Segunda-feira, Dezembro 22, 2008

FELIZ ANO NOVO



Gentamiga,
Agora entro de férias até o dia 12 de janeiro!

Enquanto isso, uma dica:
TONINHO VAZ & O REI DO CINEMA – Acaba de ser lançado o livro “O réu do Cinema”, de Toninho Vaz, a extraordinária história de Luiz Severiano Ribeiro, o homem que multiplicava e dividia, editado pela Record. É a história do cearense que construiu a maior rede de cinemas do Brasil, nos anos 30,40 e 50, sendo responsável por verdadeiras maravilhas arquitetônicas, como os cines São Luiz no Rio de Janeiro, Fortaleza e Vitória, em suas versões originais, revestidos com mármore de carrara, estilo art-déco e capacidade para mais de 1.200 espectadores. Foi seu filho, Luiz Severiano Ribeiro Júnior, quem levou a produtora Atlântida Cinematografia a conquistar recordes de público com as insuperáveis chanchadas de Oscarito e Grande Otelo. No caso particular de O Homem do Sputnik, de Carlos Manga, o filme foi assistido por 15 milhões de pessoas quando o Brasil tinha 60 milhões de habitantes, em 1959. O Rei do Cinema, com 208 páginas e um encarte com 60 fotografias, foi lançado no II Festival Cine Música de Conservatória, no próximo dia 5 de setembro, às 2o horas. O jornalista Toninho Vaz nasceu em Curitiba, em 1947. Começou escrevendo sobre cinema no suplemento cultural do Diário do Paraná, aos 22 anos. Em 1974, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi repórter da revista Isto É e colaborador da Revista de Domingo do Jornal do Brasil. Em 1979, passou a escrever também para televisão, trabalhando como editor do Jornal Bandeirantes. Durante 14 anos ocupou a função de editor de texto da Rede Globo, participando de diversos telejornais e programas semanais. Lançou dois livros, O Bandido que Sabia Latim - a Biografia de Paulo Leminski, em 2000, e Pra Mim Chega – a Biografia de Torquato Neto, em 2005. Para agendar palestras e oficinas sobre 90 anos de cinema: tvaz@uol.com.br

Beijabrações & Feliz Ano Novo!!!

Luiz Alberto Machado

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MUSA TATARITARITATÁ 2008

Domingo, Dezembro 21, 2008

DICAS TATARITARITATÁ!!!



SPETÁCULOS – A dramaturgia na Internet – Excelente sítio reunindo webdramaturgia, webprogramas, literatura, teatro e HQ, além de apresentar novelas pela Internet. Aproveito para agradecer a inserção da minha música Sanha na trilha sonora da webnovela Nos tempos da garoa. Imperdível.



Fabiana Cozza - foto de Dani Gurgel.

SAMBA NO CCBB – O projeto É Tradição e o Samba Continua... reúne sambistas de várias gerações no palco do CCBB, em cinco espetáculos diferentes. A cantora Fabiana Cozza e o grupo Quinteto em Branco e Preto dividem o palco, no dia 6 de janeiro de 2009, terça-feira, para estrear o projeto É Tradição e o Samba Continua..., no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, com sessão dupla, às 13 horas e às 19h30.O projeto é uma homenagem ao samba paulista, cujo nome foi inspirado na música “Tradição (Vai no Bixiga pra Ver)”, de Geraldo Filme (1928-1995), compositor que figura entre os maiores representantes desse gênero, não só em São Paulo, mas em todo o Brasil, e que será lembrado nas apresentações. O repertório de cada intérprete ou grupo, que integra a programação desse evento musical, será formado por músicas importantes de suas carreiras, incluindo composições de Geraldo Filme e de outros nomes da música paulistana. A série É Tradição e o Samba Continua... tem como objetivo festejar o mais brasileiro dos ritmos e apresentar sambistas de diferentes gerações que tiveram a grande metrópole paulistana como palco principal de suas trajetórias, muitas delas inspiradas em compositores como Geraldo Filme. A temporada segue até o dia 6 de fevereiro, sempre às terças-feiras, com apresentações às 13 horas e às 19h30. Com exceção do show de estréia – quando Fabiana Cozza canta acompanhada pelo Quinteto em Branco e Preto –, todos os espetáculos contam com uma banda fixa para acompanhar os artistas, figuras importantes e respeitadas do samba paulista. São eles: A Comunidade Samba da Vela e Osvaldinho da Cuíca (13/01); Berço do Samba de São Matheus e Dona Inah (20/01); Samba da Laje, Teroca e Velha Guarda da Camisa Verde e Branco (27/01); Pagode da 27, Graça Braga e Chapinha (03/02). Ficha técnica Projeto: É Tradição e o Samba Continua... Temporada: De 6 de janeiro a 3 de fevereiro de 2009 Direção musical: Chapinha Idealização: Por do Som Patrocínio: Banco do Brasil Realização: Centro Cultural Banco do Brasil Serviço Projeto: É Tradição e o Samba Continua... 06/01 - Fabiana Cozza e Quinteto em Branco e Preto 13/01 - A Comunidade Samba da Vela e Osvaldinho da Cuíca 20/01 - Berço do Samba de São Matheus e Dona Inah 27/01 - Samba da Laje, Teroca e Velha Guarda da Camisa Verde e Branco 03/02 - Pagode da 27, Graça Braga e Chapinha (Porta Bandeira) Local: Centro Cultural Banco do Brasil - www.bb.com.br/cultura Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo – Tel: (11) 3113-3651 / 3113-3652 Dias e horários: Terças-feiras – às 13 horas e às 19h30 Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 (¹/2 entrada) – Censura: Livre - Capacidade: 125 lugares. Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com - (11) 2163-2000 Possui acesso universal, ar condicionado, loja, Café Cafezal e Bistrô (wireless). Clientes do Banco do Brasil pagam meia entrada apresentando o cartão do Banco na bilheteria. Assessoria de Imprensa CCBB: Camila Val (responsável) – (11) 3113-3623 – camila.val@bb.com.br Saulo Ferreira – (11) 3113-3614 – imprensaccbbsp@gmail.com Vivian Cunha – (11) 3113-3610 – imprensaccbbsp@terra.com.br Assessoria de imprensa - É Tradição e o Samba Continua... Eliane Verbena - Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br Contatos produção – Por do Som Sérgio Mendonça – Tel: (11) 5572-4898 / 5083-3059 - sergiomendonca@pordosom.com.br



SONIA MELLO BLOG – Um espetacular blog reúne os trabalhos da cantora Sonia Mello que volta aos palcos e ao disco com o seu cd “Desejo”. O blog traz dicas, informações, entrevista, clips e um farto material da cantora que alcançou o estrelato interpretando músicas de Roberto & Erasmo Carlos. Imperdível. Veja também a entrevista de Sonia Melo pro Música, Teatro & Cia.

DOC E CENOGRAFIA - Em janeiro, o Núcleo de Produção Digital (NPD) Vila das Artes, em Fortaleza (CE), promove cursos de Pesquisa e Elaboração de Projeto de Documentário e Cenografia. O primeiro encerra hoje (19) suas inscrições e inicia as atividades dia 12 de janeiro. O segundo estende as inscrições até o dia 9 de janeiro e o curso acontece de 19 a 28. Podem participar diretores, assistentes de arte, cenógrafos e pessoas com experiência comprovada em audiovisual ou currículo com trabalhos de direção de arte em cinema ou vídeo. Os interessados devem se inscrever na secretaria da Vila das Artes (Rua 24 de Maio), das 9h às 19h.O NPD faz parte do programa da Rede Olhar Brasil do Ministério da Cultura e em Fortaleza, conta com a parceria da Prefeitura Municipal. Informações (85) 3105.1410.

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Sábado, Dezembro 20, 2008

DANÇA ALAGOAS



DANÇA ALAGOAS – o primeiro site oficial de dança em Alagoas, o Dança Alagoas, é editado pelo Ary Buarque e será lançado no próximo dia 27 de dezembro, no sexto restaurante panorâmico do Farol, na Casa da Industria, Farol – Maceió. O espaço disponibilizará informações e dicas de teatro, música, cultura, dança, fotografia, DJs, turismo e muito mais. Confira acessando: http://www.dancaalagoas.com/

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Quarta-feira, Dezembro 17, 2008

MIRIANÊS ZABOT



Foto-Prosaico/Mirianês Zabot

MIRIANÊS ZABOT – Dona de uma lindíssima voz e de uma beleza encantadora nos seus 27 anos de idade, a cantora gaucha radicada em São Paulo, Mirianês Zabot, começou a cantar aos treze anos, em 1994. Ela integrou o Coral Municipal de São Domingos do Sul e, mais tarde, do Coral da Universidade de Passo Fundo.Também fez parte das bandas de baile Santa Mônica, Ritual Show e Inovação Arte & Show e de bandas como The Cover Band (de disco e pop-rock), Flor de Cactos (de MPB), Rastureza (de Reggae), Maria do Cangaço (de Forró), do quarteto Vitor, Lara, Giu e Mirianês e o grupo vocal Tebanos do Igaí. Participou de diversos trabalhos nas bandas Agência, Aplauso, Trilhas, Tahoma e Opus Triu. Apresentou-se também com diversos músicos e participou em gravações. Paralelamente, iniciou seus estudos em técnica vocal na Universidade de Passo Fundo - RS.
Em 2006, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde estudou canto na EM&T e também com a cantora Izabel Padovani. Escreveu críticas de cds, para a revista Cover Baixo e fez parte do Coral da Rede Globo de Televisão no Carnaval 2008.
A sua trajetória se delineia em shows, festivais, bares, corais, diversas bandas, experiências em estúdio, sem contar o espetacular talento se sobressai determinado sua arte. No seu currículo dela consta a participação ao OctOpus I, cd solo de Galdino, violinista d' O Teatro Mágico, cantando a música Hedonista.
Ela também é professora de canto e musicalização infantil, atua também como cantora em shows e gravações.
No momento ela está trabalhando na finalização do seu primeiro cd 'MOSAICO FOTO-PROSAICO', conta com a produção e contrabaixo de Itamar Collaço (Zimbo Trio e Triálogo), arranjos e piano de Mário Boffá e bateria de Pérsio Sápia, com lançamento previsto para 2008. Em seu primeiro disco, além das músicas inéditas de seu CD, ela interpreta canções de grandes ícones da nossa música.

Em sua homenagem, deu-me a vontade cantar uma canção que eu fiz: O AMOR.

O AMOR



Letra & música de Luiz Alberto Machado

Quem ama persegue o alcandor
E segue adiante o alvo da paixão
Vai mais distante seja pra onde a flor
Desabrocha o amor no seu coração

Mantem a luta do que alcançou
A desfrutar para sempre o seu quinhão
Maior a dívida do seu penhor
Porque o amor
É mútua condecoração

É o amor

Quem manda agora
Todo carisma
Como num prisma
Rolasse a hora
Do amor

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados.

Para conferir o talento desta excelente cantora e belíssima artista, acesse o seu site www.mirianeszabot.com.br e, também, o www.myspace.com/mirianeszabot.

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Segunda-feira, Dezembro 15, 2008

DICAS TATARITARITATÁ



ENCICLOPEDIA DA MÚSICA BRASILEIRA - Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia é um projeto patrocinado pela Petrobras através de seleção pública, e apoiado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. É a primeira base de conhecimentos dedicada inteiramente à música instrumental brasileira de caráter popular, em todas as suas variantes e manifestações, desde a formação, no século XIX, até os dias de hoje. Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia conta com centenas de verbetes sobre nossos instrumentistas, além de ensaios – escritos por especialistas especialmente convidados pelo projeto - e dissertações universitárias sobre grupos musicais, instrumentos, estilos e discos significativos, complementados por 11 painéis sobre o contexto cultural, social e econômico de cada uma das décadas do século XX. Referências cruzadas, através de links, permitem o aprofundamento da pesquisa sempre que o leitor desejar. A definição de instrumentista, para fins de inclusão no projeto, é “todo músico que gravou ou participou da gravação de um disco instrumental”.Os verbetes dos músicos vivos foram elaborados a partir de questionários, respondidos por escrito através da Internet ou por entrevista gravada. Os verbetes dos músicos falecidos se baseiam em pesquisas realizadas através da Internet, complementadas por fontes bibliográficas. A história da música brasileira, de uma maneira geral e com as poucas exceções de praxe, tem sido contada de forma estanque, pessoal e subjetiva, sujeita aos gostos e desgostos de quem a conta. No que diz respeito à música instrumental, essa história praticamente inexiste. Pesquisar a origem do uso de determinados instrumentos em nossa música, seus mestres, autores, arranjadores e líderes de orquestras e conjuntos, assim como os diversos gêneros de música instrumental ou, ainda, a metodologia utilizada por um grande instrumentista ou arranjador, é esbarrar na ausência de informações objetivas que se atenham ao principal: à vida musical, aos estudos, à obra, às influências sofridas e exercidas, à linhagem criada. A escolha da Internet como mídia deve-se, também, ao fato de que uma Enciclopédia como esta nunca estará completa. Assim, Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia terá evolução constante, com a incorporação progressiva de novos verbetes, ensaios, exemplos musicais e fotografias, na medida em que sejam disponibilizados e que a legislação de direitos autorais permita. A Enciclopédia contempla mais de 400 músicos em atividade, que responderam ao questionário enviado pelos editores contendo, também, cerca de 150 verbetes sobre músicos que já morreram, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e muitos outros, inclusive Márcio Montarroyos e J. T. Meirelles, falecidos recentemente. Você pode ver a Enciclopédia em http://musicosdobrasil.com.br. Para tirar qualquer dúvida, escrever aos editores do projeto: marialuiza@musicosdobrasil.com.br e fernando@musicosdobrasil.com.br. A direção de tecnologia deste trabalho é de Mauro Caldas (mauro@musicosdobrasil.com.br).

100 POETAS SEM LIVROS - Vai até 24 de dezembro o prazo de inscrição para a antologia '100 POETAS SEM LIVROS' em produção pelo Movimento Litera PE, que contempla cem autores que nunca editaram livro. Os poemas remetidos para o e mail literape@gmail.com serão selecionados pelo Conselho Editorial do Movimento. Maiores informações podem ser obtidas com o poeta Cristiano Jerônimo pelo site www.cristianojeronimo.blogspot.com Info: Alexandre A Voz do Escritor – UBE – PE www.ube-pe.org.br



O PEQUENO MENINO OSTRA - Sala 5 da Escola de Teatro da UFBA, como parte do Curto-Circuito de Teatro Contemporâneo – Salvador - BA. Info: Vládia Queiroz http://vladiaqueiroz.multiply.com & http://odescaminho.blogspot.com



Foto: Arnaldo Torres.

A NOITE DO BARQUEIRO – No próximo dia 9 de janeiro de 2009, estréia “A Noite do Barqueiro”, no Teatro do SESC Ipiranga, às 21 horas. A montagem é um solo com o ator Helio Cicero, que comemora 30 anos de carreira com esse texto de Samir Yazbek, que também assina a direção. O espetáculo segue em temporada até 15 de fevereiro, com apresentações sempre aos sábados, às 20 horas, e domingos, às 18 horas. Para celebrar as três décadas da trajetória desse grande intérprete - vencedor de importantes prêmios teatrais, como Mambembe, APETESP e INACEN - haverá, ao longo da temporada, workshops e palestras com o próprio Helio Cicero e com Samir Yazbek. Haverá ainda uma exposição, intitulada Helio Cicero - Trigésimo Ato, ilustrando os principais trabalhose momentos da carreira do ator. Espetáculo: “A Noite do Barqueiro” Ficha técnica Interpretação: Helio Cicero Texto e direção: Samir Yazbek Cenário e figurino: Chris Aizner Concepção e operação de luz: Aline Santini Sonoplastia e operação de som: João Blumenschein Fotografia: Arnaldo Torres Programação visual: Diego Spino Registro em vídeo: Daniel Lopes Produção executiva: Geondes Antonio Administração: Mecenato Moderno Realização: Sesc São Paulo Serviço Estréia: Dia 9 de janeiro de 2009 – sexta - às 21 horas SESC Ipiranga – Teatro - www.sescsp.org.br Rua Bom Pastor, 822 - São Paulo/SP - Tel: (11) 3340-2000 – 200 lugares Temporada: sábados (às 20 horas) e domingos (às 18 horas) – Até 15/02/2009 Bilheteria/informações: terça a sexta (8h às 21h) e sábados, domingos e feriados (9h às 17h), ou pelo 0800-118220 - email@ipiranga.sescsp.org.br – Aceita cheque e cartão (Diners, Mastercard e Visa) – não faz reservas - Ar condicionado e acesso universal - Não possui estacionamento. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 - eliane@verbena.com.br Informações à Imprensa / SESC Ipiranga: Tel: (11) 3340-2042 / 3340-2062

CTAV - O Centro Técnico Audiovisual (CTAv) está com inscrições abertas para a execução de trabalhos em curtas, médias e longas-metragens não-comerciais, com atendimento prioritário a curtas e médias. Os serviços oferecidos são gratuitos e vão desde empréstimo de equipamentos a edição e transfer para 35mm, passando por transcrição de som e mixagem. Regulamento, solicitações e outras informações: www.ctav.gov.br/.

POPULAR E ERUDITO - A Orquestra Sinfônica Sivuca de Campina Grande faz apresentação no sábado (20), na cidade histórica de Areia. A Orquestra compositor e arranjador Sivuca é resultado da união entre a cultura e musicalidade popular nordestina, com um estilo peculiar de música erudita. A apresentação acontece às 20h30, no auditório do Colégio Santa Rita, e tem entrada franca. Outras informações: neyvital@gmail.com/.



AVA ARAUJO - Produção: juliasodre@gmail.com Promoção: carambolaproducoes@gmail.com ENTRE EM CONTATO PARA MAIORES INFORMAÇÕES E CONTRATAÇÃO DO SHOW



MARY JANE - Texto e Direção: Marco Plá Assistência de Direção: Priscila Badaró. Elenco: Denis Guimarães, Poliana Helena, Rodrigo Valim e Sara Panamby onde? Teatro Commune Rua da Consolação nº 1218 Informações 3476-0792 quando? Sábados às 21:00h Curta temporada de 22/11 a 20/12 quanto? Ingressos: R$ 20 Meia entrada para estudantes, classe artística e terceira idade. Veja uma previa no youtube http://br.youtube.com/watch?v=f6cT50uX-h4

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Sábado, Dezembro 13, 2008

CLARA REDIG



CLARA REDIG – A arquiteta e cantora Maria Clara de Salles Redig de Campos entrou para o Conservatório Brasileiro de Música, onde estudou teoria musical e solfejo. Na mesma época, passou a integrar o Coral de sua escola, estudando piano e violão, depois fez um curso de teoria e harmonia musical. Estudou canto lírico com Heloisa Madeira e as de cantoterapia com Sonia Joppert. Desde 1994, estuda canto técnico com professora Lulu Joppert, fiel amiga e diretora musical de seus dois primeiros CDs. O primeiro show solo foi “Encontros”, com arranjos e direção de Edson Bastos e realizado no Hipódromo Up (RJ) e no Café do Teatro (RJ). Em 1997 começou a estudar o rico repertório do compositor Francis Hime e apresentou o show “Luz” que, anos mais tarde, viria a ser a inspiração para seu terceiro CD. No Café do Teatro em 1998 apresentou o show “BlueBossa” e, ainda nesse ano, gravou seu primeiro CD independente, “Clara Redig”, só com músicas brasileiras. O show de lançamento foi no Hipódromo Up. Em 2000 criou um roteiro só de clássicos do samba intitulado “Sonho Meu”, entregando os arranjos a Edson Bastos. Em apresentação única no Café Teatro Arena, foi surpreendida por Dona Ivone Lara, a grande homenageada da noite, que subiu no palco e improvisou alguns duetos com ela. Convidada a integrar o grupo Cantores do Chuveiro, participou do espetáculo “100 anos de MPB”, escrito e apresentado por Ricardo Cravo Albin. Lançou em 2001 o cd “Encontro Feminino” na Livraria Argumento (RJ), tendo feito shows de lançamento, como o realizado em agosto de 2002, no Mistura Fina (RJ), considerado o show de maior bilheteria da casa naquela temporada. Com arranjos, direção musical e regência de Nelson Ângelo, a cantora lançou, em 2005, numa concorrida noite de autógrafos na Livraria da Travessa, o CD “Luz - Clara Redig canta Francis Hime”, resultado de sua longa e dedicada pesquisa sobre a obra do grande compositor, presente ao evento. Entre outras tantas atividades, a cantora vem se firmando no seu cenário musical brasileiro e para conferir o talento desta grande artista é só acessar: http://www.clararedig.com/.

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Sexta-feira, Dezembro 12, 2008

CAIXA DE MÚSICA



CAIXA DE MÚSICA - LANÇAMENTO Acaba de ser lançado esta semana o cd “Caixa de Música", reunindo Kiko Continentino, Leonardo Amuedo & Mauro Senise.
Kiko Continentino, Leonardo Amuedo & Mauro Senise lançaram o cd "Caixa de Música" (pelo selo Delira Música). Este cd reune três dos mais importantes músicos da atual cena instrumental brasileira: Mauro Senise, dono de uma carreira de sucesso desde o emblemático grupo Cama de Gato; Leonardo Amuedo, guitarrista do conjunto de Ivan Lins; e Kiko Continentino, pianista da banda de Milton Nascimento. O título não poderia soar melhor - Caixa de Música (Delira Música) é uma aula de especial delicadeza. Sem a base rítmica tradicional do contrabaixo e da bateria, as nuances melódicas e harmônicas aparecem sobre uma nuvem sonora de sucessivas descobertas. Os desenhos do piano de Kiko Continentino perfeitamente entrelaçados à guitarra de Leonardo Amuedo delineiam o universo sonoro para a emissão suave e precisa de Mauro Senise. No repertório, cinco composições do pianista Kiko Continentino, inéditas de Gilson Peranzetta, Yuri Popov, Roberto Araújo e Antônio Adolfo, especialmente cedidas para o disco, e temas de EDU LOBO, TOM JOBIM, CAETANO VELOSO, CHICO, BILLY BLANCO e HERMETO PASCOAL compõem um repertório eclético e muito bem explorado pelos três instrumentistas.
Mauro Senise Celebrado como atração do Free Jazz e do Chivas Jazz Festival, aplaudido como integrante do grupo Cama de Gato, com participação em inúmeros discos brasileiros, o flautista e saxofonista Mauro Senise é o melhor exemplo de que música instrumental é sucesso no Brasil. Ganhou inúmeros prêmios, dentre eles o troféu Playboy e o prêmio Brahma Extra de Revelação Instrumental pelo conjunto da sua obra. Apresentou-se por toda a Europa com Egberto Gismonti e na Espanha, França, Bélgica e Estados Unidos com o grupo Cama de Gato. Mauro Senise tem 14 discos solo lançados, além de 6 discos com o grupo Cama de Gato e 1 com o Quinteto Pixinguinha. Com o pianista, compositor e arranjador Gilson Peranzzetta mantém uma importante parceria que já dura 20 anos e tem 4 Cds lançados. Participou como flautista e saxofonista em gravações de artistas como Milton Nascimento, Edu Lobo, Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Leonardo Amuedo Nascido em Montevideo, Uruguai, Leonardo Amuedo trabalhou com vários músicos importantes e conhecidos do Uruguai, como Hugo e Osvaldo Fattoruso, Urbano Moraes e Mariana Ingold. Mudou-se para a Holanda onde trabalhou entre 1990 e 2002 tocando e gravando com os mais importantes nomes da música internacional como Laura Fygi, Josee Koning, Fernando Lameirinhas, Jóia, Metropole Orchest, Hein van de Geyn, Bacan, Dori Caymmi, Dulce Pontes, Thijs van Leer (FOCUS), Jan Akkerman, Sticks & Strings e Jimmy Haslip. Em 1999 produziu, arranjou e tocou no CD "The Latin Touch" da cantora Laura Figgy. Em 2002, descoberto pelo cantor e compositor Ivan Lins, veio morar no Brasil fixando residência no Rio de Janeiro. Com Ivan Lins tem participado de turnês nos EUA, Japão e Europa. Neste período também dividiu o palco com artistas e músicos como João Bosco, Caetano Veloso, Luiz Avellar, Armando Marçal, Wagner Tiso, Alejandro Sanz, Jane Monheit, Simone, Marcio Montarroyos, Jorge Vercilo, Leny Andrade, Itiberê, Oscar Castro Neves, André Mehmari, Arismar do Espírito Santo, Mauro Senise, e Maria Schneider. É hoje um dos músicos estrangeiros mais celebrados nos palcos brasileiros.
Kiko Continentino Pianista, tecladista e compositor. Reconhecido como excelente músico por grandes estrelas da MPB, ele atua como instrumentista, arranjador e produtor musical. Há onze anos integra a banda de Milton Nascimento, desde o show Tambores de Minas. Participou de todas as faixas no CD de mesmo nome. O último disco do cantor, “Pietá”, inclui duas parcerias de Kiko com Milton. O músico participou ativamente da concepção deste trabalho, escrevendo inclusive um arranjo de cordas, trompas e flautas regido pelo maestro Eumir Deodato. Ainda com Milton, participou da temporada do show Crooner, adicionando alguns arranjos seus aos anteriores, de Wagner Tiso. Gravou o CD “Gil & Milton”, excursionando com os artistas pelo mundo afora. Tocou com alguns dos principais nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Djavan, Leny Andrade, João Bosco, Seu Jorge, Jane Duboc, Leila Pinheiro, Guinga, Edu Lobo, Chico Buarque, Paulo Jobim, Nelson Ângelo, Emílio Santiago, Marcos Valle, Toninho Horta, Erasmo Carlos, Claudio Zoli, Arthur Maia, Pepeu Gomes, Dalto, Ivete Sangalo, Fernanda Abreu, Maria Rita Mariano, Nivaldo Ornelas, Mauro Senise, Durval Ferreira, Silvio César, Pery Ribeiro, Os Cariocas, MPB4, entre vários outros.
Fotos, CAPA e PROJETO GRÁFICO: Ana Luisa Marinho. Confira acessando: http://www.ejazz.com.br/agenda/cidades-detalhes.asp?cdEvento=4367&cdLocal=1175

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Quinta-feira, Dezembro 11, 2008

CATIA DE FRANÇA & XANGAI





CATIA DE FRANÇA – Paraibana de João Pessoa, aprendeu na infância a tocar piano, violão, sanfona, flauta e percussão. Foi professora de música em sua cidade natal por algum tempo, até começar a compor em parceria com o poeta Diógenes Brayner. Participou de festivais de música popular na década de 60, época em que viajou à Europa com um grupo folclórico. Em 1970 saiu o primeiro compacto duplo, com músicas vencedoras de um festival estadual. De volta ao Brasil, foi para o Rio de Janeiro, onde travou contato com outros músicos nordestinos, como Zé Ramalho, Amelinha e Sivuca. O primeiro LP solo, "20 Palavras ao Redor do Sol", foi lançado em 1979, com músicas compostas sobre poemas de João Cabral de Melo Neto. Gravou outros discos nos anos 80 e em 1997 lançou o primeiro CD, "Avatar", com composições baseadas nos poemas de Manoel de Barros e na literatura de José Lins do Rego. Alguns intérpretes já gravaram músicas suas, como Elba Ramalho ("Kukukaya", "Oitava"). Chico César e Xangai participam de "Avatar".



XANGAI - Cantor. Compositor.Violeiro.Filho e neto de violeiros, nascido no sertão da Bahia, ainda pequeno fixa-se com a família na zona da mata de Minas Gerais. O pai abre uma sorveteria, na cidade de Nanuque, a Xangai, que lhe inpiraria o nome artístico. Em 1973, mudou-se para o Rio de Janeiro, lá vivendo por mais de dez anos. Chegou a começar a faculdade de economia, mas abandonou para seguir a carreira artística. Considerado por parte da crítica uma das mais belas vozes a serviço da música sertaneja "de raiz". Apontado por muitos como um aglutinador de linguagens do sertão, em 1976, gravou seu primeiro disco, pela CBS, "Acontecivento", que apresentou como destaque as composições "Asa branca", o clássico de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, "Forró de Surubim", "Marcha-rancho" e "Esta mata serenou", entre outras. Em 1980, lançou, em conjunto com o primo Elomar, Arthur Moreira Lima e outros, o disco "Parceria malunga", pelo selo Marcus Pereira. Em seu disco "Qué qui tem canário", de 1981, interpretou, entre outras, "Curvas do Rio", "Pé de milho" e "Estampas Eucalol", esta última de Hélio Contreras. Seu terceiro disco solo, "Mutirão da vida", em 1984, teve direção musical de Jaques Morelenbaum e acompanhamento do grupo Cumeno cum cuentro, com Jaques Morelenbaum, no celo, Alex Madureira, na viola, Marcelo Bernardes, no sax, clarineta e flauta, e Mingo, na percussão. Contou ainda com a participação especial de Geraldo Azevedo, Hélio Contreras, Marquinhos do Acordeom, Marcos Amma e Paula Martins. Destacaram-se no disco, entre outras, "Fábula ferida", de Jatobá, "O menino e os carneiros", de Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, "Ele disse", de Edgar Ferreira, antigo sucesso de Jackson do Pandeiro sobre a carta testamento de Getúlio Vargas, "Violêro", de Elomar, e "Alvoroço", dele e Capinam. O disco trazia sofisticação instrumental e surpresas rítmicas. No mesmo ano, apresentou show no Teatro Castro Alves, em Salvador, acompanhado de Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias. Do show nasceu o disco ao vivo "Cantoria 1", lançado pela Kuarup, no qual interpretou "Desafio do auto da catingueira", de Elomar, acompanhado do próprio Elomar, "Novena", de Geraldo Azevedo e Marcus Vinícius, que cantou juntamente com Geraldo e Vital, "Cantiga do boi incantado", de Elomar, e "Kukukaya", de Cátia de França. No ano seguinte, com o mesmo grupo, foi lançado o disco "Cantoria 2".Em 1985, recebeu o prêmio Chiquinha Gonzaga Em 1986, lançou o disco "Xangai canta cantigas, incelenças, puxulias e tiranas de Elomar", que contou com a participação do próprio Elomar, João Omar, Jaques Morelenbaum. Estão presentes no disco, entre outras composições de Elomar, "Desafio", "A meu Deus um canto novo" e "História de vaqueiros". No mesmo ano, apresentou-se no Rio de Janeiro, no Teatro João Caetano, no show "Um poeta na praça".Em 1990, lançou "Xangai lua cheia-lua nova", com destaque para "Xote Maria", "Punhos de serpente" e "Estrela do Norte". Em 1991, lançou o disco "Dos labutos", em que interpreta, entre outras, "Não Rio mais", "Bahia de calça curta" e "Xodó de motorista". Em 1996, lançou com Renato Teixeira o disco "Aguaterra", ao vivo, interpretando "Não Rio mais", "Olhos profundos", "João alegre" e "Nas asas do vento". Em "Cantoria de festa", seu disco de 1997, interpretou o "Nós, é jeca mas é jóia", de Juraildes da Cruz, "Serra da Borborema", "Meu cariri", "Rei do sertão" e outras. Com este disco recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Disco do Ano. No mesmo ano, apresentou as músicas desse mesmo disco em shows em São Paulo e no Paraná. Em seus trabalhos, mistura coco, baião, xaxado, xote, toada e ciranda. Procura cantar os sons de sua terra, criando uma música que se mantém longe dos modismos fonográficos, preservando a identidade da chamada "música de raiz". Em 1998 lançou o disco "Um abraço pra ti, pequenina", gravado com o Quinteto da Paraíba, somente com músicas de compositores paraibanos como José Marcolino, Cassiano, Geraldo Vandré, Chico César, Bráulio Tavares e alguns outros, contando com as participações especiais de Vital Farias, Cátia de França e Pedro Osmar. Em 2002, apresentou-se no Mourisco, em Botafogo, dentro do projeto "Xodó carioca". Na ocasião, apresentou-se ao lado da filha Mariá Porto, líder da banda Belladona. No mesmo ano lançou o CD "Brasileirança", gravado com o Quinteto da Paraíba, no qual interpretou, entre outas, "Pequenina", de Renato Teixeira, "Luz dourada", de Juraildes da Cruz e o "ABC do preguiçoso (Ai d'eu sodade)", um de seus maiores sucessos. Também no mesmo ano, apresentou-se com Elomar, Pena Branca, Renato Teixeira e Teca Calazans no show "Cantoria brasileira", no Teatro da UFF, em Niterói, comemorativo aos 25 anos da gravadora Kuarup, transformado pouco tempo depois em CD. Seu primeiro DVD "Estampas Eucalol", lançado em 2006, trás uma cantoria de 78 minutos gravada ao vivo no Rio de Janeiro, e uma entrevista de 55 minutos feita em Salvador e ilustrada com depoimentos e números musicais, contando também com participação especial de Elomar (uma de suas raríssimas aparições em video). A produção é ilustrada as Estampas Eucalol, famosas no jogo publicitário dos anos 1950/60 e abrange os maiores sucessos de Xangai, além de algumas inéditas. Participam da parte da cantoria do DVD os músicos João Omar (violão); Ocelo Mendonça (violoncelo, flauta); Ferretti (percussão), além da participação especial de Mariá Porto (voz).
Info: Kiko Albuquerque Caravela Brasileira Produções (21) 8167-4709 ou 2709-3324 Nextel: 7849-7582 ID: 81*69405 caravelabr@gmail.com Skype: kikoalbuquerque1 MSN: kiko.al@hotmail.com

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MUSA TATARITARITATÁ 2008

Sábado, Dezembro 06, 2008

DICAS TATARITARITATÁ



Foto: Samba no Canavial - Foto Marcelo Lira

20º FETEAG – Festival de Teatro do Agreste - Período de 12 a 20 de Dezembro de 2008. Os espetáculos abaixo integram a grade do 20º FETEAG – Festival de Teatro do Agreste, que será realizado no período de 12 a 20 de dezembro de 2008. Os espetáculos estarão em Caruaru graças à parceria criada entre o FETEAG e o Projeto CONEXÃO CAVALO MARINHO, projeto que será realizado nas cidades de Recife e Condado neste mês de dezembro. Todos esses espetáculos têm como base de suas pesquisas o Cavalo Marinho, que é uma encenação popular tradicional de Pernambuco; trata-se de uma variante do Bumba-meu-boi apresentada nas ruas com a participação do público e seus 76 personagens. Ainda haverá no dia 17/12, logo após a apresentação do espetáculo ESPIRAL BRINQUEDO MEU, no Marco Zero da cidade, pela primeira vez em Caruaru, a apresentação do CAVALO MARINHO ESTRELA DE OURO de Mestre Biu Alexandre, um dos mais tradicionais do estado. O FETEAG acontecerá de 12 a 20 de Dezembro em Caruaru, numa realização do TEA- Teatro Experimental de Arte. Acesso as fotos para divulgação: http://picasaweb.google.com.br/fbpascoal/FETEAG2008# Info: Fabio Pascoal 11 89643239 11 25334965 81 37211346 (Pedro)



O APRENDIZ ENCENA - Uma homenagem à atriz Geninha da Rosa Borges ALGUM AMOR PARA EUGÊNIA (PE) O texto tem como fio condutor, memórias várias que se entrecruzam em várias vozes, constituindo-se em vários movimentos que tecem tanto as lembranças de uma atriz que se inicia no teatro nos anos 1940 – Geninha da Rosa Borges -,quanto de peças, autores, diretores com os quais ela trabalhou ou que fazem parte da herança cultural do teatro. Mas nem tudo o que a personagem Maria Eugênia revela são falas da atriz Geninha. Uma é duplo da outra, de onde emerge uma mulher esquiva e, ao mesmo tempo, vívida. Uma personagem que não é baseada na maneira de Geninha SER ou REPRESENTAR, mas num exercício ficcional, entre realismo e abstração (e em permanentes sobressaltos silenciosos). Texto: Antonio Edson Cadengue Encenação: Eduardo Machado Orientação ao Aprendiz-Encenador/ Sonoplastia/Operação de Som: Cláudio Lira Intérpretes: Marilena Breda – Atriz e Pascoal Filizola – Homem Direção de Arte: Marcondes Lima Iluminação: Sávio Uchôa Operação de luz: Nadjeckson Lacerda Cenotécnica: Nagilson Lacerda/ Genildo Martins/ Claudemilson da Silva Confecção de Figurino: Maria Lima Cabelos: Ivan Cabeleireiro Programação Visual: Pedro Buarque Fotografia: Val Lima Apoio à Produção: Cristina Romeiro Curadoria: Luís Augusto Reis / Marcondes Lima / Williams Sant' Anna. Coordenação: Lúcia Machado. Realização: Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Apolo-Hermilo. Duração: 50m Classificação: 16 anos Teatro Hermilo Borba Filho Serviço: Teatro Hermilo Borba Filho Sábados e domingos 06, 07, 13 e 14 de dezembro Ingressos: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia) Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas APOLO HERMILO apolohermilo@yahoo.com.br 55 81 32322028 55 81 32322030

AARCA - O Coral AARCA - Associação Artística e Cultural das Alagoas, antigo EMBRACANTO, está com as inscrições abertas, até 30 de janeiro, para novos cantores em todos os naipes. Quem estiver interessado pode entrar em contato e fazer inscrição pelos telefones (082) 3235-1800/3033-5844/8837-5011 ou pelo E-mail: embracanto@bol.com.br



MAYSA - Maysa - Conhecida internacionalmente como Maysa, a cantora nasceu Maysa Figueira Monjardim, em uma das mais tradicionais famílias do Espírito Santo. Aos 18 anos, se casou com o empresário paulista André Matarazzo, 17 anos mais velho. Foi desta união que nasceu o único filho da cantora, Jayme Monjardim, diretor da minissérie que vai ao ar em janeiro na Globo, sob autoria de Manoel Carlos.Sua paixão pela música a fez abandonar o casamento e a riqueza, uma vez que os Matarazzo não viam com bons olhos a carreira musical. Teve vários relacionamentos amorosos, como com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto e o maestro Julio Medaglia. Em 20 anos de carreira, cantou samba-canção, samba, bossa nova, marcha-rancho, jazz, bolero, baladas e até rock, sempre na seara do romantismo. Compôs cerca de 50 músicas, gravou em diversas línguas – inglês, espanhol, francês e até turco – e fez turnês pelos Estados Unidos, França, Portugal, Itália e Espanha e América Latina. Causava polêmica ao dizer o que pensava e, devido ao abuso do álcool e ao uso de moderadores de apetite, apresentava humor instável e protagonizou vários escândalos, que não raro eram retratados em jornais e revistas. Morreu em 1977, em um acidente de carro na ponte Rio - Niterói.
A vida da cantora Maysa Matarazzo virou minissérie, que vai ser exibida em janeiro pela Globo, mas o público capixaba volta antes a ouvir falar da diva polêmica e melancólica da MPB. Sua biografia assinada pelo jornalista José Roberto Santos Neves será relançada em dezembro, com dois shows onde a cantora Vera da Matta vai interpretar as músicas com que ela ficou conhecida, como "Ouça" e "Meu Mundo Caiu". Lançamento no dia 11 no teatro do Sesi, em Jardim da Penha, dentro do projeto Luzes e Aplausos. Será a partir das 19 horas, com a apresentação às 20 horas. O livro A biografia "Maysa" foi publicada pela primeira vez 2005, dentro da coleção Grandes Nomes do Espírito Santo. A nova edição foi revista pelo autor, ganhando novas informações, mais fotos – entre o acervo, algumas imagens raras, como da cantora quando era bebê e de seu encontro com Edith Piaf, uma de suas inspirações – e capa da artista plástica Lara Felipe, sobre arte de César G. Vilella, um dos mais requisitados artistas para confecção de capas durante Bossa Nova. O prefácio é de Ricardo Cravo Albin, renomado pesquisador da MPB e que foi amigo pessoal de Maysa. O autor José Roberto Santos Neves nasceu em Vitória em 1971. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com pós-graduação em Gestão em Assessoria de Comunicação pela Faesa. Hoje é editor do Caderno Dois do jornal A Gazeta. Além do livro "Maysa", publicou, em 2007, o livro "A MPB de Conversa em Conversa", reunindo 40 entrevistas com grandes nomes da música popular brasileira. O show No show "Convite para Ouvir Maysa", a cantora Vera da Matta, do grupo Saia no Samba, vai interpretar músicas que marcaram a carreira da musa da MPB, como "Ouça", "Meu Mundo Caiu", "O Barquinho", "I Love Paris", "Ne Me Quitte Pas" e "Se Todos Fossem Iguais a Você". Será o primeiro show solo de Vera. O jornalista e ator Jace Theodoro vai acompanhá-la no palco. Os bailarinos Denise Marchetti e Roberto Cigano irão se apresentar durante algumas músicas e a cantora Ava Araújo irá fazer uma apresentação especial. A direção musical do show é de Paulo Sodré, que criou novos arranjos para canções consagradas. Ele participa também tocando baixo acústico, ao lado de Roger Bezerra nos teclados, Fábio Calazans, no violão e na guitarra, Edu Szajnbrum na bateria e Daniel Dias no trumpete. A diretora de produção é Júlia Sodré.
Serviço: Dia: 11 de dezembro Projeto Luzes & Aplausos Local: Teatro do SESI Endereço: Rua Madeira de Freitas, 244, Praia do Canto – Via Cruzeiro Mall – 2º andar. Lançamento do Livro "Maysa" – 19h Show "Convite para ouvir Maysa" – 20h Informações: Júlia Sodré 27 – 8118-7330 27 – 9239-1567 Assessoria de Imprensa W Comunicação 27 – 3289-1505

FESTIVAL FÁBRICAS DE CULTURA - A Secretaria de Estado da Cultura apresentará de 4 a 14/12, no Teatro Sérgio Cardoso, o Festival Fábricas de Cultura. Durante os oito dias do evento, serão apresentados dez espetáculos do Fábricas de Cultura, programa criado pela SEC, que visa a inclusão social de jovens residentes em áreas de alta vulnerabilidade social da capital paulista, por meio da dança, música, teatro e circo. Programação 6/12 – 20h Pedrinho Sapopemba Direção de Célia Gouvêa 7/12 – 11h Pedrinho Capão Redondo Direção de Wanderley Piras 7/12 – 8h Pedrinho Brasilândia Direção de Maurício Abud 10/12 – 20h Pedrinho Cidade Tiradentes Direção de Fabio Canniato 11/12 – 20h Pedrinho Cachoeirinha Direção de Paulo Marcello 12/12 – 20h Pedrinho Jaçanã Direção de Heron Coelho 13/12 – 20h Pedrinho Itaim Paulista Direção de João Carlos Andreazza 14/12 – 18h Pedrinho Luz Direção de Susana Yamauchi Festival Fábricas de Cultura De 4 a 7/12 e 11 a 14/12 Teatro Sérgio Cardoso Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista Tel.: (11) 3288-0136 http://www.fabricasdecultura.org.br/Site/Home/

EXPERIÊNCIAS MUSICAIS - Tem início na terça (9), e segue até o dia 13, no Centro Cultural BNB - Fortaleza, o Seminário Nacional Experiências Musicais. O seminário, oriundo dos Editais da Cultura 2007, visa divulgar e articular pesquisadores, artistas e comunidade em geral para, abrindo espaço para debates, estimulando novas pesquisas e uma maior valorização da área musical. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local. Outras informações: (85) 3464.3108.

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Sexta-feira, Dezembro 05, 2008

RAVE CULTURAL



MADAN - "A Ópera do Rinoceronte"na Rave Cultural 2008 Casa das Rosas São Paulo/SP - das 17:00 (sábado) às 05:00 (domingo) - 06/07 de Dez. 2008 RAVE CULTURAL 2008 Casa das Rosas completa quatro anos e se consolida como pólo de difusão da poesia e literatura Lanny Gordin, Neuza Pinheiro, Madan e Quarteto Kroma se apresentam durante a noitada. São nada menos do que 12 horas de programação gratuita, que começa no dia 6 de dezembro, às 17 horas, e segue pela madrugada do dia 7 até as cinco horas da manhã. A Rave Cultural foi criada pela Casa das Rosas para comemorar, todos os anos, o aniversário de sua transformação em Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em sua quarta edição, o evento traz uma programação voltada inteiramente à poesia, com shows, recitais e projeções. "Seguindo a linha de atuação pluralista do espaço, foram convidados para esta edição artistas muito respeitados que se mantêm um tanto distantes dos holofotes da mídia. Esta é a nossa missão: abrigar todas as tendências poéticas e artísticas e iluminar o que há de bom se escondendo por aí", diz Frederico Barbosa, diretor executivo da Poiesis, Organização Social que administra a Casa das Rosas, subordinada à Secretaria de Estado da Cultura. O lendário Lanny Gordin, que se apresentará com sua banda às duas e meia da manhã, é a principal atração da noite. No início dos anos 70, Lanny era a grande sensação da guitarra no país. Escolhido pelo maestro tropicalista Rogério Duprat para gravar a maioria de seus arranjos e experimentações de estúdio, Lanny também era disputado por astros da MPB e do pop nacional - de Elis Regina a Erasmo Carlos, numa lista que ainda passa pelo soulman Tim Maia, Gal Costa e Jards Macalé. Quem gosta de ler poemas poderá subir no palco para ler textos próprios ou de outros autores no Saraokê, e ainda acompanhado por um time de músicos que farão um fundo musical para as leituras. O músico Madan, que transforma poemas em belas canções, fecha a noite com um show às 4 da manhã. José Paulo Paes, Haroldo de Campos, Ademir Assunção e Arnaldo Antunes são alguns dos poetas que já tiveram seus versos cantados por Madan.Uma mostra com filmes baseados nas obras de William Burroughs, Andy Warhol e Derek Jarman e um recital de poesia erótica também fazem parte da programação. A festa atravessará a madrugada, celebrando a poesia e a vitória de quatro anos dedicados à difusão da literatura no Brasil. "Com o trabalho desenvolvido nesses quatro anos, a Casa das Rosas tornou-se um dos principais espaços culturais de São Paulo e um pólo de difusão da poesia e literatura brasileira e internacional", celebra Claudio Daniel, diretor adjunto da Casa das Rosas. Confira a programação: 17h Desconcertos na Paulista Coordenação: Claudinei Vieira Convidados: Giovanna Batini, escritora acompanhada dos músicos Wilson Neves (clarineta e flauta) e Edson Tobinaga (violão e teclado) Entrevista pública com prosadores contemporâneos em que cada convidado lê um texto de algum autor que o tenha influenciado, além de um texto próprio e de um autor novíssimo. 18h Show com o quarteto Kroma Com Heraldo Paarmann, Alexandre Spiga, Alexandre de Orio, Igor de Bruyn O quarteto Kroma tem como proposta desenvolver a música de câmara com quatro guitarras, executando obras eruditas e populares.20h Recital de poesia erótica Com Glauco Mattoso, Luiz Roberto Guedes, Antonio Vicente Pietroforte e outros 21h30 Show com Neuza Pinheiro Neuza Pinheiro - violão, viola e voz; Tonho Penhasco - violão e guitarra; Ronaldo Gama - baixo; Mauro Sanches – percussão Neuza Pinheiro é cantora, compositora e poeta, interpretou músicas de Arrigo Barnabé e integrou a banda Isca de Polícia, de Itamar Assunção. Em 2007, lançou seu primeiro CD, Olodango.23h Saraokê Com Frederico Barbosa, André Parisi, Calê Narman e André Kurchal Recital aberto ao público, em que os participantes lêem poemas de outros autores ou textos próprios, com fundo musical ao vivo, escolhido pelo leitor.0h30 Live performance e música lounge Live performance com o VJ Fábio Vietnica e música lounge para dançar no hall da Casa das Rosas.2h30 Show com Lanny Gordin Trio Lanny Gordin, guitarra; Guilherme Held, guitarra; Fábio Sá, baixo; Zé Aurélio, percussão Nascido em Xangai, na China, em 1951, Lanny foi considerado o "Jimi Hendrix brasileiro" nas décadas de 1960 e 1970, devido ao seu estilo ousado e agressivo. Na década de 1990, Lanny foi redescoberto e transformado em ídolo cult, realçando ainda mais o fato de que a boa música brasileira precisa ser resgatada.4h (madrugada de sábado para domingo) Madan, no show 'A ópera do rinoceronte' Neste show, o compositor, cantor e violonista paulistano Madan (violão e voz) mostra composições de seus quatro CDs lançados. No repertório, parcerias com Arnaldo Antunes, José Paulo Paes, Adélia Prado, Ademir Assunção, Frei Betto e Haroldo de Campos. Todos os shows serão abertos com leitura de poemas. Serviço RAVE CULTURAL 2008 Evento Gratuito Local: Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura Endereço: Av. Paulista, 37, Bela Vista - próximo à Estação Brigadeiro do Metrô São Paulo – SP Tels: (11)3285-6986 ou (11) 3288-9447 www.poiesis.org.br Estacionamento conveniado PATROPI: Al.Santos, 74. MadaNMusiC www.myspace.com/madanmusic & www.uol.com.br/madan 11 - 73259744 / 2659 8357 São Paulo/SP/Brasil

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Segunda-feira, Dezembro 01, 2008

CESAR OBEID & O TEATRO DE CORDEL



ENTREVISTA CESAR OBEID & O TEATRO DE CORDEL - César Obeid é escritor, educador e contador de histórias. Trabalha com a recriação do cordel e do repente na educação, teatro, eventos e literatura. Frequentemente escreve matérias e artigos para jornais e revistas, como também participa de gravações de programas de televisão e rádio. É secretário da UCRAN- União dos Cordelistas e Repentistas do Nordeste e autor dos livros: Minhas Rimas de Cordel, menção "altamente recomendável" FNLJ- 2005, O Cachorro do Menino, - Aquecimento Global não dá rima com Legal, Vida Rima com Cordel, menção “altamente recomendável” FNLIJ- 2007, Mitos Brasileiros em cordel e O Valente Domador- Lançamento!
Ele nos concedeu uma entrevista que repasso a seguir, confira:

LAM - Obeid, vamos para a pergunta costumeira: quando foi e como se deu seu encontro com a arte?

Eu comecei com o teatro aos 19 ou 20 anos; fiz uma série de cursos, cheguei a fazer algumas peças amadoras, depois comecei a escrever peças de teatro, algumas delas já com estrofes da literatura de cordel. Após algum tempo, pude encenar duas dessas peças.

LAM - Quais as influências da infância e adolescência que contribuíram para a formação do artista?

Sinceramente não consigo fazer muitos elos entre a infância e a adolescência com a formação do artista, pois eu fui “estudar” artes depois que eu saí da escola. Até então, nunca imaginei produzir qualquer coisa nessa área. Mas, eu fui um felizardo com a minha infância, morei em um bairro onde brincávamos muito na rua, muitos amigos, pipas, bicicleta, etc. Uma fase genial. Lembro-me que aos doze anos eu lia muitos livros de velho oeste, comprados em bancas de jornal.

LAM - Você é autor de vários livros e folhetos de cordel. Fala da trajetória, cronologia dos livros e recepção do público ao seu trabalho.

Até então, toda a minha carreira artística está apoiada no cordel.
Escrevi mais de 50 folhetos antes de publicar o meu primeiro livro “Minhas rimas de cordel”, um livro que recria alguns temas da cultura popular em sextilhas. Nesta época eu já contava histórias e tinha algumas apresentações para diverso públicos. Os outros livros foram conseqüência de muito trabalho e dedicação. Eu tenho muita crença no que eu faço e na mensagem que posso transmitir com o meu trabalho, seja em uma apresentação na qual eu leve alegrias às pessoas, seja em uma oficina na qual eu ensino quem quer escrever, ou seja em alguns de meus livros.

LAM - Na condição de educador, qual a contribuição que a cultura popular pode oferecer para a educação formal?

Precisamos tomar muito cuidado com isso. A educação formal quando se apropria de algo, tende a descaracterizá-la, moldá-la de acordo com os seus interesses, que nem sempre são os interesses da comunidade que produz certa manifestação de cultura popular. É por isso que muitas livros didáticos tiraram o cachimbo do saci-pererê, já não permitem que o cravo brigue com a rosa e assim por diante. Acho que a educação formal deve estudar as manifestações de cultura popular como elas são, interferindo o mínimo possível e preservando o respeito e a identidade da nossa cultura.

LAM - Você trabalha com contações de história, recreações,oficinas e workshops temáticos. Como você visualiza a contribuição do artista na formação das pessoas?

Antes de ser artista, eu sou um cidadão preocupado com uma séries de temas extremamente importantes, ao meu ver, é claro.
Uso da arte para comunicá-los, colocá-los à tona. Ainda bem que posso fazer isso por meio do meu trabalho.

LAM - Como a escola tem recepcionado seu trabalho?

Muito bem, com muita atenção, respeito e muito aberta aos temas que eu apresento.
Soma-se também o interesse nas culturas tradicionais, por parte das escolas.

LAM - Fale da idéia de criação e as propostas do sítio "Teatro em Cordel" .

O sítio, adorei o nome! Tem por objetivo difundir o meu trabalho e passar algumas informações sobre o cordel e o repente.

LAM - Você participa da UCRAN. Fala pra gente do trabalho desta entidade.

A Ucran, uma entidade fundada em 1988, foi muito importante para a fixação e afirmação do poeta nordestino residente em São Paulo. O seu presidente, o poeta Sebastião Marinho, foi responsável por retirar a cantoria de viola do bairro do Brás e abrir novos espaços para o improviso de viola. Hoje, São Paulo tem muitos poetas aqui morando e podem desenvolver sua arte e tradição. A casa recebe inúmeras cantorias de vários poetas.

LAM - A educação brasileira dá um mote bom de glosar?

Professor sendo bem pago
Salas bem climatizadas
Sem sujeiras nas escadas
Um aluno concentrado
O respeito instaurado
Pra todos que lá estão
E o amor no coração
Sendo o grande peregrino
Dado luz ao bom destino
Da nossa educação.

LAM - Quais as perspectivas e projetos que o Cesar Obeid tem por realizar?

Quero fazer novos livros, contar histórias, ministrar oficinas, etc. Ou seja, exatamente o que faço hoje em dia. Não tenho grande planos ou ambições, gostaria que o ser humano se sentisse como parte da natureza, e não totalmente distante dela, como é hoje.
É isso aí, caro amigo, agradeço o espaço cedido e desejo muita luz e harmonia no belo trabalho que você desenvolve.
Paz, César

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