Sábado, Fevereiro 04, 2012

SHOW TATARITARITATÁ PÉ-DE-SERRA



TATARITARITATÁ: SHOW PÉ-DE-SERRA – Show poético-musical reunindo xotes, baiões e forrós levando no ritmo da sanfona, zabumba & triângulo.

TATARITARITATÁ: SHOW DE LUIZ ALBERTO MACHADO & TRIO PÉ-DE-SERRA. Contato: 82 8845.4611 / 96064436

Veja o repertório no Tataritaritatá e mais na Agenda.


Quarta-feira, Janeiro 18, 2012

KIKO CONTINENTINO: 85 ANOS DE TOM JOBIM



KIKO CONTINENTINO: 85 ANOS DE TOM JOBIM - 25 de Janeiro de 2012 KIKO CONTINENTINO celebra 85 anos de TOM JOBIM Uma noite jobineana pra lá de especial. Há exatos 5 anos após antológico (e supra-lotado) show realizado no DRINK CAFÉ da Lagoa (Parque dos Patins), o pianista-compositor mineiro retorna ao mesmo local para homenagear um dos principais compositores do século XX, bem a seu estilo: dessa vez, para cada um dos 85 anos do nosso querido maestro soberano, será tocada uma composição do homenageado. Oitenta e cinco, no total! Ao longo de 4 sets (de aproximadamente uma hora cada), Continentino terá o apoio de muitos convidados especiais. 5 anos atrás, as canjas luxuosas foram: Os Cariocas, Nelson Ângelo, Pery Ribeiro, Chico Batera, Muiza Adnet, Paschoal Meirelles, entre mais de 20 convidados. Desta feita, muitas surpresas poderão acontecer. O Rio de Janeiro está convidado a prestigiar - na homenagem de Kiko Continentino, um de seus mais célebres e talentosos filhos: Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim. O show tem hora marcada pra começar: 20hs; mas seu término se dará apenas depois da 85ª música - naturalmente uma obra-prima, como todas de Jobim. SERVIÇO: KIKO CONTINENTINO toca 85 músicas no aniversário de TOM JOBIM DRINK CAFÉ da LAGOA Avenida Borges de Medeiros, s/nº, Parque dos Patins, Quiosque nº 5. Rio de Janeiro.(local do antigo Tívoli Parque da Lagoa) / Reservas: 21 2239-4136 Couvert artístico: R$10,00. Confira o talento de Kiko Continentino no MySpace.

Veja mais na Agenda.

Sábado, Janeiro 14, 2012

DESNORTEIO



DESNORTEIO

(letra e música de Luiz Alberto Machado)

Na minha vida eu levei muita pancada
Foi bordoada de quase rachar no meio
No desenfreio alinhei todo viés
Escapei de revestrés e ajeitar o desnorteio
No aperreio eu passei toda desdita
Fiz de premio pra conquista o que ganhei no pisoteio

Mas pra que tanta se apenas uma basta
Quanto mais a vida arrasta mais se aprende a lição
Eu vou menino e piso bredo nas manobras
Vai que um dia a sorte sobra
Pra aprumar a direção.

Eu dei topada, levei tombo e ralei mais
No ademais muita asneira no passeio
E no recreio da maior das presepadas
Fui gaiato nas quebradas fiz vergonha sem ter freio
Pra cabeceio só queria era abafar
E a mulherada se achegar pra viver no meu rodeio

Hoje aprendi que na vida tudo prova
Não tem corcova que agüente a danação
Não dá mais não, ser roto do esfarrapado
Ou sujo do malavado, ser jeitoso sabidão
Ser outro então com a paz de responsável
Cultivando o sustentável modo de ser cidadão


Veja mais na Agenda.

Segunda-feira, Janeiro 09, 2012

BRUNO VINCI




BRUNO VINCIEra eu menino quando curtia por horas meu pai ao violão solfejando as músicas de Dilermando Reis ou escutando os discos com participações do Dino das 7 cordas. Sempre fui fascinado pelo toque de um violão.

Na adolescência, levado pelas mãos do poetamigo Afonso Paulo Lins, ficava curtindo tardes inteiras as violadas de Heitor Villa-Lobos. Por causa disso, logo me acheguei aos talentos de Laurindo Almeida, Baden Powell, Paulinho Nogueira, Egberto Gismonti, Turíbio Santos, João Pernambuco, Paulo Bellinati, Canhoto da Paraiba, Raphael Rabelo e Sebastião Tapajós, entre outros.

Essas audições me levaram a estudar no Conservatório de Música de Pernambuco, interrompido drasticamente por um atropelamento que fui vítima no cruzamento da Avenida Pinheiros com a Rua Arquiteto Luiz Nunes, no bairro da Imbiribeira, onde eu morava. Nunca mais voltei aos estudos e lamento muito não ter aprendido a tocar violão como gostaria.
Hoje me restrinjo às audições dos já mencionados e de Yamandu Costa, Heitor Pereira, Guinga e Zezo Ribeiro.

Navegando sempre pela rede, tive a grata satisfação de agora conhecer o talento do músico, compositor e professor Bruno Vinci. Ele é formado em violão popular pela Universidade do Vale do Rio Verde e técnico em música pelo Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre (MG). O currículo dele compreende aulas com Luizinho 7 Cordas, Alessandro Penezi e aulas de harmonia com Pollaco. Como músico tocou com Toninho Horta, Claudio Nucci, Fernando Brant, Lô Borges, Tavinho Moura e Marcio Borges. Participou dos projetos do Grupo Vocal Cantus Quatro, do trio instumental Queijo com Goiabada, da Orquestra de Violôes do Conservatório de Pouso Alegre e da cantora paranaense Fernanda Brito.

O seu talento pode ser conferido no seu blog Bruno Vinci e no seu canal do YouTube. Confira, recomendo.

Veja mais na Agenda.

Sábado, Janeiro 07, 2012

EEK - FANTASIA DO EQUILIBRISTA




EEK, O SOM ARRETADO DE ALAGOAS - Perambulando pelas ruas de Maceió, vez em quando eu ouvia a moçada dizer num sei que lá iq. Iq? Não. Eek de rato? Interjeição ou advérbio? Nada disso. Uma onomatopéia americana? Eita! Era mesmo: “E que som legal”, como o criador dissera no sexto dia da gênese. Ah, era mesmo Eek. Aí, primeiro pensei que era o povo achegado a uma viajada pro Alaska. Não, não era. Os curtidores do jamaicano do reggae? Hum. Não. Tratavam daquele gato roxo do Bill Kopp ou daquela e-newsletter do Kuwait? Da obra daquele designer holandês ou da moeda da Estônia? Um carro da Chrysler ou do Partido dos Trabalhadores da Grécia? Da Escola de Engenharia Kennedy ou da revista do Departamento de Recursos Naturais de Wisconsin? Nada disso. Que droga é nove? Depois de muito pelejar foi que entendi: era a banda Eek, o som arretado de Alagoas.

Pelo visto não fora nada pacífico desvelar esse mistério, só revelado mesmo com a “Fantasia do equilibrista”. Isso mesmo.

De primeira, Contando as horas: “[...] e perco as horas. Eu não vou mais dormir em vão. Não vou mais matar o tempo para não morrer...”. Arretado, um rock-pop agradável com levada de bluejazz na abertura e um tacundum diferenciado das bandas usuais do gênero. Nesse caso, a primeira impressão é a que fica. E a deles, das boas mesmo.

Depois, vem a definição da personalidade múltipla da banda com tons e ritmos que se revestem pela carga de influências do melhor que já foi produzido na música alternativa, até chegar na sacada: “Quis minha vida mudar, mas não pude escolher o destino [...] Hoje larguei minhas patas no chão e sorri da minha vida de cão...”. Era “Minha vida de cão” que remeteu agradavelmente às belíssimas melodias dos Beatles, Yes, Tears For Fears e com pitadas grunge da mais legal performance do Nirvana. E para quem já curtiu desde Rita Lee, Casa das Máquinas, passando por Led Zeppelin, Dire Straits, Jetro Tull, Pink Floyd até Jamiroquai e Mangue Beat, o som dos meninos é mesmo legal demais.

Logo em seguida, uma balada com marca audivelmente aprazível e versos como: “Carrego o tempo no olhar [...] Carrego o tempo no meu bolso e o esqueço antes de dormir...”.

Deixei embevecido o som rolar e me deparei com: “[...] A onda levou o bilhete que eu escrevi... tudo tem seu fim!”. Agucei melhor o ouvido e: “[...] O tempo do verbo mudou [...] Que o tempo e o medo tornaram-se amigos desde então...”. E mais me surpreendi com: “Eu quis evitar sujar as mãos com palavras e gestos [...] Sozinho o meu travesseiro parece maior...”. E mais e mais: “[...] Eu sinto o sabor do passado a cada novo dia que nasce: o amanhã sem a vocação pra ser ontem... o solado gasto do meu sapato, o fluxo contínuo do tempo: os calendários sempre perdem a sua função”. Até finalizar a audição com: “[...] Alguem tem sempre de se ferir... alguém sempre está só”.

Nossa, o som dos meninos é mesmo muito legal. E me amarrei e  conferi: Banda Eek.


BANDA EEK – Foi quando naveguei pelo site oficial e o blog da banda EEk, bem como pelo perfil deles no MySpace, na Trama, no YouTube e na Conexão Vivo que fiquei sabendo que a nomeação do grupo surgiu duma brincadeira experimental de fonemas e letras, ou como eles mesmo dizem: “[...] ela se chama Eek, por um simples capricho da fonética e da estética! Esse nome não tem nenhum significado, não é sigla de nada e nem faz alusão a nenhum personagem ou coisa. É um nome surgido do mero acaso, quando as idéias de nomes para uma banda cessaram e as onomatopéias começaram a surgir. Foi uma idéia da língua em combinação com os olhos, porque o nome é legal de se falar (íqui) e é legal de se ver (Eek), assim com os dois Es [...] O nome é uma "obra aberta": ele pode significar várias coisas ao mesmo tempo e pode, também, mudar seus significados com o passar dos tempos; é um signo e no universo dos signos, nós seguimos brincando com os seus significados”. Logo vi que esses meninos não são besta nada. Sabidos, no bom sentido.

Tudo começou quando os integrantes da banda de punck-rock alagoana, Sr. Miagy, foi pro saco. Três deles se juntaram a um quarto convidado e criaram a Eek: Diogo Braz, Christophe Lima, Leo Tarja-Preta e Wagner Sampaio.

O ritmo que eles tocam? Eles mesmos respondem: “Bem, somos contra rótulos. Concordamos que a Eek é uma banda de rock e isso já basta como rótulo, pois às vezes tocamos Reggae, às vezes tocamos música psicodélica, funk, às vezes tocamos mais pesado, outras mais leves... enfim, podemos tocar o que quisermos sem deixarmos de ser uma banda de rock”.



Tudo muito bom. Destaque pro jovem promissor Diogo Braz que é o autor de todas as letras e músicas do álbum “Fantasia de equilibrista”, responsável pela voz e guitarra na banda, jornalista por formação e que trabalha no Instituto Zumbi dos Palmares (IZP). E com um detalhe mais: é gente boa, menino bom. Ele atua ao lado do baterista Christophe Lima, da guitarra solo e violão de Wagner Sampaio, e do baixo do Leo Tarja Preta. Esse o quarteto que brilha no cenário da música alagoana mais arretada!! Contatos com eles pelo site e blog da banda, ou pelo fome 82.9972;2058 ou, ainda, pelo mail eek_banda@yahoo.com.br.

Veja mais na Agenda.


Segunda-feira, Dezembro 19, 2011

TAVITO




TAVITO – É com grande prazer e satisfação que trago aqui essa figura maravilhosa que é o Tavito. À guisa apenas de informação, o músico e compositor mineiro Luis Otavio de Melo Carvalho, é um dos nomes mais importante da música brasileira das últimas décadas. Ele participou do legendário Som Imaginário que reunia além dele, músicos como Wagner Tiso, Luiz Alves, Robertinho Silva, Fredera, Naná Vasconcelos e Zé Rodrix. Participou da geração de Milton Nascimento ao lado de Nelson Angelo, Toninho Horta e Tavinho Moura. Tocou também com Vinicius de Morais nos anos 60. Depois produziu discos de Renato Teixeira, Marcos Valle, Selma Reis e Sá & Guarabira, além de atuar como arranjador e publicitário. Ele gravou diversos discos, destacando-se o “Tudo”, lançado em 2009, e é autor de várias músicas, entre elas os sucessos Rua Ramalhete e da famosíssima Casa no Campo, feita em parceira com o memorável Zé Rodrix. Na última quinta, dia 15 de dezembro, tive a honra de tê-lo participando inclusive com uma canja com seus sucessos, da homenagem que me foi feita na Sopa de Letrinhas – O Sarau do Caiubi, no Bagaça em São Paulo.


Confira o talento dele no site Tavito, no blog Tudo Tavito, no MySpace e no Clube Caiubi de Compositores.



E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.


TECO SEADE




Sou terra índia velha feiticeira abrindo o ventre e parindo o chão. Pegadas novas na estrada velha. Vou tatuando a poeira do chão. Mato a sede com a passarada molhando a alma num riachão. Saudade brota sob a lua cheia, sou cantador por profissão.

TECO SEADE - Tenho me ressentido muito da falta de tempo que a gente tem para ouvir, ver ou prestigiar tanta coisa boa que desabrocha espoucando aqui, ali, acolá ou alhures por aí. Não me perdôo por isso, mesmo me mantendo em pesquisas constantes por descoberta de gente boa na poesia, na música, no teatro, enfim, nas artes. Estou sempre futucando e navegando na rede sempre em busca de conhecer talentos e, com certeza, tenho me maravilhado com muita coisa que tenho encontrado. Principalmente eu que sou aficcionado desde menino pela arte de todos os aedos, rapsodos, bardos, vates, trovadores, menestréis, jograis, segréis, repentistas, violeiros, cantadores e mambembes itinerantes com suas fórmix, kitharas, liras, alaúdes, cistres, cordofones, citolas, cítaras, arcos, harpas, monocórdios, banjos, bandolins, cavaquinhos, guitarras, violões e violas que faziam e fazem seus ditirambos, cancioneiros, cantorias, desafios, repentes, emboladas, serenatas, saraus, ou funções diversas e tertúlias, isso sem falar da admiração e fascínio que tenho pela arte de Elomar, Xangai, Heraldo do Monte, Renato Teixeira, Amir Sater, Rolando Boldrin, Vital Farias e de todos os violeiros que aprecio na comunidade Violeiros do Brasil.


Sempre tenho encontrado gente da melhor cepa artística na rede. Mas dessa vez, não foi virtualmente que descobri, foi pessoalmente. Exatamente durante a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas que, por meio da minha amiga Aline Romariz, tive a oportunidade de conhecer o trabalho da Iluminatta e do Portal do Poeta Brasileiro, como também o excelente talento de Teco Seade.


Teco além de ser um sujeito da melhor qualidade humana e uma figura ímpar de dignidade, é um daqueles artistas que surpreendem, encantam e trazem no seu canto e na sua música aquela essencial brasilidade poética capaz de envolver de forma enfeitiçadamente fascinante a todos que presenciam sua performance. Nascido em Campinas, é formado em Psicologia pela PucCamp e herdeiro da arte de familiares pantaneiros. Na sua trajetória ele traz a iniciativa de ser o responsável pelo desenvolvimento de projetos culturais em bares com músicos, mágicos, mímicos, atores, comediantes e outros artistas, um dos fundadores da Cooperativa dos Poetas, Escritores e Cartunistas, um dos criadores da Mondongo Produções, ao lado de Alejandro Muniz e Fábio Sampaio e, também, da Cooperativa de Poetas, Escritores e Cartunistas de Campinas, do Espaço Cultural e Projeto Cultural da Cachaçaria Tradicional. Entre os seus parceiros estão a Cia de Teatro Sia Santa, o pintor impressionista Washington Maguetas (o “Monet Brasileiro”), Zeza Amaral (Prêmio Sharp em 1987), o jornalista Sérgio Di Paula, o violeiro mato-grossense João Ormond, entre muitos outros artistas.


A matéria-prima do trabalho de composição de Teco Seade vem da contemplação da gente simples, da natureza, dos costumes, da poesia, das estradas, fortalecendo assim as raízes do povo brasileiro. Essa, portanto, louvável e meritória de aplausos de pé, destacando-se de sua lavra os projetos Viola Emprenhada e Palavra Caipira.


A esse talento indiscutivelmente de primeira linha e a esse cantador excelente, trago a minha homenagem com um xote que fiz:



CANTADOR

A vida passa em cada passo do caminho
Vou passarinho professando a minha fé
Vou bem cedinho pela estrada que se espalma
O Nordeste em minha alma
Nos catombos do trupé
Vou Severino percorrer légua tirana
Com toda aventura humana
No solado do meu pé.

Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.

Vou com meu canto em cada canto lado a lado
Vou com cuidado afinando o meu gogó
Sem ter espanto, todo só de luz armado
Tino aceso e aprumado
Evitando um quiprocó.
Vou confiante, entre o céu e a terra, a ponte
No destino do horizonte
Vou bater até no sol.

Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.

Digo bem alto e minha crença toma abrigo
Sem ter asilo na redoma do mundão
Sigo o sermão no rumo a rota do estradeiro
Assuntando o paradeiro
Na melhor entonação.
Passo nos peitos a ficar comendo orvalho
Se cantar é o meu trabalho
Deus me dê toda canção.

Sou cantador
E carrego no canto
Minha vida no manto
Que reveste o valor
Pra onde eu for
Eu me valha do encanto
Pra chegar em qualquer canto
Com a verdade do amor.





Confira mais no site do Teco Seade e na sua página do Clube Caiubi de Compositores.

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Dezembro 09, 2011

PALAVRA MÍNIMA – JÚLIO UÇÁ & LUCIANO JOSÉ



PALAVRA MÍNIMA - O projeto Palavra Mínima tem o objetivo de criar mais um espaço para veiculação da arte produzida em Alagoas. Trata-se de um empreendimento cultural consistente que acontecerá sempre às sextas, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, no formato de um espetáculo musical impregnado de literatura, que mostra a sintonia entre a palavra cantada – da música dos compositores e intérpretes – e os textos dos diversos autores alagoanos, buscando, assim, unir duas expressões, como produção única.

JÚLIO UÇÁ - O cantor Júlio Uçá iniciou a carreira musical na sua cidade natal, Palmeira dos Índios/AL, através de movimentos religiosos. Aos 17 anos se mudou para Maceió com o objetivo de terminar seus estudos, onde se formou no curso de Hotelaria. Mas, como a música sempre foi seu maior dom, Júlio encarou o desafio de compor e divulgar a música alagoana se profissionalizando em 2003. Neste mesmo ano, estreou pela primeira vez no cenário regional com a música “Moreninha”, de autoria própria, no Festival de Música do Sesc (Femusesc), conseguindo conquistar sua classificação para a fase final do concurso. A partir daí o reconhecimento foi imediato. Com a repercussão do festival, Júlio participou de vários projetos, entre eles o Projeto Jaraguá Cultura e Negócios, em Maceió, 2003, Feira da Música, realizada em Fortaleza, 2006, Projeto Circulação Sesc Música Alagoana, 2008, e o Projeto Misa Acústico, em Maceió, 2008. Júlio participou de mais três edições do Femusesc, mas foi em 2008 que venceu o festival com a música “Cabelo de Mola”, seu maior sucesso, levando o nome de Alagoas para o evento nacional do Sesc, o Festival de Música Cidade Canção (Femucic), ocorrido em Maringá/ PR, no mesmo ano. Com influências de Zeca Baleiro, Chico César, Caetano Veloso e Adriana Calcanhoto, Júlio Uçá compõe suas músicas, caracterizadas como MPB contemporâneo e prevê lançar o primeiro CD, denominado como “Selva”, no mês de dezembro deste ano. Júlio promete um disco com uma pegada suave da MPB, requintes de elementos eletrônicos e muito humor. Agora é aguardar o lançamento para conferir seu novo repertório.

LUCIANO JOSÉ -  O poeta alagoano Luciano José Barbosa da Rocha é formado em filosofia pela Universidade Federal de Alagoas, professor da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal - Campus III), Palmeiras dos Índios e já publicou os livros de poesia: Imtromissão do Poema (2006) e Grãos de Versos (2007), V(e)ia Poética (2009) e Conta-Gotas (2011).

SERVIÇO: Projeto Palavra Mínima, com Júlio Uçá e Luciano José (Participação especial: Cosme Rogério e Larissa Perdigão) Sexta, 09 de dezembro, às 20 horas No Espaço Cultural Linda Mascarenhas Ingressos: R$20,00 (preço promocional de R$10,00)

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Novembro 25, 2011

PALAVRA MÍNIMA: LUIZ ALBERTO MACHADO & FATIMA MAIA



PALAVRA MÍNIMA - O projeto Palavra Mínima traz a música de Luiz Alberto Machado e a poesia de Fátima Maia, no dia 02 de dezembro, a partir das 20hs, no Teatro Linda Mascarenhas.

LUIZ ALBERTO MACHADO – O escritor, compositor e radialista Luiz Alberto Machado é editor do Guia de Poesia do Projeto SobreSites do Rio de Janeiro, membro da Cooperativa da Música Alagoana (Comusa) e cônsul em Alagoas do Poetas del Mundo. É autor de 6 livros de poesias, 8 infantis, 2 de crônicas e de diversas músicas gravadas por novos nomes da música brasileira, inclusive foi premiado com sua música Desejo no FEMI-2010, no Japão, gravada pela cantora Sonia Mello. Está em cartaz com seu espetáculo infantil Nitolino no Reino Encantado de Todas as Coisas e com temporada do show poético musical Tataritaritatá – Vamos aprumar a conversa -, com a sua banda e apresentações solo. Seu trabalho está reunido na sua home page www.luizalbertomachado.com.br.

FATIMA MAIA – A escritora, compositora e poeta Fátima Maia, é autora da música tema do programa infantil Caralâmpia (TV e Rádio Educativa local), dos livros e CDs: Criar e Recrear, gravado pelo Quinteto Violado, indicado ao premio Sharp de música, e da História de Tatibitati, gravado pelo SESC/AL. Ela foi finalista dos festivais, Canta Nordeste e MPB SESC/PB com as músicas Colibris, Lua Luana e Passarinhos. Fátima Maia se apresenta agora trazendo seus poemas para o público do Projeto Palavra Mínima.

SERVIÇO: PROJETO PALAVRA MÍNIMA – LUIZ ALBERTO MACHADO & FATIMA MAIA
Quando: dia 02 de dezembro, a partir das 20hs
Onde: Espaço Cultural Linda Mascarenhas.
Realização: Comusa & IZP.
Informações: 82 8845.4611 / 9606.4436

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Novembro 18, 2011

MOMENTO LAM NO DOMINGO ROMÂNTICO DA RADIO CIDADE




MOMENTO LAM NO DOMINGO ROMÂNTICOTodos os domingos, a partir das 10hs (horário de Brasília), acontece o programa Domingo Romântico na Radio Cidade FM 87,9 – Campos Gerais – MG, comandado pela poeta e radialista Meimei Correa. Nesse programa, além de muita música e poesia, também tem espaço para o meu momento poético, Crônica de amor por ela, veiculado sempre a partir das 11hs no referido programa. Para conferir basta acessar aos domingos a partir das 10hs (horário de Brasilia) www.radiocidadefmcg.com.br.

SERVIÇO: Momento LAM: Crônica de amor por ela no Programa Domingo Romântico
QUANDO: Todos os domingos, das 10 às 14hs.
ONDE: Radio Cidade FM 87,9 – Campos Gerais – MG ou acessando www.radiocidadefmcg.com.br

Veja mais sobre o programa Domingo Romântico e Crônica de amor por ela.

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Segunda-feira, Novembro 14, 2011

PALAVRA MÍNIMA: EZRA MATTIVI & OTÁVIO CABRAL




EZRA MATTIVI - Nasceu em Novo Hamburgo no Rio Grande do Sul e começou a tocar violão aos doze anos. Integrou grupos de canto coral da sua cidade. Educadora musical. Reside em Maceió desde 2000. Participou do FEMUSESC em 2003 classificando duas composições que são parte integrante do CD desse festival. Obteve classificação no Projeto Alagoas em Cena em 2003. Participou da gravação do CD Raízes do compositor Naldinho. Neste mesmo ano ingressou no curso de música licenciatura da UFAL. Como integrante do grupo Vestindo a Carapuça obteve classificação no FEMUSESC 2004, o qual recebeu como premiação a participação no FEMUCIC de 2004 em Maringá – PR. Suas composições trazem poesia nas letras, suavidade nas melodias e harmonias que fazem referência à vida, ao amor e à natureza. Baladas, sambas, bossas, baiões, milongas, funks, estão presentes no seu trabalho.

OTÁVIO CABRAL – Natural do município de Pilar, Alagoas, o escritor Otávio Cabral é ator e professor de Literatura Dramática na Universidade Federal de Alagoas. O escritor publicou a peça teatral Olho D’água da Vida, em parceria com Carlos Henrique Falcão Tavares. Entre suas publicações acadêmicas constam os títulos O Negro e a Construção do Carnaval no Nordeste (organizada em parceria com Luiz Sávio de Almeida e Zezito Araújo), Comeram Dom Péro Fernão de Sardinha: uma visitação épico-brechtiana, e Sinfonia inacabada do amor ameno: algumas reflexões críticas em torno de Meu amigo Marcel Proust – Romance, organizada com Belmira Magalhães. Suas poesias podem ser conferidas em publicações como a coletânea Artesanias da Palavra e o livro Concerto em Dor Maior para Choro e Orquestra.

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Sexta-feira, Novembro 11, 2011

Domingo, Novembro 06, 2011

DOMINGO ROMANTICO: O ESPAÇO DA DEMOCRATIZAÇÃO MUSICAL


O PROGRAMA – Um espaço de democratização musical tem se tornado referência em todo país. Diferentemente da programação das emissoras comerciais e até de redes públicas de radiodifusão, o programa tem se destacado por veicular tanto clássicos da música brasileira e sucessos internacionais, como tem promovido novos e novíssimos nomes da música atual de todas as regiões do país. Meritório o apoio da radialista que comanda o programa aos menbros do Clube Caiubi de Compositores, como também dos valores emergentes de Minas Gerais e de todo o território brasileiro. Além disso, há espaço para poetas e escritores das mais diversas tendências literárias, todos contemplados pela voz e interpretação da locutora. Assim, a iniciativa congrega a melhor e a mais nova música do Brasil e do exterior, abrindo espaço para que a poesia esteja numa mesma veiculação. Louvável iniciativa de uma radialista que se encontra realizando seu trabalho numa emissora do interior mineiro, mais precisamente na cidade Campos Gerais.


MEIMEI CORREA – A radialista e poeta mineira, Meimei Correa, é membro correspondente da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências, professora particular de inglês, blogueira e consultora de vendas.



DOMINGO ROMANTICO – O programa Domingo Romântico, comandado pela radialista e poeta Meimei Correa, vai ao ar todos os domingos, das 10 às 14hs, pela Radio Cidade FM 87,9 – Campos Gerais – MG e pode ser acompanhado pela rede acessando: www.radiocidadefmcg.com.br

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Quinta-feira, Outubro 13, 2011

PALAVRA MÍNIMA: IBYS MACEIOH & MARCOS FARIAS COSTA



PALAVRA MÍNIMA: IBYS MACEIOH & MARCOS FARIAS COSTA - O Projeto Palavra Mínima prossegue nessa sexta-feira, 14, com a música de Ibys Maceioh e a poesia de Marcos Farias Costa.

Confira a entrevista do Ibys Maceioh pro MT&C.

SERVIÇO?
O quê? Projeto Palavra Mínima
Onde? Teatro Linda Mascarenhas, Av. Fenandes Lima, Farol - Maceió
Quando? 14/10 às 20h
Quanto? R$20,00 e preço promocional antecipado de R$10,00
Realização Comusa e IZP

E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.

Quarta-feira, Outubro 12, 2011

PALAVRA MÍNIMA: FÁTIMA MAIA & LUIZ ALBERTO MACHADO



PALAVRA MÍNIMA:FÁTIMA MAIA & LUIZ ALBERTO MACHADOGentamiga, eis as fotos do show realizado no projeto Palavra Mínima, no último dia 07 de outubro, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, em Maceió, reunindo a música de Fátima Maia e a minha poesia. Foi bão demais.







Veja mais do show no blog do Linda Mascarenhas.


E veja mais o meu Portfólio Arte Cidadã, mais novidades na Agenda da HomeLAM e os clipes do show Tataritaritatá no YouTube ou baixe todas as músicas gratuitamente na Trama.