BRUNO VINCI – Era
eu menino quando curtia por horas meu pai ao violão solfejando as músicas de
Dilermando Reis ou escutando os discos com participações do Dino das 7 cordas.
Sempre fui fascinado pelo toque de um violão.
Na adolescência, levado pelas mãos do poetamigo
Afonso Paulo Lins, ficava curtindo tardes inteiras as violadas de Heitor
Villa-Lobos. Por causa disso, logo me acheguei aos talentos de Laurindo
Almeida, Baden Powell, Paulinho Nogueira, Egberto Gismonti, Turíbio Santos,
João Pernambuco, Paulo Bellinati, Canhoto da Paraiba, Raphael Rabelo e
Sebastião Tapajós, entre outros.
Essas audições me levaram a estudar no
Conservatório de Música de Pernambuco, interrompido drasticamente por um
atropelamento que fui vítima no cruzamento da Avenida Pinheiros com a Rua
Arquiteto Luiz Nunes, no bairro da Imbiribeira, onde eu morava. Nunca mais
voltei aos estudos e lamento muito não ter aprendido a tocar violão como
gostaria.
Hoje me restrinjo às audições dos já mencionados
e de Yamandu Costa, Heitor Pereira, Guinga e Zezo Ribeiro.
Navegando sempre pela rede, tive a grata
satisfação de agora conhecer o talento do músico, compositor e professor Bruno Vinci.
Ele é formado em violão popular pela Universidade do Vale do Rio Verde e
técnico em música pelo Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre (MG). O
currículo dele compreende aulas com Luizinho 7 Cordas, Alessandro Penezi e
aulas de harmonia com Pollaco. Como músico tocou com Toninho Horta, Claudio
Nucci, Fernando Brant, Lô Borges, Tavinho Moura e Marcio Borges. Participou dos
projetos do Grupo Vocal Cantus Quatro, do trio instumental Queijo com Goiabada,
da Orquestra de Violôes do Conservatório de Pouso Alegre e da cantora
paranaense Fernanda Brito.
O seu talento pode ser conferido no seu blog
Bruno Vinci e no seu canal do YouTube. Confira, recomendo.
Veja mais na Agenda.
1 comentários:
Obrigado Luiz! Sou muito grato por suas palavras.
Abração procê!
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