sábado, setembro 05, 2026

A MÚSICA DE MOACIR SANTOS

 

 

MOACIR SANTOS – O arranjador, compositor, maestro e multi-instrumentista Moacir Santos (1926-2006), era órfão de mãe e filho de cangaceiro foragido, quando foi adotado ainda criança, destacando-se por sua aptidão acadêmica pela música. Aos 11 anos tocava clarinete e, depois, na adolescência passou para o saxofone, banjo, violão e bandolim, enquanto era vítima de pesadas tarefas domésticas e preconceito racial durante a pós-escravidão. Daí então passou a tocar na banda da Polícia Militar da Paraíba, tornando-se maestro, quando fugiu de casa e tornou-se músico itinerante, atuando em circos itinerantes. Seguiu por sul e começou a trabalhar na Rádio Nacional, no Rio de Janeiro, como compositor e, depois, diretor musical, estudando com Hans-Joachim Koellreutter. A partir disso tornou-se professor de Baden Powell, Paulo Moura, Sérgio Mendes, Carlos Lyra, Nara Leão, João Donato e Roberto Menescal, pelos anos 1950-60. Em 1965 ele lançou o álbum Coisas, pelo selo Forma, com fusão de ritmos afro-brasileiros e sonoridades de jazz. Foi aclamado pelo New York Times e passou a compor trilhas sonoras para filmes brasileiros. Foi então que ele se mudou para os Estados Unidos, onde gravou 3 álbuns para Blue Note, na década de 1970, pelos quais foi indicado ao Grammy. Em 2004 foi lançado o álbum Outro Negro, com participações de Milton Nascimento, Gilberto Gil e João Donato. Em 2005, lançou o seu último álbum, Choros & Alegrias, com participação de Wynton Marsalis. Foi parceiro de Vinicius de Moraes e trabalhou com Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes. Em 2005 foi lançado um DVD com um show da Banda Ouro Negro, gravado ao vivo no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.




sábado, agosto 29, 2026

O TEATRO DE AUGUSTO BOAL

 

 

O TEATRO DE AUGUSTO BOAL – O primeiro contato que eu tive com a obra teatral de Augusto Boal (Augusto Pinto Boal -1931-2009), foi ainda adolescente: Técnicas Latino-Americanas de teatro popular: uma revolução copernicana ao contrário (Hucitec, 1975). Eureka! Sim, foi um estalo! Havia saído duma experiência malograda numa montagem da peça Adoração, de Fenelon Barreto, e logo me pus a escrever o meu primeiro texto teatral: O Prêmio (1977). Depois chegou-me às mãos o livro 200 exercícios e jogos para o ator e não-ator com vontade de dizer algo através do teatro (Civilização Brasileira, 1983), que me empolgou mais ainda. E me deu fôlego pro segundo texto A viagem noturna do sol (1983). Aí danei-me a estudar o Teatro do oprimido e outras poéticas políticas (Civilização Brasileira. 1975) e logo adquiri o seu Teatro Completo (Hucitec, 1986, 2 volumes). Também o Jogos para atores e não-atores (Civilização Brasileira, 1998) e O Corsário do Rei (Civilização Brasileira, 1986). Foram muitas e tantas leituras que permearam as minhas escritas e montagens teatrais. E como gratidão pelo aprendizado, eis alguns registros de suas obras:

 

AUGUSTO BOAL

TEATRO

O TEATRO & O PENSAMENTO ESTÉTICO

CORSÁRIO DO REI

REVOLUÇÃO NA AMÉRICA DO SUL

TECNICAS LATINO-AMERICANAS DE TEATRO POPULAR

I

II

REVOLUÇÃO COPERNICANA AO CONTRÁRIO

I

II

JOGOS PARA ATORES & NÃO-ATORES

EXERCÍCIOS & JOGOS DE TEATRO

EXERCÍCIOS & JOGOS PARA ATOR

A QUEDA DAS ATRIZES

LISÍSTRATA

TEATRO DO OPRIMIDO

I

II

 



sábado, agosto 22, 2026

REENCONTRO MARCADO

 

 

REENCONTRO MARCADO – A solidão compulsória num tempo devastador, o calendário perdido por ontamanhãs. A espera tardia sucumbia no desencontro, a lucidez escassa. Havia o vestígio de fôlego nas cercanias e a parede era o abrigo na expectativa do reencontro. Algo sobrevivia em meu coração atordoado, coisa que seria logo presença, enquanto as horas ditassem o ritmo das ocasiões. Este o momento. Confira aqui, aqui & aqui.

 



sábado, agosto 15, 2026

GILVANÍCILA & AS SOMBRAS DO CORAÇÃO

 


GILVANÍCILA & AS SOMBRAS DO CORAÇÃO (Imagem: Mougenot Natalya) – O casal Suetônio & Deusdith recepciona as férias do irmão dele, Susdidido, há muitos anos no Iraque. O trio festivo foi muito alvoroçado e, ao final de um mês, quando se preparava para o retorno, recebera a notícia de que fora dispensado. Abatido, o agora desempregado recebia do irmão mais que apoio e ali ficou definitivamente. Pouco tempo depois Deusdith engravida e para felicidade do trio nasceu Gilvanícila. Porém, o que fazia o pai feliz, mais desandavam todos para infelicidade trágica. Confira primeiro aqui, depois aqui e, por fim, aqui.



sábado, agosto 08, 2026

CONSTISTÓRIA, POEMAGENS & OUTRAS VERSAGENS

 

 

CONSTISTÓRIA, POEMAGENS & OUTRAS VERSAGENS – Da série Colam, reunião autoral de Luiz Alberto Machado, de arte visual e musical, por meio das poemagens & versagens d’O Livro das Janelas e da Crônica de Amor, com o tema musical Nênia de Abril. Confira.

 

O LIVRO DAS JANELAS

VIAGENS DA JANELA, VIDOUTRA

JANELA DO MEU QUARTO

JANELANDANTE: RESQUÍCIOS DA MEMÓRIA

MEMORIMAGINAÇÃO, JANELA DO TEMPO, ITINERÁRIO DOS SONHOS

ACONTECÊNCIAS DA SOLIDÃO

JANELA MEMÓRIA: PASSA, TEMPO

JANELA DAS PALAVRAS: CELEBRAÇÃO & POEMÁTICA, O REINO DA LOUCURA

JANELA DOS SONHOS

JANELÍRICA

JANELAS DE LUZ: TEMPO, HESTÓRIAS, PALAVRA: ENTRE VALES & CLAUSTROS, EXPRESSO DO AMANHÃ

JANELONÍRICA

JANELÚCIDA: SE NADA ACONTECESSE, NADA VALERIA

JANELOUCA: UMA ÁRVORE DA PEDRA

JANELÚDICA

JANELOUTRA: POEMAS EM PEDAÇOS...

JANELIVRE: MEU NAVIO A SORTE INVENTA...

JANELARILARÁ

JANELINVENÇÃO, O SEGREDO DOS SONHOS

JANELESCOLHA

NOITAMANHECERES...

AINDA É PRIMAVERA, MADE IN SOLIDÃO...

JANELA VAI: ESCRITA DAS IMAGENS DOS PEDAÇOS... REINVENÇÃO DO RUMO OU NADA!...

CRÔNICA DE AMOR

CRÔNICA DE AMOR

O AMOR AO ENTARDECER... UM PASSO DE CADA VEZ NA FOGUEIRA DO MUNDO, AMANTE NA VIDA SEM FRONTEIRAS...

ELA: O REENCONTRO FORTUITO... AGORA AQUI É AMOR...

INCIPIT VITA NUOVA

ALEGORIA DA LOUCURA: HORA DE VIVER!

ARDÊNCIA

SERENAR

FONTE

VIVOCÊ, VOCEU... TRÊS VEZES & A EMPATIA

CONVITE

AH, ESSE OLHAR...

AH, ESSES LÁBIOS...

CULTO DA ROSA

POR VOCÊ

COBIÇA

DESEJO

QUANDO TE VI...

ENTREGA

CANTILENA

TUDO É DELA...

JANELA DO DIA: SOU RIO MUSAMAR & ZIS ERRÂNCIAS... O CORAÇÃO DA PALAVRA, O POEMA NO SEXO: A VIDA!

É PRA ELA...

VIDA, VIVA VIDA, VIVAMOR...

 


NÊNIA DE ABRIL

I

II