-6345 Temporada: sábados (21 horas) e domingos (20h30) – Até: 13/07/08 Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br
ORQUESTRA LEVIANA - Baile no Elite Sextas de julho, às 22h Dias 04 e 18 Orquestra Leviana www.myspace.com/orquestraleviana Dias 11 e 25 Samba Plugado www.myspace.com/sambaplugadorio Gafieira Elite Rua Frei Caneca, 4 – Centro Em frente à Praça da República (Rio de Janeiro – RJ) Infos: (21) 2232-3217 / 9428-2743
MARIA GADU & LEANDRO LEO – No Capim Limão, nesta quinta e sexta, MARIA GADU & Leandro Leo (voz e violão) - 21:30H SÁBADO FORRÓ - 20H DOMINGO Churrasco 17 as 21h e LOUNGE PARTY - 21H ÀS 06H Capim Limão aberto de quinta a domingo de 10h 'as 6 da manhã. Av. Olegário Maciel, 135 Barra da Tijuca 2491 6401 www.capimlimao.com
THAIS FRAGA & GUILERME VERGEIRO - Local: MAM (Museu de Arte Moderna) End.: Av. Infante Dom Henrique, nº. 85 - Parque do Flamengo - Rio de Janeiro/RJ Data e Horário: 06/07/08, Domingo, 11:30h. Entrada: Franca Capacidade: 200 lugares Censura: Livre Produção e Realização: Projeto Música no Museu
TEATRO GREGO - A democratização das cidades estados (Atenas e Esparta) foi a grande responsável pela evolução do teatro grego. Esse se tornou uma arte popular, assistindo inclusive pelos cidadãos pobres. A cidade mais democrática, Atenas, foi a que teve o teatro mais desenvolvido. As autoridades as pessoas ricas financiavam os espetáculos, que faziam parte das festas religiosas e cívicas da polis. Até o século IV a.C., as representações teatrais eram feitas em locais improvisados, A partir daí, por toda a Grécia, surgiram os teatros-permanentes, onde os espetáculos eram encenados ao ar livre. Os atores eram sempre homens, mesmo nos papéis femininos, já que as exibições públicas eram vedadas as mulheres, e utilizavam máscaras que os despersonificavam, Para que pudessem representar os diversos papéis em uma mesma peça. Como isso, na Atenas democrática do século V a.C., os grandes autores trágicos usariam de maneira mais racional e com emocionalismo, os elementos que Téspis vislumbrou nas suas imitações. A poesia foi incorporada à túnica, à máscara, à luz das rochas e aos eventuais recurso de encenação improvisada. Também um local foi definido para as encenações: o terreno consagrado a Dioniso na encosta sudeste da Acrópole. Assim sendo, conforme foi visto anteriormente nas origens da história, que o teatro da Hélade partiu dos teatros egípcio, hindu, chinês e cretense, que desembocaram na Grécia, dando origem ao teatro grego baseado na religião desde seus primórdios que colocada em sua base, desenvolveu-se voltado aos problemas do homem universal. Na cultura helênica as mulheres não participavam das peças. As representações dramáticas gregas são divididas em três estilos diferentes: Tragédia, Drama Satírico e Comédia, que da mesma forma diferem entre si e têm sua matéria-prima na Mitologia. Um dos estilos teatrais gregos é a tragédia, conferida aos dórios por Aristóteles e introduzida na Grécia por volta do século VII a.C. A tragédia teria partido do ditirambo, coro em honra a Baco e evoluiu assim aos "coros trágicos", que seriam conjuntos corais, que falavam em versos, com narrativa ritual, contando passagens de um de seus heróis. Deve-se a Dionísio, deus do vinho e da vegetação, o início da tragédia grega. Para Aristóteles, a tragédia tem a finalidade de suscitar o terror e a piedade, purgando os homens destes sentimentos. Aristóteles fala que o poeta tem a utilidade de educar. A princípio, conforme visto anteriormente, a tragédia surgiu de modo somente cantado pelo coro, porém Téspis inventou o primeiro ator, introduzindo, então, as partes cantadas. Desta forma, o coro, que tinha o papel de conselheiro, ouvinte, juiz, espectador e intérprete, entre outros, cantava em dialeto jônico, apresentando-se como a união do ator e o público e representando os sentimentos durante a representação. Os atores recitavam em dialeto ático, examinando os temas propostos. O acompanhamento musical era feito por flautas. As danças não eram apenas passos ritmados, eram também mímicas, que procuravam traduzir os objetos e as afeições da alma. Os atores eram divididos em três papéis: o protagonista, que fazia o papel principal, o denteragonista, que interpretava os papel de segundo plano, e o tritagonista, que era o papel mais ingrato da representação dramática. As indumentárias provavelmente eram de origem dionisíaca, formadas basicamente por duas peças: uma túnica e um manto, que se estendia até os pés. Havia uma riqueza nos bordados, que eram suntuosos e coloridos, com tons de dourado. A veste apertava na altura do peito, para dar a impressão de maior estatura e majestade. Os calçados eram coturnos à moda daqueles usados na época helenística e romana, de cano e solado altos, estes com altura entre seis e onze centímetros, a fim de salientar a estatura, principalmente dos protagonistas. As máscaras certamente tinham interesse para a religião e eram principalmente de dois tipos: a máscara protetora, que redimia o homem aos poderes maléficos, e a máscara mágica, que dava ao seu portador as propriedades dos demônios representados. Atribui-se a Ésquilo a invenção da máscara pintada com feições humanas. Estas procuravam traduzir o patético e a dor, com as rugas bem marcadas, os olhos arregalados e a boca aberta. Eram incrementadas com cabeleiras postiças e, quando necessário, também com barbas. Outro modelo teatral grego é o drama satírico que é orindo dos sátiros, os eternos companheiros de Dionísio, seres rústicos, originalmente demônios-bodes. Este estilo teatral tem origem em danças mímicas e rituais em honra a Baco. Com o tempo, transformou-se em representações rústicas reproduzidas por coros que reproduziam alguma aventura deste deus grego. Mais tarde, uniram-se ao drama satírico cerimônias fúnebres regionais, onde outras divindades ocuparam o lugar de Dionísio. No princípio coexistiram pacificamente tragédia e drama satírico, porém, à medida que a primeira se destacava pelo seu tom sério e majestoso, quase levou à morte o estilo mais antigo. Foi Prátinas, natural do Peloponeso, quem introduziu o drama satírico em Atenas, porém, das 32 peças que este autor escreveu, nada chegou aos dias de hoje. Prátinas foi tão importante que, depois da "reforma" que propôs por volta de 490 a.C., tornou-se obrigatório nas representações dramáticas a tetralogia, isto é, a união em uma só peça de três tragédias e um drama satírico. O drama satírico tinha uma forma fixa e definida e, sobre o prisma artístico, era realmente primitivo. Seria um drama sem variáveis, onde os sátiros, prisioneiros ou escravos de um ser monstruoso eram libertados por um herói. A vitória era sempre do protagonista, tendo invariavelmente um final feliz. Ao contrário da tragédia, o drama satírico conseguiu manter, ao menos em parte, o seu antigo caráter dionisíaco, pois a presença dos sátiros está sempre no coro. O Ciclope, de Eurípedes, é o único drama completo que se possui, e o assunto é uma adaptação de um dos versos da Odisséia, onde Ulisses cega o ciclope Polifemo e liberta os sátiros, prisioneiros do monstro. Como a tragédia, o drama satírico divide-se em partes cantadas pelo coro e recitadas pelos atores, além da divisão dos papéis em três atores. A dança era acompanhada por saltos e cambalhotas, que traduzia a exuberância destes seres rústicos e semi-animais. Aparecem em cena heróis, reis, divindades e seres míticos, os sátiros, dos quais o adorno tradicional era um calção de pele de cabra, ornado com uma cauda de cavalo na parte de trás. À primeira vista pareciam nus, mas vestiam uma malha da cor da pele e andavam descalços. Os outros personagens mais nobres vestiam túnicas e calçavam coturnos. As máscaras do drama satírico tinham as mesmas características daquelas da tragédia. Já a antiga comédia ática tem sua origem e estrutura num verdadeiro enigma. A princípio executada por voluntários em atos improvisados, não teve a preocupação de registrar seu desenvolvimento desde o surgimento. Ignora-se quem introduziu as máscaras, os prólogos o número de atores e outras coisas. Porém a idéia de compor fábulas remonta a Epicarpo, uma idéia que veio da Sicília. Aristóteles define a comédia como oriunda dos antigos "cantos fálicos", canções entoadas em procissões celebradas no campo, onde se escoltava um falo, símbolo da fertilidade. Segundo ele, antes de chegar a Atenas, passou por terras dóricas. Seu nome se traduz por "canto da procissão jocosa". A comédia é dividida em duas partes: um agón e uma revista. O agón era uma luta ou debate entre o coro e o ator, que comportava uma ação. Pouco a pouco esta discussão transformou-se em debate, surgindo, então, a revista, que era os esclarecimentos sobre esta ação. No agón, o coro faz o papel principal, portando-se como um verdadeiro ator. Já na revista, o coro age como porta-voz do poeta. Em ambas as partes encontra-se a farsa, sob aspectos diversos, onde se mistura piedade e obscenidades. A comédia inicia com um prólogo, seguido da entrada do coro. Há um debate, uma declaração ao público, a revista e a saída do coro. O debate é duplo, onde os dois adversários falam alternadamente sobre o tema. Ao final da segunda parte, a representação acaba com uma espécie de procissão alegre. Era um espetáculo à parte, com artistas de renome, cantores e dançarinos. Com a finalidade de fazer rir, a indumentária era grotesca. Sobre uma malha da cor da pele, colocavam falsos ventres e falsas nádegas. Muito comum também era a utilização de túnicas curtas, para, propositalmente, deixar aparecer o falo e as nádegas. As máscaras eram de caras monstruosas e ridículas. Usavam as mesmas sandálias que calçavam na vida real. O teatro grego é um edifício ao ar livre. As representações, portanto só eram possíveis durante o dia e quando o tempo permitia. Tanto quanto a tragédia, o edifício teatral surgiu do dirirambo, onde a multidão formava um círculo ao redor do coro, produzindo assim a forma circular que se vê até os dias de hoje. A palavra teatro significa "contemplo, vejo", o que serve para denominar tanto a representação teatral como o local onde se assiste a peça. A orquestra, que se traduz do grego para o português como "eu danço", ficava no centro, em forma circular, onde no meio erguia-se um altar em honra a Dionísio. O prédio era destinado somente aos espectadores, onde eram construídas arquibancadas de pedra, em número proporcional ao tamanho do edifício. Além dos assentos comuns, havia os de honra, reservados aos sacerdotes, sacerdotisas, magistrados, embaixadores estrangeiros e hóspedes importantes. A capacidade de espectadores no teatro de Atenas, por exemplo, era de 14 mil. Em frente ao teatro havia uma tenda, feita de tábuas e coberta de pano, onde os atores e o coro trocavam de máscaras e indumentárias. Era também o local onde aconteciam as cenas mais violentas, tão comuns na Tragédia, como assassinatos, suicídios, sacrifícios humanos, cenas estas que não poderiam ser praticadas diante dos espectadores no teatro grego. Também havia muros no fundo desta tenda, onde provavelmente eram pintados os cenários das representações. Nos primeiros tempos do teatro, o cenário consistia em um único objeto de proporções grandes, como uma torre, um altar, um túmulo, ou ainda uma paisagem marinha ou rústica. Um progresso na cenografia surgiu a partir de 465 a.C., atribuído por Aristóteles a Sófocles. No fim do século V a.C. o cenário teatral tornou-se uma arte nas mãos de especialistas, os cenógrafos. Nos cenários do teatro grego empregavam-se vários maquinismos, como esteiras rolantes, guindastes, tribunas aéreas, entre outras.
FONTES BIBLIOGRÁFICAS: AMARAL, Maria Adelaide et al. Teatro vivo: introdução e história. São Paulo: Abril, 1976. ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Abril, 1978. BARATA, José Oliveira. Estética teatral. Lisboa: Morses, 1981. _______. Didactica do teatro: introdução. Coimbra: Almedina, 1979. BRANDÃO, Junito. Teatro Grego: Origem e Evolução. São Paulo: Ars Poética. 1992. CÁCERES, Florival. História Geral. São Paulo: Moderna, 1996. CAMPOS, Geir; GUZIK, Alberto; SILVEIRA, Miroel; FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. GONÇALVES, Júnia. Teatro grego. São Paulo: Abril Cultural, 1980. COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980. FERGUSSON, Francis. Evolução e sentido do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1964. KÜHNER, Maria Helena. Teatro popular: uma experiência. Rio de Janeiro: F Alves, 1975. MACHADO, Maria Clara. Teatro. Rio de Janeiro: Bloch/Fename, 1980. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1985. MORENO, J. L. O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus, 1984. PIGNARRE, Robert. História do Teatro Grego. Lisboa: Europa-América, 1979. REDONDO JUNIOR. O teatro e a sua estética. Lisboa: Arcádia, 1978. REZENDE, Antonio Paulo & DIDIER, Maria Thereza. Rumos da História. São Paulo: Atual, 2001. SOUZA, J. B. de Mello. Teatro grego. Rio de Janeiro: W.M. Jackson Inc, 1950.
FLORES BRANCAS – O espetáculo Flores Brancas, texto inédito de João Fábio Cabral, que cumpriu tempordada de sucesso no Teatro Crowne Plaza, em São Paulo, reestréia no dia 3 de julho, quinta-feira, no Teatro do Centro da Terra, às 21h30. A montagem - que tem direção conjunta de Fabiana Carlucci e Rogério Harmitt – narra a história entre duas mulheres que se conhecem casualmente numa estréia de teatro, quando Vitória (Luciana Caruso), sem querer, esbarra em Luisa (Zeza Mota) derrubando seu celular. Esse encontro inesperado desencadeia muito desejo e sedução, levando-as à descoberta de uma grande paixão. Com muita delicadeza e sensibilidade Flores Brancas se propõe a falar do universo feminino, da paixão e do amor entre duas mulheres. A cidade de São Paulo é o pano de fundo dessa história onde seus destinos se cruzam. Diante da possibilidade de terem encontrado a pessoa certa para suas vidas, Vitória e Luisa sonham com o futuro e vivem uma incrível expectativa. Um misto de ansiedade, desejo, medo, muita sedução e sensualidade permeiam a narrativa e, enquanto passam os dias e as horas, cresce nelas um sentimento nobre. Partindo de um texto naturalista, a direção de Fabiana Carlucci e Rogério Harmitt optou por uma linguagem direta e simples como é a história de amor contada. Trabalhando com delicadeza estética para abordar um tema que ainda é tabu (o relacionamento entre duas mulheres), a intenção da direção é construir esse tipo de ligação afetiva de um modo natural para que não haja choque moral ou vulgaridades desnecessárias. “O importante é a comunicação com a platéia. A idéia é de empatia instantânea, de reconhecimento imediato das situações e por isso não existem grandes teatralidades, não existem abstrações”, comentam. Cenário e figurinos acompanham essa escolha cênica. Espetáculo: Flores Brancas Texto: João Fábio Cabral Direção: Fabiana Carlucci e Rogério Harmitt Elenco: Luciana Caruso (vitória) e Zeza Mota (Luiza) Cenário e figurino - Rogério Harmitt Trilha sonora - Fernanda Galetti Reestréia: dia 3 de julho - quinta-feira - às 21h30 Teatro do Centro da Terra Rua Piracuama, nº 19 - Sumaré/SP - Tel: (11) 675-1595 Temporada: quintas e sextas - às 21h30 - Até 31/07/08 Censura: 18 anos - Comédia romântica Realização e produção: Mamberti Produções Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br
FESTIVAL DE MÚSICA ELEAZAR DE CARVALHO – Prossegue até o dia 20 de julho o X Festival Eleazar de Carvalho, um dos mais importantes eventos de música do país. Dentre os músicos convidados para compor o corpo docente do “X Festival Eleazar de Carvalho”, está o maestro Lanfranco Marcelleti, que ministrará aulas de regência orquestral. Marcelleti é um dos aprendizes de sucesso de Eleazar de Carvalho e guarda em seu currículo trabalhos com orquestras sinfônicas de Itália, Espanha e Londres. O festival ainda conta com a participação de Daisuke Nagamine (que participará das comemorações sobre imigração japonesa), Robert Black (EUA), Jean Noe Saghaard (França), Charles Huang (China), dentre outros. Eleazar de Carvalho - Filho de uma descendente de índios tabajaras, Eleazar de Carvalho nasceu em Iguatu (CE), em 1912. Graças a seu temperamento “inquieto”, foi mandado pelo pai para a Marinha e foi lá que descobriu o amor pela música. No começo, como mesmo afirmou, tudo não passava de gulodice, “entrei para a banda porque a comida servida às crianças que tocavam era melhor”. Com o passar do tempo, Eleazar de Carvalho ingressava cada vez mais no mundo da música. Em 1928, prestou concurso para a Orquestra Municipal do Rio de Janeiro e, logo mais, estaria tocando em bailes com Almirante, Donga e Pixinguinha. Foi com a ajuda do ministro João Alberto Lins que conseguiu, em 1946, viajar para os Estados Unidos. Lá se tornou assistente de Sergei Koussewitzky, um dos maiores nomes da música, que na época ministrava cursos em Tanglewood (Massachusetts). Em 1947, regeu, pela primeira vez, a Sinfônica de Boston e sua carreira deslanchou. De Boston foi para Chicago e de Chicago, para Nova Iorque, onde dirigiu a Pro Arte Symphony Orchestra, de 1968 a 1973. Regeu as principais orquestras do mundo, incluindo as filarmônicas de Viena, Berlim e Londres. BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A Ambiente de Comunicação Social Fone: (85) 3299-3149 Email: imprensa@bnb.gov.br
1968:CENAS DE REBELDIA – O cineasta Sílvio Tendler, os compositores Sérgio Ricardo e Théo de Barros e os jornalistas José Hamilton Ribeiro e Assis Ângelo são as figuras centrais desse evento que discute as repercussões de 1968 – um ano de lutas, mudanças e esperanças que não devem morrer. Este o evento multimídia “1968: Cenas da Rebeldia”, que o Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108) realiza no período de 1º a 31 de julho, para marcar os seus dez anos de existência. O evento multimídia tem início nesta terça-feira, 1º, com a abertura do seminário avançado de arte “As Repercussões do Ano 1968”, às 18 horas, e da exposição “A Música de 1968”, às 20 horas. O seminário prossegue até a quinta-feira, 3, sempre às 18h, com as seguintes participações: Théo de Barros (dia 1º), José Hamilton Ribeiro (dia 2) e Sérgio Ricardo (dia 3), que ministrarão palestras e depoimentos mediados por Assis Ângelo, também curador da exposição. No próximo dia 8, às 19h, o cineasta Sílvio Tendler debaterá o tema “1968: Cenas da Rebeldia”, no programa Papo XXI. O evento abrange, ainda, a realização de três mostras cinematográficas, que exibirão documentários e filmes em curta e longa-metragem sobre o tema. De quarta-feira, 2, até sábado, 5, o programa Imagem em Movimento traz a mostra “Marcas de 68”, exibindo os longa-metragens “Partner” e “Os Sonhadores”, ambos do cineasta italiano Bernardo Bertolucci, e os brasileiros “Cabra-Cega”, de Toni Venturi, e “Barra 68 – Sem Perder a Ternura”, de Vladimir Carvalho. Os filmes serão exibidos em três diferentes horários, a partir das 10h25, no cineteatro do CCBNB-Fortaleza (2º andar). Nos dias 2, 9, 16, 23 e 30, os filmes serão exibidos na Casa da Comédia Cearense, sempre às 19h30. Antes dos longas, filmes de curta-metragem serão exibidos pelo programa Curta Antes, que apresenta a mostra “Cinema de Resistência”, também de quarta-feira, 2, até sábado, 5, no cineteatro do CCBNB-Fortaleza, a partir das 10h15. Integram essa mostra os curtas “Resistir”, “O Último Dia de Sol”, “Vou-me Embora Protestando” e “Meus Amigos Chineses”. ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Assis Ângelo (curador da exposição e mediador do seminário) – (11) 3661.4561 – assisangelo@uol.com.br Sérgio Ricardo – (21) 8898.4749 / 2422.1122 – sergioricardo@sergioricardo.com Théo de Barros – (11) 3815.1734 José Hamilton Ribeiro – (11) 9691.0027 / 5509.9059 Sílvio Tendler – (21) 8128.1749 / 2508.6871 – caliban@caliban.com.br; adm2@caliban.com.br; executivo@caliban.com.br Jacqueline Medeiros (coordenadora do evento multimídia) – (85) 3464.3184 / 8851.5548 – jacquerlm@bnb.gov.br Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br
REVELANDO NOVOS ATORES BRASILEIROS – O I Festival 'Revelando novos Atores brasileiros' já está no ar. Estão abertas as inscrições para o 1º festival "Revelando novos atores brasileiros". É esperada, de acordo com a organização, a participação de atores de mais de 3000 cidades Brasileiras. O Festival recebe as inscrições dos artistas, que começaram no dia 30 de Junho e vão até 31 de Novembro. Podem ser inscritos atores de qualquer região do país. Para concorrer o participante deve enviar um monólogo em DVD. A duração, segundo o regulamento, é para os vídeos de mínimo 30 segundos e máximo de 1 minuto. Para se inscrever, acesse o site: www.festivaiscinematograficos.com.No endereço o usuário encontra informações das regras e o formulário para participação. Os selecionados serão apresentados no dia 9 de dezembro, em São Paulo. Mais informações Assessoria de Imprensa do Festival Carla Manga E-mail: revelandonovosatores@agenciacinema.com